Poemas sobre Alma
Gosto de ouvir o som que vem da alma do cantor. Ele desperta felicidade nos corações com as batidas daquela música, que eu saboreio como se fosse champanhe.
É difícil sorrir com a alma quando a outra não está! É difícil não sentir saudade do moço de olhar travesso e de sorriso largo. Saudade do meu... TU és CArinho!
Tem dias que minha alma aflita grita. Às vezes só preciso sentir prazer de você. É bem verdade que tudo pode acabar tudo pode esquecer e isso pode acontecer, mas jamais a plenitude de um grande amor!
Ao refazer bem algo que fez não bem feito, a alma evolui, os mentores conscientes se orgulham e os bons espíritos entram em festa, como o firmamento do plano evolutivo.
Consciência universal também é:
Aquilo de mau que até alma ruim não faria e aquilo de bom que almas boas certamente fariam.
A sensação que me dá é que, nas minhas costas, carrego todo o peso da alma, caminhando sozinho. Meus pensamentos se perdem no ar. Carrego memórias de um corpo que não responde e de dores que não cessam, como se estivesse forçado a suportar
um universo inteiro de angústia sem trégua. Mesmo quando falo, sinto que minhas palavras se desfazem antes de alcançar alguém, pois o mundo se move tão rápido que minha dor soa inaudível no eco da normalidade alheia.
A dor não define quem sou, mas revela quem escolho me tornar, quem sabe uma alma que renasce das próprias cinzas, tecendo, com mãos feridas, já rasgadas pela vida, sua nova tentativa por uma redenção.
O escuro só existe para que a luz alcance seu milagre, é o contraste secreto da alma, a sombra que, como um véu antigo, realça o ouro escondido na essência da verdade.
O fulgor do teu olhar incendeia minha alma, e rendido a ti, desvencilho-me do tempo, tornando-me criança outra vez, entregue ao espanto da descoberta.
Triste é você libertar sua alma, deixar falar o emocional, e somente escutar o riso debochado de quem não sabe que continua preso, ainda, dentro de si.
Olhei a tua singela face no espelho da alma.Ainda continuas bela e fascinante, desde o dia em que a cortina se fechou sobre o vosso espetáculo!
