Poemas sobre a Temporalidade da Vida
A motivação é apenas o primeiro estímulo — uma faísca.
Quando você age, mesmo em pequenos passos, o cérebro entende que aquilo é importante e começa a liberar dopamina, reforçando o hábito, o foco e a disciplina.
Ação gera clareza.
Ação gera confiança.
Ação gera resultados.
Não espere se sentir pronto.
O cérebro aprende fazendo, não esperando.
Cada passo dado fortalece conexões neurais que transformam esforço em resultado.
Pequenos passos hoje constroem grandes conquistas amanhã.
Aja agora. Seu futuro agradece.
O Amor é, e sempre vai ser
O Sentimento mais forte do Universo,
poriço não confunda amor com cobiça...
O amor é eterno, A cobiça passageira
Amar é dar liberdade ⛓️💥
é criar um laço sem apertar o nó,
não te sufoca, não te domina,
não fica fazendo cobranças enciumado, amar é dois pássaros 🐦🐦 livres pra voar pra qualquer lugar, mas que voam sempre juntos 😍😻
" Eu vejo gente morta
Não no corpo que se perde
Eu vejo gente morta
Na alma que perece
Eu vejo gente morta
Não na falta de pulsar
Eu vejo gente morta
Na ausência do pensar
Eu vejo gente morta
Não na falta de respirar
Eu vejo gente morta
Quando esta deixa de amar"
AGORA É NATAL
Agora é Natal.
Todos fraternos
Felizes se abraçam
E Esquecem do mal
Porque é Natal.
Renovam esperanças
Se tornam crianças
Menina de tranças
Face angelical.
A noite é singela
Tão linda e tão bela
Presentes na ceia
Porque é Natal.
Metanoia!!
Mudança essencial de pensamento ou de caráter.
Transformação espiritual.
Transformação para melhor!
Congresso Marginal
William Contraponto
As vozes se vendem por moedas gastas,
na mesa dourada que não vê a rua.
Assinam folhas e rasgam promessas,
e o povo assiste, calado, à sua.
Na tribuna, os discursos vazios,
palavras vestidas de falsa razão.
Por trás das cortinas, negócios sombrios,
a pátria leiloada em cada votação.
Congresso marginal, teatro do poder,
onde o voto é moeda e a mentira é lei.
Congresso marginal, palco de perder,
quem acredita sangra outra vez.
Erguem bandeiras que já não tremulam,
são panos de farsa, costura de pó.
E cada silêncio que as ruas acumulem
vira alimento pra quem manda só.
Os olhos do povo carregam cansaço,
mas ainda resistem no peito a lutar.
Pois toda mentira tem fim e tem prazo,
nenhuma muralha é feita pra durar.
Congresso marginal, teatro do poder,
onde o voto é moeda e a mentira é lei.
Congresso marginal, palco de perder,
quem acredita sangra outra vez.
O Preâmbulo do Sinuoso Amanhã
William Contraponto
No espelho o indivíduo se pergunta,
mas não é só de si que diz o reflexo
O tempo o cerca, exige resposta,
entre o que cala e o que desponta.
O amanhã não é linha reta,
carrega desvios, curvas abertas.
Uns vendem certezas já apodrecidas,
outros recolhem verdades dispersas.
A democracia ainda respira,
mas sufocada por mãos de ferro.
O ouro dita leis silenciosas,
o povo tropeça em promessas de desterro.
Entre gritos de ordem e velhos estandartes,
ergue-se o espectro da mentira.
Ela se disfarça em nome de pátria,
mas guarda o preço da ferida.
E o ser, perdido entre lutas alheias,
pergunta se sua voz resiste.
Pois cada passo nesse sinuoso amanhã
decide se a esperança ainda existe.
...Mas Ele ressuscitou e até hoje está no meio de nós.
Ele é o filho de Deus, é o nosso salvador, quem deu à vida por nós.
Ele ressuscitou e vive entre nós! [...]
Taciturnidade
Zetalhões de poesias a disposição.
Quanta literatura
Livre para ler.
Tanta manifestação
De falsas virtudes.
Tenho saudade dos filmes mudos
Estes sim, diziam muito.
Criticidade
Aos tolos e iletrados
Falsos leitores de poesias
Julgam-se interpretes inatos
Na sua horrenda analogia.
As artes nascem de esforços hercúleos
Da solidão à perseverança
Engaiolada num verão de janeiro
Desabrocha a criação.
Muitas vezes vivo o que escrevo
Momentos que trago à clausura
Outras vezes do nada sai o pensamento
São palavras que se amoldam com formosura.
Os asnáticos nunca saberão
O que escrevo é somente à minha interpretação
O que eles leem...
Não é mais a minha poesia.
Sem analogia de almas
Sou puro sentimento, sou mulher,
É na constância sentimental que alimento a minha alma,
Os céticos que a lê, dizem que em mim não existe.
Digo com solidez que a vida não é arbitrária,
Tenho como princípio o antagonismo,
Para alimentar o meu sentimento, ajo com a razão.
Sou uma imperfeição de pessoa
Tenho como causa primária às exceções
Profano as regras capazes de eliminar a minha abstração.
Quem comigo conjumina, leva-me a uma triste impressão,
De tirar-me o privilégio do desvio, do habitual.
Quem clarividência minha alma, elimina a minha consciência sutil.
Não aceito esse dogmatismo que dissimula a minha regalia
Sou uma semideusa, assim, onipotente,
Tenho uma alma conceitual sem similitude.
Lógica do louco
Vem..., louco
Atraído pela ira dos desencantos
Em pele de cordeiro
Voz doce
Sonhos a realizar.
Vem..., louco
Amaciando a vítima
Encorajando-a com malícia
Desconcertando o enredo
Espreitando na contramão.
Vem louco, nas suas diferentes formas,
Surpreender com a sua metamorfose
Com sua opaca e colorida aparência,
Tentar através da fresa
Enviar um friso da sua maldita luz.
Vem...
Mais uma vez como veludo,
Emerge do seu submundo com a sua maleficência
A repousar no colo amigo
O seu mundo hostil.
Reflexo
Como posso deixar de te amar
Se tens olhos somente para mim?
Chego perto de ti e sorrio
Tu sorris.
Faço caras e bocas
Todos os tipos de trejeitos
Alegrias, tristezas
Mostro-te as minhas rugas
e incertezas
E tu, imitas-me.
Dou-te as costas
Vou-me embora
Tu, nem tá aí.
Como posso deixar de te amar?
Se volto mais velha e sorrio
Tu sorris.
Feliz aniversário silencioso
Eu sei da sua saudade
Não se torture por senti-la
A saudade é mágica
Ela é extravasada
No grito
No sonho
Na revolta
No suspiro
No telefonema silencioso
E naquele não atendido
Enquanto sentir saudade
Terá certeza que tudo foi verdade
E só se sente saudade
Do que foi felicidade
Agradecida eu fico
Por se lembrar do meu aniversário
Na primeira hora de 23 de maio.
