Poemas Romanticos sobre Paixao
- Amizade é um ofício;
- Paixão é ferramenta;
- Tempo é a formula;
- Amor uma dádiva.
Com amizade você desenvolve a paixão, Que somado ao tempo, é igual amor.
Assim temos: Amizade x Paixão + Tempo = Amor
Formula do amor.
A dor de um Amor
Meu amor à física, minha paixão à matemática, meu amor a você, minha razão problemática...
Viver para amar
Viver é amar e se enlaçar em um lapso eterno de paixão, ame com liberdade, só você sabe o que sente, mesmo que de formas imprecisas que nos cause gosto amargo , aproveitando cada momento que esse amor pode ser vivido mesmo que seja apenas uma troca inocente de olhar e um punhado de palavras tímidas querendo dizer tudo sem poder dizer nada;
Assim, passamos pela vida, sem os sentimentos do pecado e morreremos na certeza de que amamos intensamente no silêncio dos dias, esperando novamente viver para amar;
Se meu "eu" escrever poesia, que não seja para te aclamar, apenas para adornar meu espírito envergonhado na sonoridade dos que não sabem amar;
estarei adormecido no tempo pois estarei completamente esquecido sem mais nenhum contentamento;
e você em outros braços ouvindo um sussurrar de prazer e inesquecíveis momentos, sem mais nada a esperar;
vou viver toda vida, uma vida para amar.
DAMA DA NOITE
Pousam em mim os teus nobres desejos:
Mentiras de uma esplendorosa paixão,
Pois que nada sente o teu vil coração,
Dentre os teus falsos e eloquentes beijos.
Pousam em mim os teus rústicos ensejos
Na espera dos meus sentimentos vãos:
Tais que sinto da tua vultosa ilusão,
Mesmo vazia, dentro d'alma, eu almejo
O teu corpo de escultura, nú e quente,
Aos gritos da tua voz que não sente,
Que murmura, que excita, que é chama!
Pousa em mim a tua falsidade inteira,
"Cheia de amor," por te sonhar verdadeira,
Que a minh'alma te beija, e ama...
No jardim nasce a poesia,
numa encantada flor;
as cores trazem magia,
paixão de um grande amor.
Uma flor vermelha
no campo a brilhar,
divina centelha,
beleza sem par.
Teus olhos, tua boca, teu sorriso e teu coração. Isso moldou a minha paixão por ti. Mas agora? Preciso que tu me leve a noite em que nós se conhecemos.
Fúria? Não é isso que estou sentindo. suponho que seja confusão. Tantas perguntas. Tantos questionamentos. Por Quê? Como? Para que serviu? Tempo, preciso de tempo para assimilar tudo. Deixei meu coração cair das minhas próprias mãos. Mas, não é estranho? Aquele sentimento de que o mundo fica em silêncio absoluto. Um silêncio que corrói a alma e te faz se sentir sem chão, caindo no precipício, o qual você já tinha chego a superfície. Acho que o nome é ciclo. As vezes, temos que quebrar esses ciclos para começar outros melhores ou piores do que já se passaram. Algumas coisas servem de aprendizado para amadurecemos neste mundo tão frio de amor. Mas, por quê? Por que precisamos sentir isso cada vez que tudo vêm a tona?
Com o coração nas mãos
Toma cuidado!
O teu corpo é imune ao açúcar,
mas o meu não é.
Com essa tua paixão por doces,
eu logo morrerei de diabetes.
Sinfonia do amor desmedido de verão
Ó paixão, incêndio vasto, desatino!
Tremor da alma, furor do coração,
Ibaiti celeste, azul divino,
polo do mundo, trono da emoção.
Em ti, luz nua, pura, incorpórea,
traço do eterno, mão do arquiteto,
ó sol radioso, lira ilusória,
inebriando o meu ser inquieto.
Este amor — desmedido, infinito,
ergue-se além do tempo e da razão;
ao vento entrega-se, feito mito,
transforma rascunho em oração.
Cada verso meu, destino selado,
procura-te, sombra em claridade;
em tua ausência, o peito dilacerado,
em tua presença, nasce eternidade.
Folia que invade, poesia que inflama,
saudade que é bênção, dor que consola;
melhor que a solidão fria, sem chama,
é ser refém da estrela que me acolha.
Tu, sorriso que carrega o verão,
quente alvorada de melodia;
teu rosto é flor, perfume, oração,
na natureza, és pura harmonia.
Eis que pergunto: existe o amor?
Ou é quimera, sopro, relâmpago vão?
Mas no teu lume, ó doce esplendor,
reconheci da vida a perfeição.
Porém, faltou-nos coragem sincera:
eu temi o abismo, tu o mundo;
justiça não houve, só a espera
deste silêncio profundo, profundo.
Poema do encantamento
Essa paixão sem tamanho
é só o coração que inventa.
Ele é meu azul guardado,
minha esquina de silêncio e de canto.
O sol me atravessa,
me deixa leve, meio tonto.
Esse amor que não cabe no peito
não tem regra, nem medida.
O vento traz canções que escrevi
num rascunho qualquer de madrugada.
Cada verso procura por ele,
cada verso é endereço sem mapa.
A poesia fez festa em mim,
me deixou mais vivo que antes.
Até a saudade ficou bonita,
melhor que a solidão dos bancos da praça.
Teu sorriso carrega o verão,
teu abraço é sol de janeiro.
És flor, és perfume, és destino:
na beleza que é amor, respiro.
Quero a vida sempre assim:
com ele perto,
até a última chama da vela.
Eu, que descri de tudo,
descobri em seus olhos
a tal felicidade.
Mas o medo cortou o caminho:
faltou coragem em mim,
faltou coragem em ti.
E o amor ficou escondido do mundo.
Não foi justo.
Amor
Amor é um sabor,
Amor é igual a paixão
Se você nunca amou
Nunca vai saber a sensação.
Amor é um sonho,
Um sonho bem bonito
Quem nunca amou,
Nunca irá longe, pro infinito.
Amar, amarei,
Gostar, gostarei
Quem sabe amar,
Saberá a emoção que sentirei.
Amor é bom,
Amor é emoção
Se quiseres amar,
Ame do fundo do seu coração!
Sobreviver...
Minha vida...
Sem paixão,
Sem cor,
Sem tempero.
Nada move meu coração,
Nada agita meus temores,
Nem esquece meus amores.
É o nada... do nada.
Apenas SOBREVIVER.
E assim,
a cabeça dói,
O coração palpita,
Não de amor,
mas de tremor.
Minha vida sem jeito,
Sem graça,
Sem sal,.
Meu dia a dia,
na solidão,
na ansiedade,
Na escuridão.
O Homem Magro
A paixão cessou,
mas o homem magro
continua sentado
ao pé da cama —
seco e puro,
como o ar
que respiro.
Doce desejo, intensa paixão,
de um sentir profundo és a mais bela idealização.
Proibida, distante, impossível de alcançar,
resta-me apenas, em silêncio, te admirar.
MUSA
Seus cabelos são cascata,
Nos ombros de pura alvura.
És minha paixão abstrata,
Coroada de brandura!
Nessa ilusão cinzelada,
A sua rara candura,
Dessa musa cintilada,
Em infinda formosura
Oh deusa da minha vida!
Nos lábios, rubra cor.
És a doce prometida,
Que aliança o meu amor.
Hei de admirar-te despida,
Sendo o seu servo e senhor!
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