Poemas românticos pequenos
Meu ser, meu instinto, minha vida
O reflexo, a dúvida, a ferida.
Saber que viver é no fim tudo um só
E a proeza Divina vivida é maior!
"Sabe quais são nossas diferenças? Nossas semelhanças. Sabe quais são nossas semelhanças? As nossas diferenças."
Frase da nossa vida. Para registrar um amor eterno; Para Lyafhara e Silvane
Tudo é jogo de cintura no final.
Sorria e espalhe graça
porque o riso escancara portas,
transmite luz e paz,
aviva as horas mortas,
é atitude audaz.
"O Riso"
CORTEZÃO, Marta, B. "Banzeiro Manso. Gramado (RG): Porto de Lenha Editora, 2017.)
"Quero abraçar meus medos
e conhecê-los a fundo.
Quero dar todos os beijos
que os guardei em segredo
nos dias moribundos."
"Quereres"
(CORTEZÃO, Marta, B. "Banzeiro Manso. Gramado (RG): Porto de Lenha Editora, 2017.)
" Acordar daquilo que foi vida,
vivida na palma da mão
tentar prosseguir,
mudo calado,
ouvindo os céus
pode ser o tudo
de quem sem querer perdeu o chão....
Subsiste em teu corpo,
o perfume das madrugadas,
o esboço de todos os sonhos,
o princípio de uma infinita estrada...
E lá vem ela, desfilando, com seu jeito descolado
Mas só que ela, é oposto, de todas que conheci
E agora o que eu faço? Viver nessa vida, de esperar por um lugar
Já que no coração dela não tem espaço
" Ninguém perde
a vida sempre dará outra chance
observe as possibilidades
componha novos recomeços
em você mora uma força magistral
digna dos grandes vencedores
você só precisa entender e lutar...
No meu ventre
Onde te adentras
Subsistes em fogo
🦋 💝
Só a tua língua
Pode aliviar a febre
Do meu corpo
Na saudade
Que declara do teu
🦋 💝
No fogo da tua boca
Me reinvento
De carne nas tuas mãos
Oque sinto por você
A Distancia Nao Pode Acabar
Pois eu Te Amo Hoje, Amanhã
E pra Sempre vou te Amar!
SELVA-ME
Estrelas no chão
deitadas de ventre
Rio incestuoso
onde a noite tem caroço
Incêndios
Não me salves,
selva-me!
Tânia Tomé © Livro - " Agarra-me o sol por trás"
Pinto os meus dias ❤
As minhas noites lentamente
Com o meu pincel de lua
Desenho as palavras de tantas letras
Nos sonhos que a lua manda.
Eu morria todas às vezes
Que você me recusava
Eu falecia sempre
Quando não me notava
Senti que nunca me perdoou
Imagina, quantas vezes você me matou!
Pensando bem, eu gosto mesmo dela.
E Deus, como é bela!
Em seus olhos perdi a lucidez,
e cá estou desta vez:
escrevendo e sonhando apaixonado
pela menina ali do lado.
Ao fechar os olhos ao som de uma linda canção
E o aconchego do abraço
Que vai abrindo espaço
Para um novo amor no coração
