Poemas Religiosos
Num futuro que nós, civis, religiosos e militares de bom senso desejamos próximo, não mais se firmará a Paz sob as esteiras rolantes de tanques ou ao troar de canhões; sob pilhas de cadáveres ou multidões de viúvas e órfãos; nem mesmo sobre grandiosas realizações de progresso material sem Deus.
"Por mais que façamos boas ações ou sermos religiosos, jamais seremos salvos por isso, pois entraremos no céu somente pela graça de Deus depois do novo nascimento em Cristo".
"Quando líderes religiosos usam o medo e a manipulação para fins políticos, o diagnóstico é claro: narcisismo e abuso de poder."
Alguns religiosos dizem que só se chega ao céu através de uma vida pura. Mas acredito que eles só dizem isso porque não sabem quase nada sobre os prazeres carnais.
O grande problema de muitos religiosos é que eles conhecem a palavra de Deus, mas não a colocam em prática. Eles falam sobre amor, mas não amam; falam sobre perdão, mas não perdoam; falam sobre compaixão, mas não têm compaixão.
De nada serve decorar a fachada com adornos religiosos, se por trás da porta a tua máscara apenas esconde o abismo da hipocrisia.
Estamos vivendo em um tempo tão terrível de apostasia em que muitos 'pastores' e líderes religiosos tem a liberdade de abrir a boca para falar da Maravilhosa Graça e do Evangelho, mas são tão incapazes de fazê-lo com fidelidade às Escrituras, que se eles simplesmente fechassem a boca, já nos seria lucro.
Brasil de ódios
O Brasil está se tornando um país de ódios: esportivos, religiosos, políticos, ideológicos. Estamos enveredando por um caminho em que não existem mais adversários, mas inimigos a serem impiedosamente exterminados.
A transparência sobre a verdade por via de lideres religiosos ainda é fraca em vista ao medo da perda de suas funções públicas.
Oremos para que a nova geração de lideres da igreja não siga o exemplo dos religiosos fariseus, cegos aos sinais dos tempos, que rejeitaram e crucificaram Aquele que veio para salvá-los, por amarem fanaticamente as velhas tradições. Eles não quiseram experimentar o vinho novo porque estavam viciados no vinho velho. Coaram o mosquito e engoliram o camelo!
Nas multidões que seguiam Jesus tinham religiosos, gentios, doentes, homossexuais, adúlteros, prostitutas, viciados, corruptos e Samaritanos, mas quem conspirou e entregou Jesus para morte foram os religiosos (Mateus 26.1-5; João 11.45-54).
O “discipulado” praticado hoje por alguns lideres religiosos não passa de um feudalismo travestido de discipulado, que na verdade é uma fabrica do diabo transformando seres humanos em mão de obra barata e fonte de renda. Tudo não passa de manipulação que visa transformar pessoas em um exercito de empregados, onde eles exploram e extorquem. É o processo histórico se repetindo com uma roupagem e linguajar novo, mas a dinâmica da opressão continua a mesma de Ninrode, Adoni-Bezeque, Nabucodonosor e os lideres religiosos do tempo de Jesus.
Há uma multidão de 'religiosos' cuja maior heresia é o desespero para não escandalizar a cultura com o Evangelho, enquanto assistem, anestesiados e cúmplices, ao deboche diário que essa mesma cultura cospe na face de Deus.
O clamor por santidade é uma ofensa aos religiosos mornos e estéreis. Estes exigem conformidade porque esse clamor perturba o seu sono. Banham-se na ilusão carnal de que podem acariciar o pecado durante a semana, prostituir-se com o mundo e, no domingo, erguer mãos sujas para dizer: 'O Senhor está conosco!'. A busca por santidade expõe a nudez espiritual e a falsa paz dessa geração apóstata.
A nova educação familiar, a quebra dos valores éticos, morais, cívicos e religiosos, junto com a perda de responsabilidade, despreparam os indivíduos adolescentes rasos, para o enfrentamento do mercado de trabalho, na fase adulta. Na verdade este é o retrato social caótico que estrangula todas as opções de emprego. Quando qualquer empresário busca para contratar, uma mão de obra competente. A demanda de bons trabalhos existem mas o que existe também, cada vez menos, são profissionais iniciantes com o mínimo de valores e habilidades aceitáveis. Em uma escala evolutiva dos despreparados, tem por verdadeiros vilões a família, a nação, a escola e a sociedade.
Algumas centenárias irmandades católicas, como alguns antigos terreiros religiosos de matrizes africanas de negros libertos participaram de forma ativa para angariarem fundo para a compra de alforrias durante o período escravocrata brasileiro. Por que as rendas obtidas pelos escravos de ganho, eram muitas das vezes irrisórias por que a maior parte ficava com os senhores proprietários dos escravos. Existiam também fidalgos e senhoras que faziam doações em dinheiro, para a causa mas eram muito raro.
