Poemas Reflexivos
Imagine você andando com excesso de carga em suas costas; você não vai muito longe, e se for ficará esgotado e sem forças. Assim é nossa vida emocional, temos que estar atentos para não carregar aquilo que não suportamos. Devemos ter zelo e nos vigiar para não sermos atingidos pelos excessos que outros poderiam acrescentar. Podemos ouvi-los e auxiliá-los mas não permitir que seus exageros nos contaminem.
A maioria das coisas realmente emocionantes que fazemos em nossas vidas nos assustam muito. Elas não seriam emocionantes se não nos assustassem.
"Devemos ser cordiais como o sol, ele reconhece que cada um tem sua hora de brilhar, mesmo sabendo que a lua depende dele."
Seja qual for o custo de nossas bibliotecas, o preço é barato em comparação com o de uma nação ignorante.
Às vezes, você lê um livro tão especial que quer carregá-lo com você por meses depois de terminar apenas para ficar perto dele.
Todos nós somos sozinhos, nascemos sozinhos, morremos sozinhos, e - apesar das revistas True Romance - um dia olharemos para o nosso passado e veremos que, apesar de nossas companhias, estivemos sozinhos o caminho todo. Eu não digo solitários - pelo menos não o tempo todo - mas essencialmente, e em última instância, sozinhos.
Nós não crescemos de forma absoluta, cronologicamente. Nós crescemos às vezes em uma dimensão, e não em outra; de forma irregular. Nós crescemos parcialmente. Somos relativos. Somos maduros numa esfera, infantil em outra. O passado, presente e futuro se misturam e nos puxam para trás, para frente, ou nos fixa no presente. Nós somos constituídos de camadas, células, constelações.
Aquele que quer continuamente “se elevar” deve contar ter vertigem um dia. O que é vertigem? Medo de cair? (...) Vertigem não é medo de cair, é outra coisa. É a voz do vazio debaixo de nós, que nos atrai e nos envolve, é o desejo da queda do qual logo nos defendemos aterrorizados.
Por um lado, eu acredito em fantasmas, mas eles são criados por nós. Nós nos assombramos, e às vezes somos tão bons nisso que perdemos a noção da realidade.
Há, talvez, muitas causas pelas quais vale a pena morrer, mas para mim, certamente, não há nenhuma que justifique matar.
"Não confundir o riso fácil, com a gargalhada estratégica é a melhor forma de reconhecer, quando estamos diante de alguém capaz de esconder tristeza, e de expor sua alegria"
Existe em cada um de nós um ser terreno e outro celestial.
O terreno, que é animado pelo ego, age de modo a dar prioridade ao mundo físico, regido pelas aparências; já o celestial é animado pela alma a despertar em si a imagem e semelhança do Sagrado. Este ser celeste aprende com o Soberano Juiz da Existência a lidar com o mundo material sem se prostrar aos seus encantos, elevando-o a espiritualidade, rendendo graças a Soberania divina através de suas ações. A Gratidão é a mais nobre das ações de graças.
Toda a alegria vem do amor, e todo o amor inclui o sofrimento, inclui fases ruins, inclui brigas e sofrimento. Não há felicidade que não venha com um pouco angustia. Você não pode esperar um arco-íris sem um pouco de chuva, certo?
Às vezes fico triste, não por mim, mas pelos outros, porque não entendo a necessidade de humilharem as pessoas. O tempo todo! Não é divertido. E dentro de nós existe um silêncio, porque simplesmente não nos importamos ou fazemos que não nos importamos.
O riso é vinho para a alma - riso suave, ou alto e profundo, tingido com seriedade - a declaração hilariante feita pelo homem que a vida vale a pena viver.
