Poemas que Falam quem eu sou Evangelico
Defina-me
Correntezas passam na minha mente
Sempre e em velocidade constante
Sou um fluxo de emoções
Mas não sei que caminho seguir
Por fora total segurança
Por dentro quem reina é a desconfiança
Olho para tudo
Mas não vejo nada
No escuro é possível
Ter clareza
- Não posso me sentir bem -
Vamos venha, chegue mais,
Finja que sou o gênio da lampada.
Me fale quais são seus desejos,
Já que você de tudo reclama?
Te darei 3, mais só 3 segundos,
Venha logo, não duvide dessa.
Afinal não é você que tanto fala
" Vamos logo meu caro, saia dessa "
Já me pediram muito e foi tanta coisa,
Que as vezes nem eu mesmo sei,
Se foram vocês que me deram a demanda
Ou eu mesmo que me aprisionei.
Então venha, peça, deseje
Me diga tudo o que lhe incomoda.
Me peça tudo, Mais não me peça para rir,
Alegria falsa é somente para idiotas.
" Oh, porque essa tristeza, o que não lhe convém? ''
Desculpe a desculpa, mas nessa forma Irresoluta,
Não posso me sentir bem.
Sou um pouquinho de tudo, sou sorriso, sou lágrima, sou abraço, sou saudade. Sou como uma menina que sonha, que acredita, que se ilude algumas vezes, mas não desiste, mesmo quando estiver triste.
Perco-me ao contemplar o céu com sua beleza e imensidão, o por do sol, um dia de chuva que trazem-me inspiração, palavras surgem dentro de mim, são poesias que me fazem rir, alegram-me o coração.
Sou poeta, tento encontrar-me no som das palavras, na melodia de uma canção, na esperança de um novo dia, no encanto da imaginação.
Só sei daquilo que sinto.
no resto não sou, nem existo.
nada sei, do que não sinto
nem dos lugares onde não estou.
Sereia,
Ah, Sereia
Me encontre,
Sou um caso a parte
Prole da arte
Vem, Sereia
Sente comigo
que eu te encanto
Eu preciso de ti, Sereia
Não sei como me expressar
loucura
paixão
amizade
tenho comigo que é tudo isso junto
Adaptemos, oh Sereia
O amor bate cada vez mais tarde na porta
mostre seu amor, Sereia
nunca leve, Sereia
Me leve,
Sereia.
2011
Me sinto distante
Não sou como antes
Sou um mero errante
Que merece morrer.
Fiz coisas erradas
Dei minha alma por nada
Do longe uma estrada
Eu logo avistei.
Segui essa estrada
Vi uma encruzilhada
De longe um fantasma
Me disse vem cá.
Me fez uma proposta
Que eu pago agora
Com muita discórdia
Eu me encaminho pro fim.
Sou louco, mas aos poucos me torno são;
Sou um anjo, mas as vezes viro um dragão;
Sou um marinheiro, mas as vezes prefiro o chão.
Posso ser tudo, mas antes de tudo sou nada.
Menino Velho
Não sou um cara esperto
Tão pouco um gênio
Pois se me visse de perto
Veria que não sou assim
Não quero ser
maior ou melhor que ninguém
Quero ser eu mesmo
E se isso me torna diferente
Por mim que assim seja
Não sou um cara esperto
Pois se me visse de perto
Veria que sou um jovem
Com mentalidade de um velho
Nunca senti minha inspiração se esgotar...
Sou bem resolvida com os versos e inversos da poesia que, decido ser e fazer-me todos os dias!
Portanto, que nunca me falte a força do lirismo nos varais da minha vida prosaica para muitos, mas, tão inteiramente intensa para mim!
VOLIÇÃO
Que tudo o que fui e tudo o que sou
Não se perca no tempo...
Que o espelho de mim reflita a um futuro breve
Não melancólico, ou triste, ou amargo,
Mas numa doçura leve...
Que o amor que tenho não seja esquecido
Como uma flor morta sobre a terra,
Mas que o lembrem para a eternidade...
E, de mim, do meu corpo,
Que os ventos o espalhe como cinzas ao mar!
DEIXE ME
Meu bem deixe me dizer
Desse meu sol ser,
Pois sou como sol...
E como o sol precisa do céu eu preciso de ti...
Você é o meu céu...
Não importa quantos corpos eu aqueça
Nunca se esqueça...
Não importa quantos olhos eu faça reluzir
Não importa quantas bocas,quantos sorrisos
Eu sou como sol...
Não importa quantas estações
Quantos corações...
Meu céu é você...
Céu, do meu ser sol!
ARREDIO
Sou beija-flor a suplicar lhe o néctar
Sou sol ameno a acariciar lhes as pétalas
Sou poesia escrita em tabuletas sem valor
Sou vaso de barro vazio e as vezes arredio
Mas sempre aberto e pronto
A se encher e transbordar de AMOR.
AS VEZES ME VEJO ASSIM
O homem que sou é assim
Pequeno e de breve fim...
Um sopro, afresco a desbotar
Só quero o que quero no instante
Contraditório inconstante
Vivendo a se apaixonar
Meus versos são tão assimétricos
Sem rima, sem clima, só verso
Reverso no meu universo...
O homem que sou é assim
Poesia livre não cativa
Rota louca incompreendida
Regando a vida fugaz
Jorrando sem hora e nem dia.
sou uma fugitiva
dos sentimentos mais escuros
devo ficar escondida
nos poços mais fundos
em meu coração
arde uma dor
Grande descepção
clamo oh senhor
por que tamanha angustia?
tristeza de repente
morasse eu numa cidade rustica
ou quebrasse minha a lente
mas é uma dor inexplicavel
felicidade inatingivel
um desconforto nada amigavel
é terrivel..
se pelomenos pudesse eu conversar
com aqueles de quem me escondo
quando sinto que vou chorar
Mas quem entenderia
Algo tao sem sentido
De mim riria
Mesmo um desconhecido.
FRUTO DA CRIAÇÃO
Sou fruto da criação
de sábios progenitores
cultivado com sacrifícios
crescido sem dissabores
infância de maravilha
juventude de amores
vividas na plenitude
sem traumas e sem rancores
sou fruto da criação
de sábios progenitores
Asas ao Sol
Quando te olho sou menina
São as asas que me faltam
É o ar que não respiro
Avalanche de loucura em que me acho
E um pânico pueril do primeiro dia
Do primeiro beijo
Alegria esquisita de querer e não querer
Um temer sem se provar
Semear sem ter certeza do que brota
Quando você chega nada termina
Tudo é começo
Tudo é mar e brisa de primavera
Alto-relevo da sensação que não descrevo
Não me atrevo
Os pés que não se movem
A boca que não cala e se cala sem cessar
Quando você está eu permaneço
Quando você sorri
Esqueço que me faltam asas
E saio a voar
Arte
O meu sentir sempre foi uma arte, mas não daquelas que você compreende. Pois sou toda abstracionismo lírico, não se pode comparar com essa realidade. Tudo que represento é sobre meu exterior, o máximo que você pode fazer é admirar, pois o definir não cabe em mim.
Já dizia minha bisavó:
Dificilmente
Encontrarei
Algo no chão
Pois sou mulher
De andar
De cabeça
Erguida
Ah! Quanta sabedoria!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
Dor existencial – 2
Aspirante a poeta, em versar sobre o ser
Oque sou, o que serei, para onde vou
Em ebulição com o devo e não devo fazer
Minhas origens, o passado, presente e futuro
Me encontro no meio da linha do tempo
Olho e vejo dois eus, o fui e o que sou
Mas entrementes um eu terceiro surgindo
O que serei, escolhas que afetarão a terceiros
Penso em minha nobre estirpe
Sigo seus passos, ou faço os meus
Começo a crepitar, pássaros em tumulto
Me atormentam e me questionam
Nessa bifurcação paralisei
Efêmeros eus, efêmero ser
Em consternação gritei
Serei eu a dona do meu viver!
Sou perseguidora
Das palavras
E as palavras
Por sua vez
Me perseguem
Saltam diante dos meus
Lindos e ávidos olhos
Se jogam em meus dedos
Se inserem em meus pensamentos
Daí escrevo como ninguém
E vão surgindo escritos e mais escritos
Textos e poemas
Poesias e versos
E tudo o que meu coração mandar
Porque de mim saem emoções e sentimentos
Palavras e palavrões
Enfim palavras que dão para escrever
A história da minha vida
Minha tão sonhada biografia
Esperada há tempos
E espero usar as palavras certas
Pois certas palavras, talvez erradas ou não
São necessárias para descrever
A minha amplitude
Magnitude
Inquietude
E tantas virtudes
Sei lá, tudo o que está dentro
Da minh'alma e coração
Talvez uma história sem pé e nem cabeça
Mas o que vale é a intenção!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
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