Poemas que Falam quem eu sou Evangelico

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“Pessoas que fingem ser espertas, com o tempo perdem a importância pra mim. Admiro quem é de verdade, quem sonha e realiza o IMPOSSÍVEL.”

-Aline Lopes

"Engana-se quem acha que estou à procura da metade da minha laranja, se não vier inteiro para mim ‘MEU BEM’ passa despercebido."

-Aline Lopes

"Já fui fraca, hoje aprendi com todos os meus tombos, todas as decepções que é forte quem permanece em pé... Sendo assim, não me levanto mais, porque não me permito cair."

-Aline Lopes

"Um dia repleto de amor, luz e paz. Que Deus abençõe a todos e ilumine os corações de quem perdeu a vontade de sonhar e desfrutar de sua plenitude."

-Aline Lopes

"Só quem já provou do veneno amargo das palavras, conhece o valor adocicado do silêncio."

-Aline Lopes

O problema não é a morte, mas a dor
A dor de quem fica
A dor de quem vai
A dúvida que nos consome
A saudade que acompanha quem ficou.


Quem se foi, daqui não mais será
Donde está, colhe seus frutos
Mas quem ficou,
A falta machuca
A saudade espanca
A negação maltrata


Por fim, o fim chegou
Levando um personagem
Deixando um quadro escrito a giz
O tempo dá conta do resto
Mas o que de fato ficou?

O que faz ela ser quem ela é?
Sua essência, seu humor, seu jeito de ver a vida e seu jeito de me ver.

Seus sonhos e sua vontade de alcançá-los. O prazer de estar ao lado dela, de poder apoiá-la.

A beleza que não pode ser removida, sua beleza de alma, que eu vejo.

Pois vejo mais do que o mundo pode me mostrar, eu a vejo com o coração.

" O fundamento do Evangelho é Cristo… Ele é quem sustenta a vida.
A árvore só dá fruto porque está enraizada no fundamento correto… não é o fruto que sustenta a árvore.
Deus não pede fruto para dar vida… Ele dá vida para gerar fruto."

Meu doce encanto, quem será aquele alguém que passou por mim?
Meu doce encanto, aquele olhar penetrante que vibrou em minha direção.
Meu doce encanto, passou feito um tornado e rapidamente desapareceu me deixando confusa, por onde você está?
Me tocasse apenas com o encanto e com o brilho do seu olhar.
Agora estou perdida nesse encanto e não sei explicar.
Será loucura me perder no encanto do seu olhar?!

Solidariedade


Ajudar quem precisa
É plantar um bem maior.
Um gesto pequeno hoje
Pode mudar muito ao redor.


Solidariedade é partilha,
É pensar também no outro.
Quando muitos dão as mãos,
O mundo fica mais solto.

Respeito


Respeitar é saber ouvir,
Mesmo quando quero falar.
É tratar bem quem está perto,
E também quem vai passar.


Cada pessoa é diferente,
Mas merece consideração.
Respeito é a ponte firme
Que liga coração a coração.

Quem já atravessou o próprio abismo sabe: o equilíbrio não se alcança, se habita por instantes. É quando a alma pousa, o coração desacelera e a vida parece, por um segundo, caber nas mãos. Há quem confunda esse intervalo com vitória, mas quem vive intensamente entende: a calmaria é só o fôlego antes da próxima onda. É o espaço entre o desespero e o recomeço, o instante em que a alma recolhe o que sobrou para continuar.

(Douglas Duarte de Almeida)

Rasgou as velhas roupas do passado como quem corta cordas invisíveis. Cada fio que caía era um sopro de liberdade, uma promessa de si mesmo que não se enrolaria mais em nostalgias fáceis. O prazer momentâneo sussurrava em cada canto — o chamado das mesas cheias, dos abraços sem compromisso, dos consolos rápidos — mas ele fechava os ouvidos.

Escolher o melhor para si é coragem que não se veste de glamour. É se colocar inteiro diante do mundo e dizer: “Não mais me contentarei com migalhas, mesmo que doces.” Há uma dor doce nisso, um aperto nos ombros e no coração, porque renunciar é um rito silencioso que só o próprio corpo entende.

Mas há também poesia no sacrifício. Cada passo para longe do que não serve é um avanço rumo à plenitude que ninguém pode roubar. É o gosto de um vinho guardado, saboreado depois de anos, ou o perfume das flores que crescem em solo inesperado, intenso, solto, sem pressa.

Ser gentil consigo mesmo não é indulgência; é firmeza. É reconhecer que você merece o melhor, ainda que seja caro, ainda que seja solitário, ainda que precise atravessar tempestades interiores. É aceitar que a reconstrução dói, que a vida não se repete nem se empresta, e que a cada manhã há um pedaço de você que renasce.

Reviver é isso: um gesto íntimo, visceral e silencioso. É dançar com suas próprias feridas, abraçar a coragem que faz do abandono do velho uma vitória e da escolha consciente, o maior dos prazeres.

Quanto custa ser o que se é? Pergunta besta, mas incômoda. Quem já se olhou no espelho com a suspeita de que o reflexo sabe algo que você insiste em negar sabe: a resposta dói antes de chegar.

A culpa se aloja em cada gesto ousado, em cada palavra engolida, nos silêncios que preferimos. Ela é pegajosa, insistente, um lodo que adere à pele e ao pensamento. A liberdade, por outro lado, chega quase sussurrando e exige preço: ser inteiro, visível, irreversível.

Ser quem se é significa viver com a língua raspando as feridas da própria alma. Admitir que cada escolha, mesmo mínima, é uma cratera na qual a culpa pode se esconder — e que ainda assim, é ali que respiramos.

A culpa se veste de memória; a liberdade, de coragem. Oscilamos entre elas. Algumas vezes, a culpa nos segura pelo tornozelo; outras, a liberdade nos carrega pelo peito, nos atirando contra o céu.

Ser quem somos não é leve. Não é fácil. Não é barato. Mas o preço, cada suspiro, cada nó na garganta — vale mais que fingimento, mais que qualquer paz comprada com silêncio ou complacência.

No fim, o duelo nunca termina.
Mas existe algo de radicalmente bonito em atravessar essa colisão entre culpa e liberdade: sentir cada choque, cada fissura, cada centelha — e ainda assim continuar inteiro, pulsando, crua e irreversivelmente vivo.

Há dias em que algo dentro da gente desperta como quem encosta a mão numa ferida antiga e, pela primeira vez, não recua. Vem uma lucidez quieta, dessas que não fazem barulho, mas deslocam tudo por dentro. Uma compreensão branda de que a vida é feita de tentativas — algumas inteiras, outras tortas — e que não há vergonha alguma nesse descompasso.

Fiquei pensando no quanto a gente insiste em sustentar a pose de quem acerta sempre, quando, na verdade, o amor se constrói é na hesitação. No passo em falso. No gesto que sai pela metade, mas ainda assim diz tudo. Amar é caminhar sabendo que o chão cede, que o corpo treme, que o coração desobedece. E, mesmo assim, continuar.

Há algo de profundamente humano em admitir que não damos conta de tudo. Que tropeçamos nos próprios medos, que às vezes derrubamos o que queríamos proteger. Essa honestidade silenciosa — a de reconhecer nossas bordas — abre um espaço onde o outro pode respirar sem performance, sem armadura, sem exigência de perfeição.

No fundo, acho que a beleza está nesse acordo invisível entre dois inacabados: a permissão de ser falho sem ser abandonado. A coragem de mostrar a rachadura e confiar que ela não será usada como arma. O abrigo construído não pelo acerto, mas pela delicadeza de tentar de novo — e de novo — mesmo sabendo que não existe garantia alguma.

E talvez seja isso que mais me atravessa: a percepção de que falhar não nos faz menores. Às vezes, é justamente o que nos torna verdadeiros. Porque só quem aceita o próprio desalinho consegue amar com profundidade — e permanecer, apesar das quedas, com uma força que não se aprende, apenas se vive.

Quem se acha justo demais corre o risco de se tornar cego para os próprios erros.
E no fim, não é o senso comum que revela a verdade…
é um coração quebrantado diante de Deus.

⁠"⁠É inexplicável quando estou com você. Quem me dera se as palavras ou as poesias conseguissem expressar tamanha sensação;

É inexplicável quando eu olho para você. Nem as obras de Van Gogh ou as pirâmides de Guizé receberiam tamanha contemplação vindo dos olhos meus;

É inexplicável quando eu sinto o teu cheiro. Nem os maiores campos de Jasmim conseguiriam produzir um cheiro maior que o teu;

É inexplicável quando o meu rosto toca o seu. O mundo para e eu paraliso. Paraliso diante de tamanha perfeição que dispensa qualquer definição."

"Corrida da Vida"

Você tá atrasado pra quê?
Ou pra quem?


Corre como se tivesse um destino,
mas nunca parou pra escolher o caminho.
Quer chegar logo,
chegar antes,
chegar primeiro —
mesmo sem saber onde isso termina.


Em algum momento,
você entrou numa corrida que não escolheu.
Só viu todo mundo correndo,
prometendo sucesso, aplauso, dinheiro,
uma casa certa, um carro melhor,
alguém perfeito pra amar.


E você correu.


Corre atrás de um nome,
de um saldo,
de uma vida que parece completa
nas mãos de outra pessoa.


Mas toda vez que chega,
já não é mais ali.
Toda conquista vira ponte,
nunca lugar de descanso.
Você compra o sonho
e já pensa no próximo.


Nem mora na casa.
Nem dirige o carro.
Nem vive o amor.


Só corre.


E quanto mais corre,
menos sente.
Quanto mais tem,
menos aproveita.


No esforço de se tornar alguém,
vai deixando quem você é pelo caminho.
Larga o tempo,
larga o agora,
larga a si.


No fim, você entende tarde:
a vitória nunca foi chegar.
Foi permanecer.
Foi viver.
Foi não abandonar
o que te fazia inteiro.


Mas… fazer o quê?
Hoje o mundo é assim.
Corre, cobra, compara.
Transforma sonhos em metas
e pessoas em degraus.


A gente até percebe,
mas aprende a aceitar.
Diz que é a vida,
que é normal,
que amanhã a gente vive melhor.


E segue.
Cansado.
Vazio.
Chamando de progresso
aquilo que só ensinou a correr.

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'A indesejada morte
É uma injustiça
Não contra quem morre
Mas contra quem fica'.

Eduardo de Paula Barreto


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Hoje acordei, e o Diabo, sentado aos pés da minha cama, disse-me:
“Ama — como quem já não tem tempo.
O inferno não é a ausência de amor,
mas lembrar que podias amar e não quiseste.
Nem Deus te salva do que deixaste de viver.”