Poemas que falam de Sentimentos

Cerca de 112839 poemas que falam de Sentimentos

⁠Sabia assoviar, dar beijinhos, caretas,
Causar tremelique, espalhar em sigilo,
Alegrar piquenique,
Berrar sem barulho,
Derrubar pau a pique,
Enfeitar pedregulho.

Inserida por michelfm

Esplendorosa,
A vertente talentosa,
A dissolver,
Com a Tristeza Oculta num Sorriso Púrpura.

Inserida por michelfm

Tristeza Oculta num Sorriso Púrpura

Uma pose inovadora
A cada enquadro,
A insensatez projeta
Algo irrefreável.

Caretas reveladoras
Num autorretrato,
Somos o resultado
Deste incidente planejado.

Ardilosa, perspicaz,
Astuta, encantadora,
A Tristeza Oculta num Sorriso Púrpura.

Torrentes de acusações
Infundadas,
Cafunés em subsequentes
Saraivadas.

Nossas birrentas
Carícias dolorosas,
Atestam a teimosia
Da inconveniência reprimida.

Inserida por michelfm

Vem raivosa,
Destemida ruidosa,
A irromper,
Com a Tristeza Oculta num Sorriso Púrpura.

Na torrente esmagadora,
De saraivadas indefensáveis,
O dilúvio se apresenta desnutrido, Enquanto a arca é dedicada
Ao supérfluo imperial.

Esplendorosa,
A vertente talentosa,
A dissolver,
Com a Tristeza Oculta num Sorriso Púrpura.

Inserida por michelfm

⁠Derrepente me bateu uma tristeza
Uma sensação de solidão
Derrepente um vazio
Abraçou meu coração.

Parece que estou no frio
Ta tudo tão gelado aqui
Parece que a neve do Alasca
Tomou conta de mim.

Será que é em vão tudo
oque estou a passar ?
Será mesmo que tudo isso
Um dia irá se acabar?
Ou estou lutando e não vou obter solução..
Não terei como ganhar?

Preciso acreditar que tudo isso
Vai ter um fim
Não posso deixar de crer
Que Cristo está por mim..

Pois a bíblia diz que
Aquele que nele crer
Tudo será possível, sim.

- Joseanne Karla Rodrigues

Inserida por JoseanneKarla


Encontro da razão

Os pensamentos buscam nos sentimentos formas de amenizar dores infindas...
A emoção vence a razão que ensaiou milhares de vezes, "se conter". E a razão cai, inerte, quase que sem vida, depois de uma batalha para manter a altivez.
Em desequilíbrio saí a razão que perdeu pra emoção que se desfaz em lágrimas.
A razão sonhou vencer, mas foi nocauteada com golpes certeiros de ingratidão, desafeto, solidão e desdém.
Muito embora a razão tenha perdido mais uma batalha, ela se fortalece para a verdadeira guerra, que só será vencida o dia que seu amor próprio treinar seus sentimentos a se colocarem atrás de você. Por que enquanto os sentimentos e a emoção te nocautear sua razão estará perdida..

Inserida por Fialho10

"EVANGELHO" é boa notícia
Uma boa notícia
Alegra , dá esperança e paz
Do contrário, não é evangelho
Mas condenação...

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠eu tentei expressar meus sentimentos ,na tentativa de ti atigir , pra despertar em você o desejo de me encontrar nas pausas desta canção ,
A melodia leva cada impulso do que sinto ,
Do que sinto por você.
Nesta canção quero te trazer de volta pra mim .
Na esperança de nossa música ,nunca acabe que as notas sejam eternas em nós ,,,,dois.

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠ o destino covarde sem amor
que não tem sentimento
levo o que mais importa nessa vida porque sabe que fará falta
o que amamos e de tão sagrado que daríamos a vida para ter de volta
mas o cruel e malvado destino leva sem olhar para trás
parte e deixa um coração partido cheio de saudades do que mais amava nessa vida
hoje são noites e dias de Lágrimas que nunca se esgotam o pranto desejando ter de volta
o que o destino insensível roubou levando para longe

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠ Qual a um Boêmio
nas noites a cantar minha alegria noturna
nos braços da noite que me embala pelos bares da vida
eu e um velho e afinado violão
numa mesa cantando canções em versos poéticos
sob os acordes dedilhados afletar com a dama da noite
com quem me deitarei
antes que a noite se despeça Seremos um
até que ambos se esgote
e bem cedo quando o dia nascer
o Boêmio precisa sair
sem se despedir da dama da Noite e se vai o Boêmio

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠ a tristeza é como uma casa
onde nos levantamos no escuro e procuramos acender a luz
e descobrimos que não há luz procuramos a porta para sair ou para que a luz lá de fora entre
mas descobrimos que não há porta na casa
então tateamos as as paredes no escuro tentando encontrar uma janela mas também não a janela na casa então nos sentamos no chão frio gelado no escuro da casa
e descobrimos que não a casa
é só nossa tristeza criando ilusões para nos enganar

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Escrevo versos de triste saudade com lágrimas nas folhas do meu coração
Lavo minha tristeza com águas do meu rio de pranto que chora sua falta
Compondo meus triste poemas
Suspirando fundo sua falta .

Saudade

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠É triste se apaixonar por alguém
Que não te enxerga
Alguém que espera por um semideus ou um príncipe encantado
E você sabe que é só um ser humano apaixonado
Que entregou o coração pra ser feito em pedaços
É triste amar e ser feito de palhaço
Ser sincero e verdadeiro
Enquanto é humilhado
É triste ama a quem não se importa
Com o amor que está acima de todos
E ignora os sentimentos de quem ama
Pois quem ama não espera nada além
Do próprio amor
Por que quem ama
só ama com toda a vida como único bem de valor...

Desilusão

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Se amar é um crime
Culpado sou por sentença
Cumpro minha pena
Com alegria e prazer
Afinal criminoso sou por amar você...

Criminoso

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Neste tempo que recebe com pressa o futuro o tempo se encurta e os sentimentos são futilidades que só atrapalham a corrida futurista
O amor é deixado de lado esquecido assim como os poemas empoeirados
Quem tem tempo pra amar
O futuro chegou e tem pressa
Acelera a vida que passa num piscar de olhos sem que perceba já passou no futuro não haverá tempo pra vida
Quem dirá pro amor
E os poemas no futuro não existirão
E os poetas esquecidos passam despercebidos é só mais um perdido na multidão que correm de um lado para o outro em busca do futuro
Futuro sem tempo que nem a vida consegue viver
E o amor é pura besteira coisa de românticos que não tem o que fazer
Perdem tempo olhando detalhes que ninguém vê
Pintando e colorindo a vida são sonhadores estes que só atrapalha na corrida futurista estes bobos apaixonados são só poetas romantizando tudo
No futuro não há tempo pra amar
E pelo visto não há tempo nem pra vida.
Perdidos no futuro

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Se você tiver que chorar, chore e despeje toda sua dor e tristeza,
Se você tiver que rir, sorrir e seja feliz, se emocione
Nenhum choro dura para sempre
Nem um sorriso dura uma vida inteira...

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Se não houvesse amor, o que seria da vida?

A alegria de um sorriso apaixonado

O abraço afetuoso

A saudade que se alegra com a chegada

O que seria da primavera sem amor, sem as cores apaixonantes das flores da borboleta amorosa

O que seria da vida sem amor

Sem o calor de um canto aconchegante de dois apaixonados

De poemas onde os versos se declaram

E dos poetas que amam as palavras que rimam amor

O que seria das canções dos cantores das noites boêmias de samba no balanço encantador das mais belas sambistas

Dos encantos da arte da inspiração dos artistas

O que seria da vida sem o amor como arranjo para enfeitar e se ver no brilho do sol no brilho da lua junto com as estrelas para romantizar a noite dos apaixonados

O que seria da vida se não houvesse amor para amar.

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Em uma época de Natal onde todos comemoram em suas casa com a mesa farta em uma atmosfera de alegria e felicidade
Havia uma idosa bem velha em sua casinha velha e humilde com um semblante cansado e tristonho
Que ficava na janela como se esperasse por alguém todos os natais eram assim
Muitos a via lá na janela mas ignoravam é só uma velha
Ao chegar a noite era possível ver as casas cheias de luzes brilhar as famílias alegres cantando músicas naftalina
A velha idosa fechava sua janela apagava suas luzes e deitava pra dormir
O Natal passava e as pessoas voltavam a suas rotinas e assim a vida seguia seu curso como um rio
Um dia as vésperas de um Natal a velha idosa morre
Todos se juntam movidos pelo espírito natalino e fazem uma coleta e assim entram a velha que não tinha ninguém
O Natal chega o grande dia em que todos se alegra
Então já se aproximando da tarde do dia de Natal
Uma carruagem imponente e chique para em frente a casa da velha idosa e sai um homem bem alinhado e com ar de grande bate na porta
E derrepente chama inquieto mamãe cheguei!
Uma vizinha com ar de estranhamento
Pergunta senhor o que deseja
E o homem arrogante e imponente responde
Em curto tom
Por minha mãe
Ela mora aqui
A vizinha educadamente é com muito jeito o relata
Sua mãe faleceu dois dias atrás e nós nós juntamos fizemos uma coleta e a enterramos
E desde então a casa está fechada com os pertences dela
Ela entregou a chave
O homem entrou
Tudo estava arrumado e limpo
Fotos dele com sua mãe quando era um jovem rapaz
Hoje já um homem maduro de meia idade
Lamentou sentado aos pés da cama por um tempo
Sai devolveu a chave e partiu dizendo que não voltaria mais com os olhos em lágrimas.

O último Natal

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠É triste que o amor seja impossível quando acordado
E que o amor só é possível em sonhos. Eu nunca quero acordar só para amá-la nos meus sonhos, onde o impossível existe e o amor é livre, onde ninguém pode me impedir de amá-la.
Eu vou dormir e nunca mais quero acordar, minha realidade será um sonho onde nada me impedirá de amá-la.
Marcio melo

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Larguei o ego, expulsei o narcisismo
Deixei a tristeza na sarjeta com uma farra da própria angústia
Desfiz-me das fantasias e ilusões passageiras desta vida e do peso que carregava nas malas; libertei-me assim como dos vícios que me prendiam a um desejo insaciável que nunca saciei
Libertei-me das toxicidades que sorriam e diziam ser companhia e agora sou livre, vejo-as de longe, elas não me aprisionam mais
Não vivo nas sombras; agora tenho a luz que nutre minha consciência e meus pensamentos me permitem refletir racionalmente
Posso questionar e opor-me livremente ao que não me prende mais.

Inserida por marcio_henrique_melo