Poemas que Fala sobre Adeus
Eu descobri,
que nós somos como o preto e o branco,
diferentes e iguais ao mesmo tempo,
estranho, mas nos completamos,
e isso me deixa louco,
mas nunca vai mudar,
esse laço entre nós está perpetuado nas rés do destino e assim continuará até a eternidade,
por mais que pareçamos errados aos olhos de terceiros, aos nossos olhos parecemos exatamente o contrário,
eu vejo-te como a peça que faltava no meu ser,
e o que sinto por ti chegou e absorveu tudo o que encontrou como um buraco negro supermassivo;
desconheço o que sentes ao olhar para mim,
sinto que seja o mesmo, mas, tu não exteriorizas,
bem, nem eu,
e isso que faz com que pareçamos iguais,
como o preto e branco,
um anula o outro, mas nós decidimos nos abraçar.
Me perdi,
No abismo profundo da escuridão,
Te vi em meu lado,
Te faço sorrir,
Te deixo feliz,
Te ajudo a saí,
Você consegue, mais, ainda estou lá,
Tu esquece que a escuridão me persegui,
Até que uma hora fico, Cada vez mais feliz com você no meu lado,
E toda a escuridão se vai,
Me apaixono por ti cada vez mais,
Fico completamente fascinada pelo teu sorriso,
Fascinada por ti,
Fascinada pelo seu jeito de pensar,
Por se encaixa completamente em mim,
Te abro o meu coração a ti, e denovo entro na escuridão profunda,
E você está lá em meu lado,
E denovo quero ti deixar feliz,
E denovo me machuco.
Falta
Podem falta palavras
Pode falta sentido
Pode falta silencio
Pode falta lembrança
Podem falta rações
Pode falta o ar
Só não pode falta você.
Olhos de um estranho
A ti ,criatura vil que habita em meu peito.
Aqueles olhos incertos,inquietos e distantes
mas quando se prende aos meus
se tornam belos diamantes, luminosos, penetrantes que não posso descrever com perfeição.
São bravos à primeira vista,
que à fúria faz alusão;
Ás vezes são preguiçosos ou zangados sem motivo ,sem razão ;
São sombrios em seguida como um mar negro de solidão.
Mas se eu tento olhar com mais cautela, eles se tornam fontes ,fontes meigas de inspiração,ramos floridos da prima-vera.
Às vezes até me desconcerto tentando disfarçar a emoção, vê-los assim tão de perto, faz pulsar forte o coração.
Oh ,aqueles olhos ..
Meus olhos de tentação, quero senti-los todos os dias, sua luz ,sua paixão.
Qual o sentido de amar ?
Amor é um fraqueza, não se apegue a ninguém e você não se machucará.
O amor é uma droga, tão perigosa quanto a cocaína, ele vicía, te mata pouco a pouco. Você pode tentar se livrar, mas ele já vai está consumado em suas entranhas, o amor é uma droga alucenógena,
Quem é o vilão?
Um vírus chegou do nada
Abalando tudo
Sem saber o que fazer
As pessoas ficaram trancadas.
A saudade ficou mais forte
Famílias abaladas
Pra escapar
A única solução parecia ser a sorte.
Muito se falou em empatia
Tudo ia ser diferente
Que a dor do outro
Também doía na gente.
O vírus ficou
E continua como antes
Cadê um com seus problemas
Coitado de quem se lascou.
Quem será o vilão
Um vírus invisível
Ou uma nação visível
Sem compaixão?
A lança...
Um dia me perguntei será que existe alguém pra completar o que Deus fez? Certamente existe,foi o que o meu coração disse então procurei alguém pra ser meu lar.
Acontece que quando aparentemente a encontrei foi algo tão mágico que eu nem pude acreditar.
Meus olhos ficaram cegos e minha boca ficou seca eu fiquei sem poder respirar.
Pensei que fosse amor mas era paixão que se que veio tentando ficar.
Eu me entreguei de corpo e alma mas esqueci de me cautelar.Foi como uma ponta de uma lança que tu vieste me sangrar.
Hoje eu vejo que não foi você que deveria ser o meu lar.
Muita gente eu perdi.
Coisas novas aprendi.
Pessoas queridas se foram e eu por elas chorei.
Por elas procurei, e durante a minha procura nada encontrei.
A morte leva tudo de bom.
Se eu pudesse mataria a morte, mais isto não é meu don.
Minhas lagrimas caen é por elas que elas não levantam.
Dor carrego e não sei o que eles lá enbaixo enfrentam.
Em Deus eu acredito e tenho certeza que isto enfrentarei.
Mais tenho elas vivas no meu coração e por elas eu não esquecerei.
A CARAVANA DOS DESALENTADOS
Pelas estradas sem destino eles andam
Buscando um lugar pra chamar de lar
Mas só encontram nada além de espinhos
E o silêncio que os faz chorar.
É a caravana dos desalentados
Dos que perderam a esperança,
É a caravana dos desalentados
Dos que o sistema trata com indiferença.
Muitas portas fechadas eles já bateram
Muitos nãos e desculpas já ouviram
Como inúteis já se sentiram
De tanta luta já se cansaram.
É a caravana dos desalentados
Dos que enfrentam a tempestade e nada encontram,
É a caravana dos desalentados
Dos que no peito a dor carregam.
As primeiras vítimas da crise
Desse possesso mercado,
Do privilégio da elite
E do seu atraso escancarado.
É a caravana dos desalentados
Dos que buscam apenas um sustento e direção,
É a caravana dos desalentados
Dos que precisam de menos julgamento e mais atenção.
William Contraponto
Ressentidos Boçais
Em suas grandes edificações
Os ricos buscam destaque,
Numa sanha por competições
Que não há o que aplaque.
Um comportamento cuja pequenez
Revela a sua perturbação da vez.
Ao som de notas artificiais
Que ecoam em mentes vazias,
Acreditam que suas limitações intelectuais
Serão compensadas erguendo paredes frias.
Esse vazio é bem mais profundo
E não se preenche com luxos superficiais,
Esse vazio é bem mais profundo
E suas posses não os tornam menos boçais.
Viajam para lugares distantes
Num esforço tolo de parecerem sensacionais,
Tantas idas inúteis se suas mentes
Seguem obtusas e unidirecionais.
Ostentam carros imponentes
Para se sentirem poderosos,
São eternos descontentes
Guiados por instintos ambiciosos.
Na frustração e no ressentimento
Caminham para o próprio tormento.
Esse vazio é bem mais profundo
E não se preenche com luxos superficiais,
Esse vazio é bem mais profundo
E suas posses não os tornam menos boçais.
O Desafio
O desafio é diário
Para ser um sobrevivente
E não aparecer no noticiário
Vítima duma intolerante corrente.
São discursos, pregações
Pegando mentes desavisadas;
São estórias, discriminações
Estimulando as piores ações imaginadas.
Quem tem a sala estreita
Não vê nada além dela
Mesmo que janela esteja aberta
Prefere a luz da vela,
Até parece alguém acostumado
A nunca enxergar o outro lado.
Mas quando todo preconceito
Ficar apenas no passado
Ninguém será considerado suspeito
Devido a sua cor
Ou por viver o seu amor.
E o desafio se tornará
Caminho sem crueldade
Com garantia que chegará
Em favor da nossa diversidade.
O amor platônico, tão complexo e profundo,
Um caminho de dualidades que nos confunde.
Na espera, encontramos a felicidade pura,
Mas também a tristeza que nos perdura.
Dizem entender o amor, mas será verdade?
Acredito que é algo além da realidade.
Pois o amor não se compreende, se sente,
É uma jornada individual e envolvente.
Se me cativas, então te amarei intensamente,
Mas será que em seu coração deixei uma semente?
Ah, o dilema do amor platônico persiste,
Sua incerteza me consome e me assiste.
Tu me fascinas, intrigas e dominas,
Em meus pensamentos, tuas pegadas são divinas.
Será que sou teu tanto quanto és minha?
Essa incerteza em mim se aninha.
No meu coração, na minha mente, é tua morada,
Vagando pela minha alma, sem rumo ou estrada.
Até quando essa paixão indecisa persistirá?
Quero descobrir, ou libertar-me desse lugar.
Seja
o romance
que você
deseja,
porque só
ficará
do seu
lado quem
desejar
o mesmo
romance
que você.
Que nada tenha a capacidade
de fazer com que deixemos
de acreditar no amor,
e fazer com que a gente
desista de crer
que o encontraremos
na travessia da vida.
Quando você sair
em busca do amor,
desejo que ele
permita ser
encontrado,
e quando ele
te encontrar
que você
se permita
da mesma forma,
porque quando
um for encontrar
o outro não se sabe
exatamente a data,
e muito menos a hora.
As mãos vão esticadas
na altura dos olhos,
há sombras e jogos;
Recordo o gesto da Lua,
quando decidi ser tua,
a potência dos desafios
e a audácia dos sonhos.
As nuvens insurgentes
encobrem o azul
profundo do Universo,
A brisa da noite
balançando o arvoredo
me faz sentir viva,
e esbanjo expectativa.
O silêncio companheiro
inseparável mima
a previsão com sabres
do Sol rompendo sutis
a escuridão no trajeto,
é para os teus braços
quentes que me projeto.
O barulho dos motores
dos carros na vizinhança
desconcentram o transe
e a luz ainda não voltou;
por você o meu peito agita,
és a minha história bonita
e desta orquestra a melodia.
Tocam no Universo
como uma partitura
as asas do Condor,
não consigo da Lua
e nem das estrelas
que quero só meu
o teu infinito amor.
Inti me presenteou
constelações incas
que lembram no céu
a beleza do teu olhar
e a nobreza do amor
que estou a cativar
neste mundo a girar,
e que insistem parar.
Fortes são as minhas
cordilheiras que criei
para ninguém tentar
tocar em tudo aquilo
que é de inspiração
e na eterna canção
que irá nos embalar.
O amanhecer será
nosso e indomável,
a última ópera fiz
questão de escutar,
e toda hora vivo por
dentro a me preparar
para quando o amor
vier a nos encontrar.
Bem que os beijos meus
poderiam ter
asas para buscar os teus,
(Ou poderiam mesmo
até o oceano cruzar),
Do báratro escuro
que ardente oculto
para nele você se perder,
(Sem chance de fugir
ou querer regressar),
Mais forte que o passamento
para você de mim
nunca mais esquecer,
(Ou de dentro de ti vir
a tentar me apagar),
Tão méleo quanto
o mais puro dos sentimentos
para você se viciar,
(Sem querer cheguei
para em ti morar),
À espreitar a cada
um dos meus passos
como um lobo da estepe
do Oeste da Anatolia,
(Doses de café,
desejo e melancolia);
Indomável como o mar
em intermitente luar
feito a sagração poética
da primazia da primavera.
Buscando pelo amor que virá
ao caminhar nesta travessia
como fogo, paixão e ventania,
abro caminhos e traço rotas,
porque não sei quem o amor
de fato primeiro encontrará.
Renascendo com as auroras,
meus discretos motins estão
se espalhando como sementes,
e como versos nômades não
descansaram com os poentes,
eles já estão por todo o lugar.
Aceitando os sinais do destino,
certa como a Lua romântica
em noite de céu estrelado,
me encontro como música
inabalável no coração do povo
que jamais hão de me apagar.
Devolvendo o amanhecer
no teu insigne e gentil peito
estão todos os meus sinais,
e todas as minhas estações
porque o amor sem nunca
ter te visto arou as emoções.
