Poemas quando eu me Amei de Verdade
Se você me amar e eu te amar, não precisaremos da aprovação de ninguém para ficarmos juntos.
Quanto aos maus fluidos, por mais forte que sejam, não haverão de conseguir destruir o amor bonito que nós quisermos construir.
Só depende de nós.
☆Haredita Angel
"Sou uma pessoa de dentro prá fora.
Alguns me chamam irreverente , eu me chamo espontânea...
Acredito em sonhos, sonho muito e sonho alto,
à minha maneira...
Vim prá esse mundo viver, e viver bem ...
à minha maneira.
Que fique claro, tudo à minha maneira!
Quem não concordar, não é problema meu...
Sigo sempre em frente, me inventando
e reiventando-me, nescessito disso!
Sou muito complexa, não me entendo...
me perco, me procuro, me acho,
me perco de novo e...
quando enlouqueço! - ai o bicho pega
e quem tiver perto tem que deixar rolar...
Não faço nada pela metade, sou inteira em tudo!
Não sou burra..sou ingênua...
Não sou simpática...sou feliz...
Meu sorriso dôo à todos, meu choro é privilégio de bem poucos, "bem pouquinho... quase ninguém".
Não sou santa, mas a mulher que existe em mim é glorificada, em todos os sentidos...
Sou amada...
Sou divina...e tudo isso à minha maneira!!
☆Haredita Angel
"Vou viver este amor enquanto ele durar.
Depois eu me recolho numa ilha deserta à recordar..."
☆Haredita Angel
"Eu não dormia, com medo do amor chegar e eu perdê-lo.
Hoje eu sei que ele só chega em sonhos..."
☆Haredita Angel
"Eu caio...
Eu levanto...
Eu erro...
Eu me machuco...
Eu sou humana, no ítem pecadora... humana demais!
Mas estou aprendendo, estou em construção...
Graças a Deus!"
✫Haredita Angel
"Eu sou traquina demais. Indisciplinada demais. Alegre demais. Apaixonada demais. Grata a Deus demais. Interessada demais. Intensa demais. Eu sou demais!!!
☆Haredita Angel
"Eu acredito no amor que supera oceanos de diferenças, que dispensa explicações sobre tudo que possa vir ameaçá-lo.
Amor é dádiva, não dúvida."
☆Haredita Angel
"Dos amigos desejo lealdade.
Dos inimigos Eu Exijo competência...
Pois do contrário me sentirei diminuida!"
☆Haredita Angel
Dias nublados
Eu gosto dos dias nublados.
Não sei se gosto do cinza
ou do que o cinza faz comigo.
Nesses dias eu fico mais quieta,
mais fechada,
mais dentro de mim.
Tenho vontade de ficar em casa,
de olhar pela janela do ônibus
e deixar o tempo passar.
O céu parece carregar
um pouco do que eu sinto.
Tudo fica mais lento e confuso.
Os pensamentos ficam mais altos.
E eu penso em coisas
que nos dias ensolarados
talvez eu nem lembrasse.
Tem dias que o cinza lá fora
combina demais
com o que existe aqui dentro.
E talvez seja por isso
que eu não tenha tanta pressa
para que o sol apareça.
Às vezes eu só precise
de dias assim.
Um dia sem precisar sorrir,
sem precisar explicar,
sem precisar ser forte.
Só eu,
meus pensamentos
e esse céu nublado
me fazendo companhia.
Poesia do Amor divino Emanuel Bruno Andrade
Amor, eu sei que espera mais de mim.
Seu olhar me incendeia, meu coração dispara em um ritmo frenético.
Nesta noite, meus sonhos serão nossos.
Nossos espíritos se entrelaçarão em um voo celestial.
A melodia angelical dos serafins nos guiará,
Enquanto a proteção dos arcanjos nos envolve em seu manto.
Flechas de amor serão disparadas contra os desejos obscuros,
Libertando nossos corações para que possam se unir.
Sobrevoaremos prados verdejantes,
Jardins floridos e árvores de todas as cores.
Transcendendo os limites do humano,
Habitando o cume do desejo em nossa cúpula particular.
Apesar de alegre sofro perdido.
No enigma desmedido no navega
Por uma felecidade rompida
Pelo cupido
O peso é medido
Pela escuta atenta
De um destino inverso que se revela
No silêncio da madrugada,
Despertando-nos para a sublime verdade do nosso amor.
Eternamente entrelaçados...
Inseparáveis...
Em um amor que desafiador.
Para a respeitar nas complicidade memoraveis
Unos em toda parte
Para receber o calor
Da suavidade
Da senda da corrente
Corrida dos tempos
A favor e contra
Os ventos
Pairam desejos de sermos
Carne com carne
Para sair dos sofrimentos
Da magua e amargura da vida.
Emanuel Andrade
Amor delicado
Eu espero que minhas palavras lhe tragam felicidade
Sua simpatia e beldade
Na sua transcedencia
São uma harmonia que apelam companhia
Sua presença em minha vida
Dá-me sentido e um sentimento se alegria
Amo ao meu gesto
proclamo num acto
De entreligar
A esse seu outro lado
Um lado humano
Simples, modesto
Suave e belo
Ainda num pensamento
permaturo
Faça este amor este desejo
Em crescermos em conhecermos
Os nossos Universos
ser eterno
Para perdurar
No caminho do fluir da vida
Entre altos e baixos
Tristezas e alegrias
Para brindarmos com o que mais gostamos.
O AMOR entre os fluidos
dos nossos ciclos
que se ligam nos bioritmos dos vivos.
Ainda sentimos e amamos
Você partiu...
Você partiu...
e me partiu com os olhos,
e eu fiquei com o que eles deixaram:
um brilho perdido nas ocas paredes da vida,
uma saudade dormindo no sofá,
um vazio que tem o seu nome
e um silêncio que insiste em me lembrar
de tudo o que eu não deixei de falar.
Desde então, converso com a noite,
pergunto às estrelas se você também escuta
o eco dos meus passos
procurando seu caminho de volta.
Mas a madrugada só me oferece
o frio das respostas incompletas
e a sombra do que um dia fomos.
Guardo seus gestos como quem guarda cartas
que jamais terá coragem de abrir.
Cada lembrança floresce devagar,
mas traz espinhos sob as pétalas.
Se um dia você retornar,
não prometo palavras bonitas;
talvez eu apenas chore,
talvez minhas mãos tremam,
talvez todo eu estremeça
ao reconhecer seu rosto.
Porque há partidas que terminam na estrada,
mas permanecem para sempre
dentro de quem estacionou na jornada,
como uma chama silenciosa
recusando-se terminantemente a morrer.
Não Há Ninguém
Eu sei que sou como o pó levantado na calçada de uma rua qualquer, esquecida em um beco sem saída. Sei que caminho em passos tortos, de uma espécie de rascunho mal feito e mal passado. Sei que minhas sombras me engolem nas noites em que o coração se parte.
Busco aquilo que talvez não haja, no labirinto estreito de memorias perdidas. Tantas perdas sentenciaram o peito pelo nó de uma corda amarrada em espinhos. Ao afundar, não tive ninguém. Quando me afogar, não haverá ninguém.
- Marcela Lobato
Se eu fosse razão
Não seria emoção.
Se eu fosse regra
Não seria surpresa.
Se eu fosse eterna
Não seria saudade.
De tudo que eu queria ser
Eu não queria ser alimento,
nem resposta à fome em você.
Não queria ser o prato servido
àquilo que não sabe se conter.
Por muito tempo, talvez eu tenha pensado
que era preciso oferecer pedaços de mim,
para que o apetite dos outros, saciado,
enfim encontrasse um fim.
Mas hoje eu sei, com clareza e verdade:
não quero ser carne,
nem corpo exposto ao olhar,
nem presença invadida
por quem só sabe tomar.
Não quero ser usada,
rasgada, consumida,
só porque alguém não aprendeu
a cuidar da própria ferida.
Eu tenho limites,
tenho medo e frustração,
tenho partes que não entrego
sem antes tê-las nas mãos.
Há pedaços de mim
que ainda estou a conhecer,
e não posso oferecê-los
quando ainda não sei ser.
Também há coisas que só consigo dar
quando algo chega até mim;
só consigo abrir minhas portas
quando encontro espaço, enfim.
Só me entrego quando recebo,
só floresço em conexão,
só me abro por inteiro
onde existe acolhimento e mão.
Não me entrego ao vazio,
nem à pressa de quem quer tomar.
Minha entrega nasce do encontro,
do cuidado que sabe esperar.
Nasce do toque delicado,
da presença que sabe ficar,
de um abraço que me alcança,
de um beijo que sabe chegar.
Porque eu não nasci
para a fome dos outros saciar.
Não sou pedaço, nem promessa,
nem lugar para alguém se alimentar.
Eu nasci para o encontro,
para a troca e a comunhão;
não para ser consumida,
mas para viver reciprocidade no coração.
Hoje eu fiquei pensando nas pessoas.
Nessas pessoas que a gente chama de comuns.
Talvez porque a palavra “comum” pareça pequena demais para tanta coisa que uma pessoa pode carregar dentro de si.
Pensei que talvez o extraordinário não esteja necessariamente naquilo que alguém faz, mas naquilo que ninguém vê.
Na pessoa que acorda todos os dias e continua, mesmo quando não está bem.
Naquela que carrega seus próprios medos e, ainda assim, consegue acolher os medos de alguém.
Na que já foi ferida, mas não deixou a dor decidir completamente quem ela seria.
Na que recomeça em silêncio, sem aplausos, sem testemunhas e, muitas vezes, sem nem perceber que está sendo corajosa.
A gente olha de fora e vê uma vida comum.
Mas não sabe quantas batalhas existem por trás de um sorriso.
Quantos sonhos ainda estão guardados.
Quantas vezes aquela pessoa precisou se reconstruir para chegar até ali.
Talvez sejamos todos um pouco assim.
Comuns aos olhos de quem passa.
Extraordinários para quem consegue enxergar além da superfície.
E fiquei pensando...
Talvez o extraordinário não seja ser diferente de todo mundo.
Talvez seja conseguir continuar sendo você, com tudo o que a vida já tentou tirar de você.
Talvez existam pessoas extraordinárias por toda parte
