Poemas quando eu me Amei de Verdade
Eu só quero abraçá-la. Eu trocaria todo o mundo para ver aquele pedacinho do Céu olhando de volta pra mim.
— Eu vivi por você — disse ele — e vivi por Will, e então vivi por Tessa e por mim, porque eu queria estar com ela. Mas eu posso... não posso viver para outras pessoas para sempre. Ninguém pode dizer que a morte encontrou em mim um camarada disposto, ou que eu fui facilmente. Se você diz que precisa de mim, ficarei o tempo que eu puder. Vou viver para vocês, lutando contra a morte, me desgastando até ficar os ossos e fragmentos. Mas não seria a minha escolha.
Eu chorei. Chorei porque dói e já não sei segurar o choro. Chorei por todas as lembranças que surgem e me machucam como se fosse a primeira vez. Chorei por saber que aquela velha dor não diminuiu o que sinto. Chorei por ser fraca diante dessa situação. Chorei por lembrar dos pesadelos que se instalam nas madrugadas. Chorei por tentar se livrar dessa ferida com a força do meu próprio braço e falhar. Sentia minha alma pesada, as lágrimas que escorriam por meu rosto mostravam minha fraqueza. Os restos do meu coração estavam pelo chão e Deus os catou com cuidado. O mundo não podia ouvir os gritos da minha alma, mas o céu podia.
Ao conhecer os pais eu passo a amar mais os alunos.
Até que eles (-os alunos) não eram tão difíceis.
Não há nada nas regras que diga que eu tenho que me sujeitar a esse tipo de tortura psicológica. Você pode bater na minha cara, mas não pode bater na minha mente.
Se eu morrer, eu vou fazer falta? Se eu morrer, você ainda vai lembrar de mim? Se eu morrer, quem vai te fazer sorrir? E se eu morrer?
Não sei se foi você, ou se foi eu. Eu só sei que preciso de você agora, como nunca precisei, preciso de um abraço, da sua voz porque eu estou caindo cada vez mais e ninguém percebe.
Não importa o tamanho ou a dimensão do meu amor, o que importa é que eu só amo você e que todo o meu amor é seu
É que de vez em sempre eu sinto a sua falta. Nas viagens em família, nas datas especiais, no dia a dia e antes de dormir, principalmente.
Eu não falo de coisas, senhor. Falo do sentido das coisas. Sento-me aqui e sinto que estou vivo.
Se eu fosse rebobinar minha biografia afetiva, certamente encontraria: dois tropeções, uma loucura, três teimosias, uma ilusão, uma desistência, quatro bis, duas besteiras, uma escorregada, algumas covardias e vida longa para o romantismo.Sinto-me honrada pelas oportunidades de ter me danado e com isso aprender que preciso aprender. Andemos.
Enquanto você procura mil motivos pra me esquecer, eu só te dou um motivo, pra que você não consiga alcançar o que procura.
Eu não sei se eu devo ganhar essa batalha, não sei se tenho condições, se mereço assumir a direção. Talvez essas meninas medíocres aqui dentro sejam mais eu do que eu mesma. Dá pra entender onde eu quero chegar? Esse meu lado consciente, esse momento de sobriedade não é maioria em mim. Que poder tenho sobre os votos de uma população gigantesca de personalidades, todas unidas contra uma só - contra mim?
Não vou atrás de ninguém. Não mais. Ontem eu quis desesperadamente a sua companhia lá naquele banco da praça, quis ficar ali com você a noite toda se pudesse. E quando fui embora pensei em te ligar, dizer pra voltar amanhã, vir me fazer sorrir. Mas não. Hoje eu acordei e pensei que seria melhor não, eu não quero me apegar em ninguém, não quero precisar de ninguém. Quero seguir livre, entende? Mesmo que isso me faça falta, alguém pra me prender um pouquinho. Vou me esquivar de todo sentimento bom que eu venha a sentir, não levar nada a sério mesmo. Ficar perto, abraçar de vez em quando, sentir saudade, gostar um pouquinho. Mas amar não, amar nunca, amar não serve pra mim. Prefiro assim!
Eu posso te dar muita dor de cabeça e te causar muitos problemas mais acredite, mulheres como eu valem a pena!
Assistir à morte de um amor é como assinar embaixo em um atestado de incompetência: "Eu sou um fracassado sentimental".
