Poemas quando eu me Amei de Verdade

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Uma flecha só cumpre o seu propósito
quando deixa o arco para trás.
A vida também. Quem insiste em olhar
para o ponto de onde partiu perde de
vista o alvo para o qual foi lançado.
O passado explica quem você foi;
o alvo revela quem você
ainda pode se tornar.

Bom dia!
Quando as luzes se apagam é porque o espetáculo terminou, mas no palco da vida ainda que esteja escuro o espetáculo continua em busca do sucesso desejado. Boa semna feliz segunda-feira ☺️ 👏👏
Ery santanna

Certa vez disse o teólogo Jalison Santos:

"Quando o homem serve a um deus falso e erra, ele não o repreende. Mas quando o servo do Senhor comete um engano, o Deus Verdadeiro o disciplina.

Essa é a grande diferença: o deus falso se cala, deixando o homem pensar que está tudo bem, que está no caminho certo. Já o Deus Verdadeiro, Ele corrige, adverte e disciplina — não por maldade ou raiva, mas porque ama e quer ver o Seu filho firme e restaurado no caminho da verdade."

Como tão bem citou:

Provérbios 3:12
"Porque o Senhor disciplina a quem ama, assim como o pai ao filho em quem se agrada."

Esperança Para Luciana


Luciana, não desanima.
Quando o marido foi embora,
Deus ficou.


Ele ampara nos mínimos detalhes,
enxuga lágrimas que ninguém vê,
cola os pedaços da alma,
e cura dores que doem em silêncio.


No deserto Ele não abandona.
É lá que forja o caráter,
que transforma areia em caminho,
e sede em promessa.


O que hoje parece fim
é só Deus te ensinando a recomeçar.
Ele te sustenta com mãos de Pai,
te levanta com amor que não falha.


Vai passar.
E quando passar,
você vai olhar pra trás
e ver que foi Deus te carregando
em cada passo.


*Autoria: Márcia Reis Nazar*
marcianazar5@gmail.com

A perseverança e resultado satisfatório


Quando o objetivo é grande e superado por si próprio

E quando a mente disser que você não é capaz
Lembra de tudo que já superou lá atrás
Cê já caiu, já chorou, já quis sumir
Mas mesmo assim, olha só… cê ainda tá aqui

Ter à disposição quando precisar.
Fazer no seu tempo.
Fazer o planejamento e acompanhar a execução.
Trabalhar apenas quando necessário.

São luxos na juventude e exigências nas idades mais experientes.

Sintonia


Tem alguma coisa acontecendo quando conversamos.


Não sei explicar direito.


Às vezes começamos falando de uma coisa
e, quando percebemos,
já estamos em outro assunto, rindo, brincando
ou simplesmente compartilhando pensamentos.


Sem esforço.
Sem precisar medir cada palavra.


É como se houvesse uma sintonia
que não precisasse ser combinada.


Você entende algumas coisas
que eu nem precisei explicar.


E eu gosto disso.
Gosto dessa facilidade que existe entre nós.


Num mundo onde tantas relações
parecem exigir esforço para funcionar,
é bonito encontrar alguém
com quem simplesmente acontece.


E quando acontece assim...
A gente percebe.

⁠antes a solidão me deixava triste, desesperada...sentia algo angustiante quando olhava ao redor e percebia que ninguém estava ali, para mim.
Nos momentos em que mais precisei, não pude contar com ninguém.
Mas hoje...eu me sinto livre.
Estar só me traz uma sensação de paz e tranquilidade tão forte, que eu não consigo sentir com mais ninguém.
A solidão não me faz mais infeliz. Na verdade, ela me traz um certo alívio.
Solitude.

"Nem toda mulher gosta...
De receber flores arrancadas,
mas gosta... quando forem entregues com afeto"

Mas quando se fala de amor romântico, algo muda de tom.
O amor, nesse sentido, não é apenas afeição ou hábito: é um chamado profundo, uma força que reclama exclusividade de presença, ainda que não de posse.
Não se trata de uma regra moral, mas de uma experiência de inteireza.
Amar, de fato, alguém é estar inteiro na entrega — e não há inteireza duplicada.
Pode-se sentir desejo por muitos, admiração por vários, ternura por incontáveis.
Mas quando o amor romântico floresce, ele exige uma atenção que não se reparte sem perder a própria essência.

VIDAS DANÇANTES
O encontro nasce quando os olhos se reconhecem.
E é aí … que se faz uma das mais belas riquezas da vida.
É quando também o tempo desacelera e o corpo lembra que também sabe falar.
A dança circular abre um portal antigo, e também atual, onde cada passo costura histórias e cada gesto devolve à alma.
Assim se faz o que se tinha esquecido, de ver e sentir.
A diversidade de pessoas é o que sustenta o círculo.
Cores, rítimos, trajetórias, silêncios, sorrisos, choros, rostos tristes e também felizes.
Vidas vividas.
Todos necessários, todos sementes do mesmo campo fértil, vívido e presente.
E então surge a alquimia viva do movimento, e uma força de intensidade que purifica, suavidade que desarma e traz a presença que cura.
No centro do círculo, não há separação, apenas a certeza silenciosa de que dançar juntos é relembrar quem somos.
E que se saiba … que onde é que estejas, no círculo, és parte, e nele, somos UM e o também o TODO. Erika Aparecida - ErikaKim (jan2026)

Por isso, quando olho para você, não vejo perfeição,
vejo aquilo que torna a vida mais bonita.
Vejo seus detalhes, seus medos e seus sonhos,
e amo até aquilo que você insiste em esconder,
porque foi em você que meu coração aprendeu a ver.⁠

"Uma boa-novachega quando não
esperamos, que inverte o que pensávamos saber,que liberta exatamente porque não confirma o que desejamos ouvir."


O Evangelho do Nada
Celio Sergio

Meditação em Versos

Quando o dia começa
e a luz vem devagar,
há palavras que despertam
o desejo de caminhar.

Uma poesia lida cedo
pode a alma iluminar,
traz silêncio para dentro
e coragem para continuar.

Entre um verso e outro verso,
há um mundo a contemplar,
há perguntas que nos tocam
e respostas a encontrar.

A poesia não tem pressa,
sabe o tempo de esperar;
ela planta uma esperança
onde a vida quer brotar.

Que a manhã seja um convite
para a mente se aquietar,
pois quem medita em palavras
aprende a melhor enxergar.

Há beleza nas pequenas
coisas que o dia nos dá:
um sorriso, um novo sonho,
uma chance de recomeçar.

Cada verso pode ser ponte
sobre o medo e a solidão;
pode transformar uma lágrima
em semente de inspiração.

E assim sigo pela vida,
com poesia a me guiar,
fazendo de cada instante
uma história para contar.

Porque viver também é verso,
é aprender, sentir, mudar;
e cada página escrita
é um convite para amar.

Que o meu dia comece em versos,
com esperança e gratidão;
que a poesia seja sempre
a meditação do coração.

Poeta Mbra

Se um dia isso acontecer não esqueça de aplicar essa frase.


Quando o passado te ligar, não atenda, ele não tem nada novo para te dizer!🤤

SOBRE O AMOR...


O amor não é um sintoma
emocional. Amar é
escolher cuidar, quando não
detém nada em troca.
O amor é ofertar, sem
esperar reciprocidade.
Amar não é uma conjuçao
verbal, o amor é acolhimento
de forma natural.


Viana Filho

Mais Que um Acaso


Não conheço o seu abraço,
mas conheço o conforto
que existe quando você fala.


Não conheço seus passos,
mas já reconheço o jeito como você chega.


Não sei ainda
todas as suas histórias,
seus medos,
suas manias,
as coisas que o tempo
ainda vai me revelar.


Isso também já me fez perguntar:
Como pode nascer tanto Amor
em tão pouco tempo?


Como pode alguém
que ainda não esteve diante de mim
conseguir estar tão presente
em pensamentos que antes eram só meus?


Não sei explicar.


Só sei que,
entre uma conversa e outra,
alguma coisa foi acontecendo.


Sem promessa,
sem planejamento,
sem que nenhum de nós
precisasse procurar.


E agora existe você
em um lugar que eu não esperava
que alguém pudesse ocupar em tão pouco tempo.


Algumas coisas, de fato, eu não sei:


Mas não quero diminuir o que sinto
só porque ainda não tivemos tempo suficiente para entender.


Porque, se isso for loucura, como você disse,
que seja uma daquelas loucuras
que a vida nos concede uma única vez.


E não preciso conhecer ainda o seu abraço
para saber que quero um dia estar dentro dele.


Nem conhecer todos os seus caminhos
para desejar caminhar ao seu lado.


Porque, mesmo sem nunca ter tocado você,
alguma coisa em mim já tocou alguma coisa em você.


E isso, meu amor,
é bonito demais para chamarmos apenas de acaso.

De fora para dentro,
o observador desperta.


E quando desperta,
não se contenta mais com a superfície das coisas.
Ele começa a investigar a memória da própria autoconstrução,
questiona a base dos seus valores,
o edifício do moralismo,
as projeções de objetivo, sucesso e pertencimento.


Então o desconforto jorra,
às vezes agressivo,
às vezes brutal,
porque toda consciência que amadurece
precisa encontrar a sombra antes de encontrar a paz.


E a sombra aparece com suas facetas amedrontadoras:
medos herdados, desejos negados, culpas mal nomeadas,
ambições disfarçadas de virtude,
feridas vestidas de personalidade.


A partir daí, nasce uma cegueira ao antigo e uma sede de perguntas para a vida.


O olhar fica frio, não por falta de alma,
mas por excesso de lucidez.
A realidade perde a maquiagem.
O véu de Maya cai.
E aquilo que antes parecia destino
começa a parecer condicionamento.


Mas o observador não tenta apenas ressignificar tudo.
Ele entende que algumas ruínas não pedem reforma,
pedem demolição consciente.


Então ele cria o novo.


Não um novo aprovado pelas vitrines do todo social,
não um novo domesticado pela moral dos outros,
não um novo feito para caber no aplauso alheio.


Mas um novo mais próximo do eu real,
um eu que não foge da sombra,
dialoga com ela.


Um eu que aprende a transformar desconforto em linguagem,
queda em arquitetura,
solidão em escuta,
e criatividade em afinação profunda da existência.


Porque talvez amadurecer seja isso:
deixar de decorar a cela
e começar a desenhar a chave.

Método de consciência.


E quando o bule apita, o cheiro do bolo invade a cozinha e convida o aroma do café fresquinho para dançar, criando uma coreografia de memórias, intervalos e afetos.


Antes do primeiro gole, respiro. Percebo não apenas como passei o dia, mas o que o dia deixou em mim. Então observo aquilo que hoje cutuca o meu pensamento.


É assim que nascem novas linhas:


Há existências que acontecem longe de qualquer vitrine e, ainda assim, reorganizam nossa compreensão da vida.


Elas não pedem culto, testemunhas ou monumentos. Apenas nos recordam que a grande travessia não é parecer santo, perfeito ou extraordinário — é atravessar as camadas do ego até encontrar aquilo que somos em essência.


A existência não precisa ser hagiográfica. Precisa ser honesta.


Porque a espiritualidade mais profunda talvez comece quando deixamos de procurar no exterior aquilo que nossa consciência sempre esperou que reconhecêssemos dentro de nós.


Algumas pessoas não atravessam a vida fazendo barulho.
Atravessam-na fazendo sentido.


A santidade exibida produz seguidores.
A consciência vivida produz reencontros.