Poemas quando eu me Amei de Verdade
Eu preciso praticar o desapego. Preciso confiar menos nas pessoas. E ter mais fé em mim. Preciso me amar em primeiro lugar. E deixar o “resto”, ser apenas o resto. Eu preciso de mais forças. Preciso dar mais valor para algumas pessoas. Eu preciso ser um pouco mais independente. Preciso de menos orgulho. Mais tolerância. Eu preciso de paciência. E, acima de tudo, preciso precisar menos.
Já me disseram q eu sou uma mulher incomum. Que posso conseguir o que quiser. Ter o mundo todo na ponta do pé... Ja me disseram que eu sou mimada. Que vivia de farça e farra... Mais que ainda sim queriam me ter. Sinto muito dizer aos que disseram.. Porque sou o que sou e FAÇO O Q QUERO... E que se um dia eu fui.. Já não sou mais... Agora sou muito mais mulher do que a 5 segundos atrás!
[...] Ele me toca, mexe comigo. Talvez eu esteja assim todo lisonjeado porque alguém parece prestar tanta atenção em mim.
Eu queria te contar que não dói mais. Só que agora não importa tanto o que você vai pensar sobre isso. Queria que você soubesse que já vi nossos filmes milhares de vezes e nem chorei. Ok, chorei. Mas pelo filme, e não por você. Queria que você soubesse que tirei a poeira das nossas músicas, e que as ouço quase todos os dias. Porque elas me faziam mais falta do que você fez.
Eu sentia profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio.
Se eu fosse um homem, e eu estivesse sentado aqui, com um cigarro na mão, pegando no meu pinto e falando que eu faço música porque eu gosto de comer mulher e dirigir carros rápidos, você me chamaria de rock star. Mas quando eu uso sexualidade na minha música e nos meus clipes, e com o fato de eu ser mulher e fazer música pop, você me julga e você diz que (minha expressão de sexualidade na minha arte) desvia a atenção. Eu sou só uma rock star.
Eu escolheria você. Se me dessem um último pedido, eu escolheria você. Se a vida acabasse hoje ou daqui mil anos, eu escolheria você.
Se eu posso te dar um conselho, eis aqui: Não mendigue atenção de quem quer que seja. Não se esforce para compartilhar minutos com quem está mais interessado em coisas que não te incluem. Não prolongue a conversa apenas para ter o outro por perto, quando você perceber que precisa se esforçar bastante para que o monólogo vire um diálogo. Esqueça. Prefira a sua solidão genuína à pseudo presença de qualquer pessoa. Ainda digo mais: Perceba que existem pessoas que curtem dividir a atenção contigo sem que você precise desprender esforço algum. Aproveite o que te dão de livre e espontânea vontade. Dispense o que te dão por força do hábito ou por conveniência. Esqueça o que não querem te dar. Cada um dá o que pode.
Eu respeito coisas que merecem ser respeitadas. Essa decisão por outro lado é como um cachorro usando uma capa.
É. Eu me acostumo mas não amanso. Por Deus! eu me dou melhor com os bichos do que com gente.
Eu poderia viver recluso numa casca de noz e me considerar rei do espaço infinito...
Eu sou ateu sim! mas tenho bom coração, a maior estupidez do ser humano é tentar amar e crer em algo que jamais viu em suas vidas, do que adianta ser cristão e não ter sentimentos abusando e aprontando com sua própria especie e semelhantes.
Seja Livre da Alienação tenha opinião própria ou siga o homenzinho invisível com sua desigualdade regras e te proibindo de ser feliz.
Tanta gente que me odeia, afinal, se eu fosse dar atenção a tudo o que pensam sobre mim, eu estava ferrado.
Você não pode ver o que eu vejo porque vê o que você vê. Não pode saber o que sei porque sabe o que você sabe. O que vejo e o que sei não podem ser acrescentados ao que você vê e ao que você sabe
porque são coisas diferentes. Também não podem substituir o que você vê e o que sabe porque isso seria substituir você mesmo.
seus olhos são lindos, seu sorriso é de ouro. Qual seria a sua resposta, se eu te pedisse em namoro?
As vezes eu me sinto como Vincent van Gogh, mas um dia, como os quadros dele, os meus pensamentos vão fazer muito sentido.
Eu concluí que, já que vou para o inferno, posso muito bem fazer o serviço completo. (Edward Cullen)
