Poemas quando eu me Amei de Verdade
Eu concluí que, já que vou para o inferno, posso muito bem fazer o serviço completo. (Edward Cullen)
Eu me afastei. Me afastei daqui, me afastei das pessoas, me afastei da vida, mas acho que era só pra pensar. Pensar um pouco nos erros que ando cometendo, nas vontades que ando tendo, nos medos que andam me afligindo cada vez mais. Pensar em como ando mudando, e se isso está sendo bom pra mim. Acho que às vezes precisamos disso, de uma breve pausa, para rever nossos conceitos, para voltar a ser o que éramos, ou para simplesmente seguirmos em frente, mudarmos, tomarmos novos ares, seguirmos novos rumos.
Eu sou a minha melhor critica, e também a mais severa. Sei o que é bom e o que não é. Uma pessoa que não escreva, não sabe o quanto é maravilhoso; eu costumava lamentar-me por não saber desenhar, mas agora estou cheia de alegria por, ao menos saber escrever. E, se não tiver talento para escrever livros ou artigos de jornal, posso escrever só para mim. Mas quero mais que isso. Não me imagino ser igual aquelas mulheres que trabalham, e são esquecidas. Preciso de ter mais alguma coisa a que me dedicar. Não quero ter vivido em vão como as outras pessoas. Quero ser útil para as pessoas, mesmo aquelas que não conheci. Quero continuar a viver depois da morte! E é por isso que estou tão grata a Deus por me ter dado este dom que posso usar para me exprimir tudo o que esta dentro de mim. Quando escrevo, consigo libertar-me das preocupações. A minha dor desaparece, o meu espírito reanima-se! Mas, e esta é a grande questão, conseguirei escrever algo grande, tornar-me-ei uma escritora ou uma jornalista? Espero que sim, oh, espero mesmo, porque escrever permite-me registar tudo, todos os meus pensamentos, ideias, fantasias.
Meu problema é que eu não entendo como as outras pessoas vivem. Para mim é inacreditável que as pessoas acordem todos os dias e digam "Viva! Mais um dia! Vambora!". Como é que as pessoas conseguem fazer isso? Eu não entendo.
Você sabe qual é o seu problema Alan? Deus me dá limões e eu faço limonada. Ele te dá limões, você chupa!
Eu gostava muito de você. Era tão bonito, era tão intenso. Acreditava no pra sempre. Imaginei uma casa, uma família, uma coisa só nossa. Um esconderijo, um refúgio, um paraíso. Cada vez que eu pensava em você me dava um calorzinho no peito. Cada vez que abraçava você o mundo parava de rodar por um segundo. E eu achava que aquilo era amor, achava que aquilo era o certo, achava que a gente era certo um na vida do outro. Mas não foi. Não fui. Não fomos. Não somos.
Finalmente, eu consegui dar um final ao meu modo nessa nossa história que começou atrasada e terminou cedo demais. Claro que eu queria ter continuado, mas como você preferiu fugir, eu resolvi te ajudar como um sinal de compreensão. Afinal, a gente cavou essa cova juntos. E agora só vai nos sobrar a dor de não ter conseguido lidar com aquela felicidade simples e magnífica que era estar perto um do outro. Erros imperdoáveis. Palavras fatais. Confissões destrutivas. E eu te mandei pra longe quando tudo que eu queria era te levar comigo. É a história triste de outro amor que vai deixar planos pela metade. Como a saudade das coisas que a gente nunca viveu. Essas saudades são as piores. Inesquecíveis.
Mas se você fosse diferente não teria me conquistado. Eu não teria me apegado a você. Não gosto do que é comum, do que é convencional. Gosto é de você. Isso, você. Desse teu jeito torto mesmo. Dessa sua mania de dizer que te amo. Dessa sua certeza absoluta sobre tudo. Do jeito que você me arranca sorrisos sem esforço. Desse teu bom humor insuportável. Suas implicâncias, crises existenciais. Seus defeitos - feitos - pra mim. Não mude. Nem por mim e nem pra agradar a ninguém. Se um dia quiser mudar, mude seu endereço e venha dividir uma cama de solteiro comigo.
Palavras? Quem se importa com palavras se elas são vazias e frias? Eu gosto mesmo é do intenso calor da demonstração!
Eu lhe disse... Você não se vê com tanta clareza. Não é como ninguém que eu conheça. Você me fascina.
Não tenho medo de mostrar quem eu realmente sou, porque todos temos defeitos. E falsidade não é um dos meus.
Dra. Coddy: Por que você sempre acha que está certo?
House: Eu não acho. Só tenho dificuldade de aceitar a opinião oposta.
Eu não aguento mais sofrer e chorar pelas mesmas coisas, cansei disso tudo! Como diria Bob Marley: "Eu desisti, sim, mas não pense que foi por não ter coragem de lutar e sim por não ter mais condições de sofrer."
Eu sei que sou exatamente o que deveria ser. Hoje, se nada sou, por certo, daqui a pouco, tudo serei.
Eu tentei 99 vezes e falhei, mas na centésima tentativa eu consegui, nunca desista de seus objetivos mesmo que esses pareçam impossíveis, a próxima tentativa pode ser a vitoriosa.
Eu só posso observar que o passado é belo porque nunca se percebe uma emoção no momento. Ela se expande mais tarde, e, portanto, não temos emoções completas sobre o presente, só sobre o passado.
