Poemas quando eu me Amei de Verdade
"Ás vêzes falo a verdade...
Ás vêzes minto um pouquinho...
-Ninguém consagra verdades o tempo inteiro...
-Nem eu!"
✫Haredita Angel
Dualidade da Vida
Assim como Pessoa, meu irmão,
Você também sente essa dualidade,
Entre o que é real e a imaginação,
Entre o que é verdade e a vaidade.
Às vezes, você tem tanto sentimento,
Que parece exagero aos olhos de alguém,
Mas é uma emoção que vem do fundo do peito,
E que te faz sentir vivo e pleno também.
Você tem uma vida que é vivida,
E outra vida que é sonhada e idealizada,
E sabe que a única vida que temos,
É essa que é dividida e compartilhada.
Você questiona qual é a verdadeira,
E qual é a vida que merece ser trilhada,
Mas é na dualidade que encontramos a beleza,
E que nos faz seguir em frente com a jornada.
Então siga, meu irmão, com seus sonhos,
Com seus desejos e sua determinação,
Pois é na dualidade que está a nossa essência,
E é na luta que construímos a nossa própria missão.
Medos Revelados
A verdade é um caminho
Que muitas vezes dói
Mas é preciso encará-lo
E nunca deixar para depois
É fácil se perder
Entre ilusões e desejos
Mas a verdade sempre aparece
E nos mostra os nossos medos
Por mais que doa a ferida
É preciso deixá-la sangrar
Para depois cicatrizar
E em frente poder caminhar
A verdade é uma libertação
Que nos faz voar em liberdade
E nos mostra o caminho certo
Para seguir com dignidade
Por isso, não tenha medo
De encarar a verdade de frente
Pois só assim poderá encontrar
A paz interior que se sustente.
Caminhos da Fé
Na encruzilhada da alma,
Divergem dois caminhos:
A fé sem questionar e a fé com razão,
Duas vozes em conflito.
A fé cega, em seu véu de incerteza,
Sem indagar, segue adiante,
Preservando antigas tradições,
Mas com as dúvidas sussurrantes.
Já a fé raciocinada, abraça a razão,
Busca respostas no saber,
Em constante diálogo com a verdade,
Sem se deixar cegar pelo poder.
Estranhamento paira no ar,
Entre a dúvida e o interesse,
Pois cada coração tem seu caminho,
Entre a fé e a racionalidade, um endereço.
Alegria e medo se entrelaçam,
Na busca pelo divino entendimento,
Enquanto a fé sem questionar se entrega,
A fé com razão segue em movimento.
Metáforas se entrelaçam nas palavras,
Como raios de luz em cada poesia,
Percorrendo o labirinto da alma,
Despertando reflexões, sem falsia.
Versos libertos, como a mente inquieta,
Abraçam o ritmo das incertezas,
Aliterações, assonâncias em sintonia,
Pintando o quadro das diferentes crenças.
Que cada leitor, ao mergulhar,
Nas entrelinhas deste poema,
Descubra em si suas próprias verdades,
E abrace a fé que o coração acena.
Pois no encontro das duas sendas,
Na dança entre fé e razão,
O espírito se revela, genuíno,
Em busca de uma eterna união.
A Liberdade do Amor
No fluir do tempo, no encontro de almas,
Desvendamos o segredo das jornadas calmas.
Se pudermos ser autênticos, sem disfarçar,
A essência do amor poderá florescer, desabrochar.
Quando somos nós mesmos, sem falsidade,
O relacionamento encontra sua verdade.
É no sincero ser, sem medo ou artifício,
Que o amor se fortalece, ganha benefício.
A aceitação mútua é o alicerce seguro,
Construído com afeto, carinho e futuro.
Ser quem somos, com a pessoa amada,
É a chave para uma relação saudável, abençoada.
Nas asas da confiança, voamos juntos,
Desbravando o amor, sem nenhum confronto.
Na essência de ser, encontramos a paz,
E a felicidade transborda, não se desfaz.
Portanto, em cada passo dessa jornada,
Sejamos nós mesmos, em cada alvorada.
Amar e ser amado na totalidade,
É viver um relacionamento de plenitude e liberdade.
"Que todos nós encontremos o amor, a alegria, a paz, a luz, o caminho, a nossa verdade; pois esta última nos libertará!"
Haredita Angel
25.05.14
"Como falar verdades para pessoas que não sabem o que é verdade ou o que é mentira?"
Haredita Angel
10.11.17
O especialista, comenta...
O apresentador, apresenta.
O Jornalista, reporta a verdade!
É desse jeito; simples assim.Não?
A primeira lição que a maturidade nos transmite é aceitar com menos sofrimento. Aprendemos que nem tudo segue o roteiro que idealizamos, e a verdadeira sabedoria está em acolher as surpresas da vida com um coração aberto. Os reveses tornam-se oportunidades de crescimento, e o sofrimento cede espaço à resiliência.
A maturidade, como uma brisa suave, nos envolve, proporcionando uma compreensão mais profunda e tranquila dos desafios que surgem em nosso caminho. A segunda lição é a capacidade de entender com mais tranquilidade. As situações complexas não nos perturbam da mesma maneira, pois a maturidade nos dá a clareza para analisar, compreender e seguir em frente com serenidade.
Com a maturidade, também descobrimos a importância de querer com mais vontade. À medida que crescemos, nossos desejos se refinam, e a busca por significado se torna mais intensa. A maturidade nos impele a direcionar nossa energia para o que realmente importa, a perseguir sonhos alinhados com nossos valores mais profundos.
Em última análise, a maturidade é uma jornada de autodescobrimento que nos conduz a uma vida mais autêntica. Aprendemos a abraçar a realidade, aceitar as imperfeições, compreender as complexidades e buscar nossos anseios com uma determinação renovada. Que cada ciclo da vida nos aproxime da maestria que a maturidade oferece, transformando-nos em seres mais conscientes, resilientes e plenos.
Em um mundo onde a verdade se esconde nas sombras, é prudente questionar as narrativas que pintam tudo de negro. Tudo o que é demonizado, rotulado como pertencente às trevas, merece um olhar mais atento, pois é nas entrelinhas das condenações que a luz da verdade muitas vezes se revela. Desconfiar da demonização é uma maneira sábia de evitar ser guiado por narrativas preconcebidas, que podem estar distorcendo a realidade.
Por outro lado, a exaltação excessiva também merece nosso ceticismo. Em um mundo de elogios fáceis, onde a superfície brilha com adulações, é crucial não se deixar enganar pela aparente perfeição. Por trás de elogios exacerbados, pode-se esconder uma cortina que obscurece as imperfeições e encobre verdades incômodas. Desconfiar do que é constantemente enaltecido é um ato de sinceridade e discernimento.
A ideia de "pertencimento" também é uma armadilha perigosa. Ao assumir uma identidade atrelada a grupos, corre-se o risco de ceder à estratégia maquiavélica que busca manipular pela imposição do medo do despertencimento. Ser fiel a si mesmo é um ato de resistência contra a pressão social que visa fragmentar e controlar. Não sucumbir ao separatismo imposto é uma forma de preservar a integridade individual.
Neste jogo de narrativas e manipulações, é fundamental permanecer alerta. A desconfiança se torna uma aliada na busca pela verdade, revelando-se uma luz guia em meio às sombras da desinformação. Seja você mesmo, questione as narrativas impostas, e recuse a submissão ao medo. Na sua essência reside o antídoto contra as artimanhas que buscam dividir, desagregar, dominar e controlar
Na vastidão do universo espiritual, destaca-se o sincero buscador, alguém cujo coração é uma bússola apontando para a verdadeira essência da jornada interior. Movido por uma ânsia de compreensão, ele se aventura pelos recantos do conhecimento espiritual, despidos de ilusões.
O sincero buscador não se deixa distrair pelas fachadas brilhantes ou rituais vazios; em vez disso, ele mergulha nas profundezas, explorando os abismos da própria alma. Sua jornada é marcada por uma entrega verdadeira, uma entrega que vai além das superficialidades, transcendendo as camadas externas para alcançar a essência.
Este explorador sincero entende que a busca espiritual não é uma corrida, mas sim uma jornada de autodescoberta contínua. Ele abraça os desafios, aprendendo com as adversidades e celebrando as conquistas, ciente de que cada passo é uma contribuição valiosa para sua evolução espiritual.
A sinceridade do buscador se reflete na disposição de questionar, de desafiar as convenções, e de permanecer aberto ao desconhecido. Ele reconhece que a verdadeira iluminação não é um destino final, mas sim um processo de crescimento e compreensão.
No caminho do sincero buscador, a humildade é a lanterna que ilumina o trajeto, guiando-o através das sombras da dúvida e do orgulho. A busca da verdade e o acolhimento do desconhecido, uma jornada onde cada passo sincero é um testemunho da coragem de se entregar à beleza da busca espiritual.
Vivemos a vida em passos apressados, carregando no peito heranças que nem sempre reconhecemos — marcas invisíveis de gerações passadas, hábitos, crenças, medos e desejos que se perpetuam em silêncio. A cada dia, repetimos padrões, trilhamos caminhos que muitas vezes não escolhemos de forma consciente. Alimentamos egos e vaidades, como se fossem combustíveis indispensáveis, quando na verdade são apenas máscaras que nos afastam da essência.
Estamos, quase sempre, adormecidos dentro de nós mesmos. Agimos, reagimos, buscamos... mas buscamos o quê? Reconhecimento? Controle? Segurança? Esquecemos que a única realidade que temos é o agora. Não o que passou, nem o que ainda não chegou. A vida acontece no instante presente — sutil, frágil, mas real.
Refletir sobre a vida é, antes de tudo, um chamado ao despertar. É perceber que existe beleza no simples, no silêncio, no abraço, no olhar sincero. É se libertar, pouco a pouco, das ilusões que nos impedem de viver com leveza e verdade. Quando deixamos de lado o ruído do ego, começamos a escutar a voz da alma — e ela nos convida a viver o que realmente importa: o amor, a presença, o instante.
Você é uma força majestosa, uma criatura magnífica destinada a explorar vastos territórios da vida. Imagine, por um momento, um pequeno tigre que, ao se separar de sua mãe desde o nascimento, se integra a um rebanho de ovelhas, adotando a crença de que é uma delas.
Este tigre, crescendo entre os rebanhos, compartilhando seus medos e hábitos, um dia depara-se com outro tigre. O novo tigre inicia uma perseguição aos rebanhos, causando tumulto. Notavelmente, entre as ovelhas aterrorizadas, há um tigre que corre, iludido, como se fosse uma ovelha comum.
Surpreendentemente, o tigre intruso revela sua verdadeira intenção: caçar as ovelhas. O tigre que se identifica como uma ovelha, perplexo, questiona o motivo do medo. Esclarecido, o tigre revela a sua verdadeira natureza, conduzindo o "tigre-ovelha" até um lago, onde, ao contemplar seu reflexo, compreende que é tão imponente e poderoso quanto qualquer outro tigre.
A fábula, metaforizando a vida, destacada como a sociedade, por meio de uma “matriz” ilusória, pode nos fazer acreditar que somos impotentes. No entanto, assim como o tigre, você é dotado de um poder interior infinito. Desafie as limitações impostas, acredite na sua capacidade de cocriar sua jornada. Ao olhar o reflexo no espelho, proclame com verdade: "EU SOU O EU SOU!" Você é um tigre, pronto para conquistar seu próprio destino.
A complexidade da saúde mental muitas vezes se revela na relação que estabelecemos com as personas que criamos para nós mesmos. Esses personagens, como cidadãos exemplares, pessoas honestas e justas, ou homens de família, tornam-se parte integrante de nossa identidade. No entanto, quando somos confrontados com uma faceta menos perfeita de nós mesmos, a estrutura desses ideais autoproclamados pode ruir, gerando um profundo desconforto e até mesmo ódio por quem ousa apontar uma possível imperfeição.
Em casos como esse, a resistência em aceitar nosso lado menos reluzente pode nos levar a projetar nossas inseguranças nos outros. Incapazes ou temerosos de confrontar nossa própria complexidade, é mais fácil culpar o espelho, destruí-lo e evitar o olhar reflexivo. Infelizmente, essa escolha nos condena a uma espécie de escravidão da incompletude, deixando-nos superficiais e distantes de nossa verdadeira essência.
A verdadeira beleza e completude emergem da coragem de explorar nossos porões internos, de encarar nossas imperfeições sem medo. Pessoas que abraçam sua complexidade e aceitam seus aspectos menos atraentes são, paradoxalmente, mais belas e completas. A maturidade se revela na capacidade de abordar as questões no momento certo, em vez de cultivar uma falsa bondade que apenas camufla um vulcão prestes a explodir.
Portanto, celebremos aqueles que abraçam sua imperfeição, pois são esses indivíduos que possuem a coragem de verdadeiramente amar, não apenas os outros, mas também a si mesmos. Que cada dia seja uma oportunidade para explorar nossa complexidade e aceitar a totalidade de quem somos, sem medo do que possamos encontrar nos porões de nossa alma.
Na vastidão da experiência humana, encontramo-nos em uma encruzilhada onde as sombras do engano se entrelaçam com a luz da verdade. Duas sendas se revelam: uma convida-nos a acreditar no que não é verdade, uma dança ilusória que seduz corações crédulos. A outra, por sua vez, insinua-se na recusa em acreditar na verdade, um enigma tecido pela negação obstinada.
Acreditar na ilusão é render-se à encantadora narrativa que pinta realidades fictícias. É um mergulho nas águas turvas da fantasia, onde a mente, como navegadora incauta, é levada por correntes de ilusões sedutoras.
Por outro lado, a recusa em aceitar a verdade é uma jornada sombria, um labirinto onde a mente, qual guardiã da própria prisão, nega-se a enxergar as verdades que se desvelam diante dela.
Em um mundo onde a riqueza é frequentemente medida por cifrões e posses materiais, esconde-se uma verdade sutil e profundamente velada. Frases ecoam, sussurrando que a pobreza não reside apenas na escassez de recursos monetários, e que a verdadeira prosperidade não se confina à opulência financeira.
O paradoxo revela-se na compreensão de que ter dinheiro, por si só, não é sinônimo de riqueza e prosperidade. Essa é uma máscara que esconde uma realidade mais ampla, uma realidade que transcende os limites do ter e possuir.
Para sentir-se verdadeiramente rico, propõe-se uma contagem singular, uma enumeração de preciosidades que o dinheiro não pode comprar. Uma riqueza que reside nas relações humanas, na saúde, nas experiências enriquecedoras e nos momentos que transcendem o efêmero.
Assim, as palavras veladas apontam para uma verdade submersa: a verdadeira riqueza está na apreciação das coisas que escapam à moeda corrente, na celebração das experiências imortais e no entendimento de que a prosperidade é um tecido intricado, no qual o dinheiro é apenas um fio entre muitos outros.
"O Chamado da Centelha"
Desde o princípio dos tempos, a alma humana carrega uma inquietação silenciosa — um anseio por algo que o mundo material não pode oferecer. Essa sede não é de prazer, de posses ou de poder, mas de lembrança. Pois esquecemos quem realmente somos.
Segundo os antigos gnósticos, vivemos num mundo ilusório, forjado por um demiurgo — uma inteligência inferior que, embora poderosa, está cega à plenitude do Espírito. Este mundo, com suas regras, dores e ciclos repetitivos, é uma prisão feita de matéria e esquecimento. Aqui, nossa essência divina — a centelha do Pleroma, do Todo — foi aprisionada em corpos de carne e moldada por crenças limitantes.
Mas dentro de cada ser humano, ainda brilha essa centelha. É ela que sussurra em meio ao caos. É ela que nos leva a questionar o sentido da vida, a não aceitar o sofrimento como destino, e a buscar — ainda que sem saber — o retorno à Origem.
O Gnosticismo não nos convida a crer cegamente, mas a conhecer. A gnose é um despertar interior, uma revelação íntima que rompe os véus da ilusão. Quando buscamos dentro, além dos dogmas, além das formas, encontramos aquilo que é eterno: a verdade viva, que estava oculta em nós desde antes do tempo.
Conhecer a si mesmo é lembrar-se de Deus — não o deus deste mundo, mas o Deus verdadeiro, sem nome, sem forma, além de toda dualidade.
E quando despertamos, deixamos de ser peças no tabuleiro. Tornamo-nos filhos do Alto, conscientes da missão de libertar nossa luz e ajudar outros a fazerem o mesmo.
Pois o caminho da gnose é solitário, mas não é egoísta. O verdadeiro iniciado não se eleva para fugir do mundo, mas para transfigurá-lo — com compaixão, consciência e verdade.
E então, ao reencontrar a Luz que jamais nos abandonou, compreendemos: nunca estivemos realmente perdidos. Apenas adormecidos.
O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor.
(Joel 2:31)
E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados,
(Apocalipse 1:5)
- O verdadeiro pastor: O Messias. João 10.1-14
- A verdadeira religião: Cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo. Tiago 1.27
- O verdadeiro templo: Eu e você. 1ª Coríntios 3.16
- A verdadeira adoração: Em Espírito e em Verdade.
- O verdadeiro culto: Todo dia, na vida e em qualquer lugar. João 4.23-24
Você é muito intensa. A vida vai tentar fazer você diminuir essa intensidade. Quando isso acontecer, espero que o cara que estiver ao seu lado te ajude a voltar a ser como antes, certo?
