Poemas quando eu me Amei de Verdade
"O amor" ...
Uns levam na mente, outros no olhar, alguns demonstram no sorriso. Eu costumo deixa-lo naturalmente no meu coração!
eles fumaram e não paravam de escrever, eu disse fume bastante amigos , desde que traga poesias aos meus ouvidos..
"As palavras representam, apenas representam, então eu não digo. É que por mais que eu tente não sai nada, nadinha. Acho que ainda não inventaram palavras que dizem. Oh meu Deus, que isso nunca me impeça de tentar!"
Vendo tudo isso se perder, eu abriguei a tristeza de vez em meu coração, e não solidão procurei um caminho seguir, já descrente de um dia feliz.
Jogue um dado comum seis vezes, se cair seis vezes no mesmo resultado, eu deixo de acreditar no acaso.
O Homem é estúpido e sábio ao mesmo tempo, eu também o sou, mas a maioria dos Homens parecem não ter sabedoria suficiente para serem estúpidos.
Houve um tempo em que eu pilotava um simples carrinho de rolimã. Naquele tempo, Parecia-me muito bom a idéia de um dia possuir um carro. Hoje dirijo um bom automóvel, mas como tenho saudade do meu carrinho de rolimã.
Penso eu que as coisas mudariam,que o mundo ficasse bom, as pessoas melhores do que antes, pensava eu...
Ela me chama de "branquelo". Eu a chamo de "maluca". Maluca ela não é, mas tem um jeito único e um sorriso lindo. Diz que eu sou "branquelo", vai ver sou um anjo da paz que veio só pra cuidar dela.
Hoje eu entendo que os momentos felizes não são necessariamente aqueles que vêm de uma forma avassaladora, mas são principalmente aqueles momentos que a gente gostaria que nunca mais acabassem ...
Eu costuma achar que você ia ser a pessoa que mais me faria sorrir, agora eu estou aqui chorando... E a culpa é sua.
E por mais vazia que eu me sinta por dentro, eu não teria coragem de criar um vazio na vida de outra pessoa.
Eu tive um sonho, eu realizei esse sonho, mas depois descobri que foi só um sonho. Eu tive um amor, e amei esse amor, e depois descobri que eu amava quase só. Eu quando sonhei e amei era eu me iludindo, eu quando me iludi e deixei-me cegar, era eu amando, eu que um dia pensei ser eterno, eternizei em mim a certeza de que apenas sonhei, de que apenas me iludi e deixei-me seguir por medo da desconstrução. Eu quando seguia era eu tentando esconder-me da realidade, eu desistindo, era apenas eu tentando te destruir dentro de minha mente, de meu sonho, meu desejo, de meu carinho, de teus beijos, de teu cheiro e abrindo mão de uma parte de mim que parecia ser tudo, porém esta certeza só tive quando verdadeiramente desisti. Eu desisti, mas antes lutei, mas desisti, não por deixar de amar-te, foi por não suportar mais a falta de querência no trato de nossa maior incompatibilidade.
Ninguém nunca me vendeu a ideia de que seria fácil. Eu sabia do risco, mas decidi arriscar. A teoria de vencer os impropérios diários se mostrou bem diferente da amarga prática. (E quem disse que remédio amargo é ruim?) Hoje, aos poucos, começo a colher os frutos da decisão em não desistir e, de passo em passo, plantar - além de sonhos - suor. A luta é amarga; a teoria, doce. E o resultado dessa luta é uma mistura maravilhosa de sabores.
