Poemas quando eu me Amei de Verdade
Esperança.
Pois eu sereia a esperança;
A esperança que a vida e linda.
DOCE meiga e adimiravel.
Na esperança que vida ainda me encontre.
Pra vida deixa esperança acreditar no amanha.
Sera a esperança de um novo horizonte de luz
de alegria.
So assim a esperança prenetrar dentro da vida,
Porque a vida e minha maior esperança.
A esperança de amar a vida.
E viver feliz na esperança de esta sempre perto da DOCE delicada razão de vc vida..
Deixa eu entrar na tua vida
Estou aqui, do lado de fora
Pedindo para entrar na tua vida.
Sou eu quem te ama, te adora.
O teu amor será minha guarida.
Minha cidadela. Minha estrela.
Minha bússola que me guiará os passos.
Preciso deste amparo doce, terno
Que só encontro dentro dos teus braços.
Estou aqui, batendo à tua porta.
Implorando moradia permanente.
Dentro dos teus dias. Só me importa.
Navegar pelos teus mares livremente.
Meu porto seguro será o teu sorriso.
Teu colo cobiçado, meu eterno abrigo.
Como troca eu te trago o meu viver.
Integral. Minha alma imortal
Meu despertar. Meu amanhecer.
Minha ternura proibida
E completa.
Tuas flores prediletas.
Minha fala adocicada. Minha vida.
Que ano foi esse?
Que ano que é esse, que termina assim
Eu sem você e você sem mim?
Que ano foi esse que me levou seu amor?
Pro ano que vem eu peço um favor.
Devolve meu bem, que eu só vou celebrar
Se a vida trouxer meu amor pra ficar
Juntinho de mim com juras de morte
Se houver outra ida que seja por sorte
Dos dois lado a lado caminhando na estrada
Da vida e felizes. Só isso me basta.
Não vou festejar e nem veja talvez
Os fogos brotando no espaço outra vez
Estou preparando um abraço maior
Que essa tristeza de angústia e de dor.
E meu coração há de destilar alegria
E morrer pra eu nascer na pura magia
De amar sem medidas, e não haver mais
Entre nós dois, separação, despedidas.
Pro ano que vem, eu quero de volta
Meu bem, meu amor, só isso me importa.
A Vida é Agora
Acorda amor
Sou eu o teu sonho
Menino risonho
Desperta pra vida
Que acaba tão logo
Depressa ela passa
E a tua pirraça
Fingindo ter sono
Vai nos separar
Cansei do abandono
Esquece o teu jogo
Abaixe tua guarda.
A vida é agora
Não vem outra hora
O amanhã é incerto
Talvez nem exista
Pra um de nós dois
Não deixa nosso amor pra depois.
Toma jeito
Recoste em meu peito
E segrede então
Que é meu, e só meu
O teu coração.
O Meu Palácio
Coloco dentro do meu palácio o que e quem eu quero:
O meu amado.
Alguns amigos.
Muita música
Muito riso
Muita dança
Uns bons filmes na minha cinemateca
Boas peças teatrais.
Uma excelente biblioteca
Muita paz
Algumas garrafas de Château de Beaucastel Châteauneuf-du-Pape
Alex Atala
E viva a minha fabulosa capacidade imaginativa.
Inocências Feridas
O meu olhar,
A minha voz
O meu grito mudo de dor.
O meu eu aflito
A minha inquietude
A minha prece
Vão hoje para as crianças.
Que padecem
Por conta do maltrato,
Dos adultos perversos.
Crianças vítimas das guerras
Das pestes
Da fome
Da exclusão social que extermina seus sonhos
Suas cirandas.
Suas esperanças
Filhas de uma sociedade egoísta
Que nem as migalhas da sua mesa é capaz de repartir.
Dos governos soberbos e tiranos
Desumanos
Que se autodenominam salvadores
Enquanto roubam e mentem,
E se enriquecem
Enquanto apodrecem
Nas ruas e nos lixões
Crianças indefesas.
Que salivam atrás de uma vitrine
E expelem vermes
Enquanto se espremem
Em cubículos ínfimos
Do tamanho das consciências dos governantes.
Nas favelas.
Expostas às dores
Maiores que suas almas.
Enormemente maiores que a nossa bondade.
Amor Imenso
Assim que entrei no teu radar
Eu soube
Que nem precisaria te olhar
Pra descobrir a nossa comunhão
De almas.
No entanto, mirei teus olhos
E me surpreendi com a magnitude
Do teu amor.
Compreendi que eu poderia
Raspar minha cabeça
Arrancar todos os meus dentes.
Perder toda a carne de meu corpo
Apresentando-me em pele e osso.
Descalça com os pés rachados e encardidos.
Roupa rota
Dessa maneira eu ainda caberia dentro do teu
Propósito de amor.
Então celebrei
E meu coração não parou mais de dançar.
Miligrama de verso V
Eu te fiz uma proposta:
O de sermos um romântico par na longa caminhada.
Refutaste sem nenhum pudor de me ferir.
Fizeste bem
Se seguíssemos meu ritmo
Ficarias entediado com o meu vagaroso e singelo caminhar.
Se seguíssemos o teu
Eu ficaria infeliz por não conseguir te alcançar.
EU SONHADOR
Olho pelo retrovisor da minha alma
E revisito com estranha calma
Meus momentos saboreados
Quando ainda, eu cheirava
A tinta fresca da vida.
Tinha, então, apurado o senso da alegria
E meus dias transbordavam de ternura
Entornava meus sons de amor por onde percorria
Da própria aventura
De ser gente.
Minhas noites eram carregadas de magia
Postada à porta uma imagem luzidia
Talvez fosse meu Anjo,
E me servia.
De espelho ali na minha frente.
Indecifrável e inteligente.
Que me guardava de mim mesma.
Onde está agora aquele ser
Quando mais dele preciso?
Por onde anda, por que não está mais comigo?
Não volta mesmo que eu implore de joelhos
Morreu?
Creio que não, apenas desistiu dos risos.
E perambula por ai tonto à espera.
De um final senão feliz, ao menos
De um sofrer menor.
Quem era?
Era o meu outro Eu, o sonhador.
SOU EU
Fiquei perdida entre as tuas coisas
Magníficas ou pequenas. Por pouco
Achavas o meu riso solto ou embrulhado
No papel que escrevias os teus versos.
De amor não pude tecer nosso namoro
Debruçada na janela da tua alma embebida
Nas paixões que entornaste toda a tua vida.
No trovejar da voz que soltas quando atinges
O ápice do amor. Então, navego por telepatia
Na mesma magia.
Não é comigo, mas atinjo, também, grande ironia
O auge de ser troca, ser o outro, ser um só.
E quando sentes o arrepio de uma alma que te busca e
Beija-te até secar todo o desejo.
Afaga-te tanto que desemboca noutro lampejo
De mais querer. E tudo se repete.
Infinitamente,
Em pensamento apenas, lamento.
Ai sou eu. Apenas eu.
A MESMA SORTE
Eu quero a mesma sorte dos casais que celebram
O amor em um jantar-cruzeiro com "Marina de Paris",
Descobrindo a cidade Luz enquanto saboreiam um refinado menu
Para aqueles que pelejam no Zimbábue em condições subumanas
E se espremem em minúsculas cabanas
Feitas de barro
Com seus filhos desnutridos e sedentos.
Ir até o continente africano nem precisa.
Quero essa mesma sorte rica para os brasileiros
Ensacados numa bolsa de codinome família.
Esmola que lhe estendem para lhes comprar o dedo
Qualquer um deles que vá apertar a tecla
Que garanta para os do poder o sustento, que sustento!
Tenham tento...
Uma preciosa caixa com milhares de aumento
Dois?
É apenas um nome simples, mas que guarda uma inimaginável
Montanha de dinheiro.
Que dá até pra comprar aviões.
E outros, vão extorquir esfoliar o povão e se refestelarem
Com a barriga cheia em Planaltos e planícies
Com suas esquisitices
De se autoproclamarem salvadores da Pátria Amada.
Então eu quero a sorte dos mandachuvas estendida
Para cá, para os que ficam do lado de fora do muro das mansões
Para os que vagam nas ruas
Moram em casebres
E sobrevivem de lixões
E se enjaulam em prisões.
Não vou aceitar menos, nem para tal
Proponham-me nada menor do que isto.
E tenho dito.
COISAS DA LUA
Chego à janela e fito a Lua
Então ela me pede pra ser sua namorada;
Eu respondo
— Não pode ser. Talvez eu namore o Sol.
Por que ele é masculino, você é feminina e sou mulher.
Ela retruca indignada e meio sem jeito.
— Xô preconceito!
SAUDADES...
Oh! Saudades do ontem que
Eu tive teus olhos pedintes voltados para os meus
Lábios e seios.
Até pareceu-me ser amada
E sonhei sentindo uma dolorida agudez
De desejos quase realizados.
Não pude alcançá-lo, pois no instante seguinte
Partias. Nunca mais deixaste a poesia
Dos teus olhos derramar esperanças
Pros meus tristonhos.
Sepultei nossos abraços suspensos no
Meu pensamento febril
Beijos lúdicos ficaram espremidos na minha
Boca ressecada de tristezas.
E a saudade se ajeitou no meu peito
E nunca mais quis existir sem mim.
Se eu dependesse da sua presença
No último suspiro de cada dia,
Para poder sobreviver ao outro dia,
De falta de ar eu jamais morreria.
A Surpresa.
Fecha os olhos e abre a mão.
Eu te trago uma surpresa.
Imagina a emoção.
De poder ter a certeza.
De que cabe dentro dela.
Com a mágica leveza
Das suaves plumas.
Do amor a beleza
O frescor das brumas
E meu coração extasiado
Enamorado
Transbordante em sensações
De plenitude.
Dos sonhos a magnitude.
De ser tua gêmea e colocar na tua
Palma amada. Minha alma
Eis aí, então, meu mundo
Meu porvir.
Meus sonhos e todo o meu existir.
Segura, então minha mão.
E me leva pra onde fores.
Irei contigo
Meu guardião. Meu abrigo.
Você sabe que eu sei
Eu sei e sei que você sabe
Que eu sei.
Então, nós dois sabemos que
Estou exposta e ‘virulada’
Destemperada.
Apaixonada
Enamorada.
E sei.
E você sabe que estou e sabe que eu sei.
Então? Por que demoras?
Por acaso não tens noção das horas?
São passadas, embora lentas, em demasia.
E só aumentam minha agonia.
Me encontro recorrente da desgraça dos meus erros, a esmero das lembranças de tais fatos eu estava só, como se não fosse novidade sobre mim. E em um inoportuno momento, estava chorando sobre meu travesseiro, rasgando e desfazendo minhas poucas lembranças de glória, pois apenas vivi derrotas.
Me acabo só. Só.
A Namorada
Eu flutuo em uma imensa calma
E minha alma,
Pasmem é namorada do poeta.
Pessoa, Melo Neto, Varela.
E vários outros que beijo na boca
Nas noites insones e insossas.
E se eu fosse ave me casaria com um Falcão
Ou um Condor, ou mesmo um beija-flor.
Seja como for.
Meu sobrenome não rima com a dor
Que afugenta cada vez mais minha vez de ser feliz.
Perdi a vontade de brincar de faz-de-conta
Estou tonta e não vejo razão pra mentir.
Não ceifei o mal pela raiz.
Ele retorna incessantemente
Pra me desnudar das minhas esperanças.
E não sou mais criança.
Apenas um ser obscuro
Ainda com medo do escuro.
MORRER DE AMOR
Morrer de amor,
Faz tanto bem!...Eu recomendo.
Compensa.
Morrer de amor
é dor
que me convém.
Morrer de amor
é menos
dolorido do que se pensa;
Morro de amor, com prazer...!
Muitas vezes morri,...
e continuei a viver.
Prefiro mil vezes
morrer de amor;
A não ter um amor pra morrer.
(20.03.15).
Eu não sei porque eu penso em você
E porque você não se resolve
Eu só queria provar o meu amor
Mas pra isso eu preciso que você diga que me ama
Eu sei que voce diz , mas não é assim que eu quero
Você diz que me ama para sempre
Mas você fala pra todas
Eu preciso saber se você ama a mim ou ama outra
Se voce nunca falar eu não vou até você
Eu posso te levantar
Eu posso te colocar no topo
Sabe porque porque eu te amo
Eu falo mal de você mas é por amor
Eu sinto uma saudade sem fim
Você foi feito pra mim
O que é que acontece com você
Você ama uma mulher morta
Mas eu estou viva
E te quero mas que tudo
Você é o meu sol é o meu amanhecer
Você é o ar que respiro
Parece que tudo tem o seu nome
Você é o meu amado é a minha alma
E tudo que mas preciso é te ver sorrindo outra vez
Serar que é possivel te ver alegre e rindo
Eu amo o seu sorriso
Gosto quando fala do mar
E as vezes brinca
Eu fico tão feliz
Eu sempre te amei
E vou te amar pra sempre
maria de fatima
