Poemas quando eu me Amei de Verdade
A inteligência coletiva dos seres humanos devem ser pensados, compartilhados e acordado com a importância dos processos educativos, que tendem a formam pessoas coerentes e interativas pelo amor ao mundo.
AVIDA NÃO MORRE, A MORTE TAMBÉM NÃO ("Sou um ser incompreendido, mas com minha incompreensão compreendo o mundo e a vida que me cerca..." — Anjo de Galochas)
Constantino adulterou toda a bíblia, fez dela um ídolo e um amuleto. Deus está na bíblia panteisticamente. Cada vez que você reverenciar a bíblia está adorando um ídolo de papel. Aonde foram parar as verdades originais? Essas muitas versões, cada uma acomodada às inclinações da entidade que as patrocinou fazem da bíblia um guia não confiável. Cada versão "fiel" é algo aproximado; pois, não existem palavras sinônimas, mas sentidos aproximados. Ex. "Jesus chorou" e "Jesus pranteou" é uma deturpação do entendimento sobre o sentimento de Jesus, dificultando a crença pura. Vírgula mal colocada ou não colocada faz de quem lê autor também do livro "sagrado", saciando a sede do homem de ser Deus. Só um Deus humanizado se importaria com honrarias. Só homens endeusados adoram perfeitamente. Ou quando alguém adora ídolos, Deus sente ciúmes? Ou Deus precisa ser humano para os humanos conceberem. Então, criaram Jesus 100% divino e 100% humano. Mas, Deus não é de confusão, né? A divindade de Jesus consiste na incompreensão da mente humana desta antítese, aí aceita o sobrenatural. Se o Jesus homem morreu, morreu o homem, não salva a humanidade; se o Jesus Deus morreu, Deus morto não salva a humanidade. Se ambos ressuscitaram, todos os mortos ressuscitaram sem o estigma de divindade alguma, apenas a morte é o páreo idôneo da vida, começando por esta e terminando por aquela naturalmente. Se a vida não é eterna, a morte também não: Tudo é cíclico! (Cifa
A boa conduta de um funcionário deve ser respaldada pela ética e integridade de quem governa a empresa.
Caso contrário ele imita o modelo de gestão equivocado levando seus resultados ao fracasso .
Para cada problema de uma existe um aval permissivo por Deus para fazer crescer tanto donos quanto colaboradores.
Mas se o sócio não se alinhar no propósito ele acaba contaminando todo o projeto!
Não se sinta derrotado por algo que tanto você queria e não aconteceu do jeito e naquele exato momento. Muito das nossas tristezas é também a mão de Deus te livrando de situações, onde aos olhos que não conseguimos ver, o mal age sorrateiramente. O que for pra ser teu, não tem como ser de outros.
É onde entra a gratidão por tudo!
"A VIDA E IGUAL A MATEMÁTICA
Uns somam, outros subtraem oque e dos outros, muitos planejam multiplicar porém ninguém quer dividir"
Em filosofia, toda expressão é provisória e requer o acúmulo praticamente interminável de esclarecimentos. Mas ao público brasileiro de hoje falta algo mais que a consciência disso. Falta o sentido mesmo da ligação orgânica entre as asserções e os argumentos que as embasam.
A precaução mais elementar, ao ler os escritos de um filósofo, é lembrar que nossas objeções mais imediatas já devem ter-lhe ocorrido e podem estar respondidas, ao menos de maneira implícita, em alguma outra parte de sua obra.
"Esta expressão [tune deafness], para a qual não achei uma tradução unanimemente aceita em português (pode ser 'privação melódica'), designa a pessoa que, embora sem sofrer de nenhuma deficiência auditiva, simplesmente não consegue captar uma melodia. Ouve as notas separadas, mas não atina com a frase musical que compõem. Se o cantor desafina, ou o pianista toca um ré onde deveria entrar um fá, ela não nota a mínima diferença. Nos casos mais graves, o doente não consegue nem mesmo entender o que é música: não nota a mínima diferença entre os Concertos de Brandemburgo e o som das buzinas no tráfego congestionado. A doença é esquisita, mas não rara: segundo dados recentes, dois por cento das pessoas têm algum grau de tune deafness."
"A objetividade é sempre possível. O que não é possível é garanti-la mediante regrinhas e norminhas padronizadas. [...] Em geral, o conceito padronizado de objetividade é justamente um refúgio contra a necessidade de um esforço pessoal de descoberta e admissão da verdade."
"A objetividade é, em última análise, humildade perante o real – a humildade da inteligência. É talvez a mais difícil das virtudes. Não é coisa que se conquiste sem uma ascese interior, dificilmente acessível a pessoas que, como os jornalistas, vivem num meio antes propenso à tagarelice do que à reflexão. A probabilidade de que a massa dos jornalistas alcance essas alturas é a mesma de que todos os homens do mundo se tornem virtuosos por força das normas legais."
A teoria de tudo é que desde os primórdios do tempo e da origem da linguagem matemática, em uma mente brilhante em cada um no mundo, houve a descoberta da ciência elementar da vida.
A dicotomia é tão presente na natureza das coisas. Justifica-se o jargão: os opostos se atraem e é verdade. Imaginamos que só é acrescentado ao indivíduo algo que não está nele.
Os primeiros habitantes da terra viveram por quase 1000 anos, como deveriam ser dotados de experiência de vida e sabedoria, visto que, o tempo acrescenta esses tesouros.
Hoje nós mal chegamos aos 100 anos e achamos que sabemos de tudo quando, não sabemos de nada!
Indivíduos podem cercá-lo; ficar ao seu lado; atrás de você; a sua frente. Importante é saber onde você se coloca.
Uma das muitas causas do seu desaparecimento [do leitor autêntico], no nosso país, é que a formação dos jovens leitores — e falo dos melhores — se faz sob uma influência predominantemente anglófona. Ninguém lê mais em francês, espanhol, italiano ou latim. Muito menos lê os clássicos portugueses. Como os princípios da estilística inglesa são intransponíveis para o português, esses leitores acabam perdendo o ouvido para o próprio idioma. Quando lêem, não captam as nuances de sentido nem a ordem musical. Quando escrevem, imitam trejeitos ingleses que não dão certo em português e terminam em pura macaquice. E não falo só de trejeitos lingüísticos, mas psicológicos — de certos cacoetes de percepção que são típicos da intelectualidade norte-americana.
