Poemas Pessoas Gordinhas

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10:40 domingo 22 de junho de 2025


Sonhei hoje á noite com um cortejo, era de pessoas muito ricas, carros luxuosos algo assim, eu tentava identificar quem passava, mas eu não sabia quem era, só sei que alguém muito importante.
Eu e meu marido, estávamos dentro de um cemitério assistindo esse cortejo passar lá fora e eu me virava para ele, enquanto o abraçava, chorava e dizia "e quando for a gente amor?" Nós dois nos abraçamos e choramos, eu acordei






No dia 24 de junho do ano passado, eu tive um sonho, estava eu no banco de espera de um hospital, ao meu lado esquerdo estava uma mulher estranha sentada, eu não a conhecia. Eu perguntava para ela sobre a prima do meu marido que estava de frente para nós, me olhando fixamente, com o lado direito do rosto todo vermelho de uma mancha que parecia câncer. Ela me encarava bem séria.( Ela já é falecida há algum tempo, antes mesmo desse sonho) Ao meu lado direito eu virei o rosto e vi meu irmão mais velho, me olhando com uma cara de muita tristeza, enquanto a pergunta era o seguinte "É verdade que fulana está internada e só tem mais um ano de vida?" A mulher estranha ao meu lado respondeu"sim". Então, eu acordei.

A maioria das pessoas carregam problemas por terem adiquirido através de suas próprias escolhas.


Não traga pessoas com problemas para a sua vida. Pois você estará trazendo um problema que não é seu.

Às vezes somos fechados no nosso próprio mundo.

Mas Deus nos apresenta pessoas incríveis que nos fazem querer viver o mundo delas com elas.

Anjos de Deus!

Existem pessoas que irão te colocar lá e quê também poderão te tirar de lá.


As coisas mudam o tempo todo.

Pessoas ou a aquela pessoa. 🥰


Valor da troca:
Todas as pessoas deixam impressões, ensinamentos ou memórias, tornando cada interação genuína valiosa para a nossa própria história.

Não confunda qualquer pessoa que frequenta a igreja com pessoas de Deus.


Pessoas de Deus, você identifica pelas suas ações e a forma de viver.


Tem pessoas que usam a igreja para se esconder.

Existem 3 tipos de pessoas:
as que dão 100% independente de onde estiverem
as que dão 100% somente no que é do seu interesse
e os medíocres!

Quando você é chamado para liderar e ser suporte de pessoas mais sensíveis, o inimigo da sua alma não vem fraco, ele ataca direto o teu psicológico, tentando te confundir, te cansar e te fazer duvidar de quem você é.

Mas não esqueça para o que você foi chamado.
Você não foi escolhido por acaso, foi preparado no secreto para suportar o que muitos não suportariam.

Você veio para fazer a diferença… então permaneça firme, porque até as tuas batalhas estão formando a autoridade que vai transformar vidas.

Nem sempre o que as pessoas chamam de depressão é, de fato, depressão.

Às vezes, é uma mulher exausta por carregar responsabilidades que nunca foram divididas. É uma mãe que cuida de todos e se esqueceu de si mesma.

Às vezes, é alguém que entregou lealdade e recebeu ingratidão. Que confiou e foi traída. Que estendeu a mão, acolheu, permaneceu… mas, quando precisou, encontrou o vazio.

Há pessoas que não perderam a esperança. Apenas foram feridas tantas vezes que aprenderam a silenciar a própria dor.

Antes de julgar, ouça. Antes de rotular, acolha. Antes de tirar conclusões, lembre-se de que cada pessoa enfrenta batalhas que nem sempre são visíveis.

Há dores que remédio nenhum cura. Elas precisam de presença, respeito e amor.

É impressionante como algumas pessoas acabam se tornando tão importantes sem que sequer percebamos. Mesmo quando acreditamos estar cientes disso, há momentos em que a ficha simplesmente cai.


Quando eu já não tinha um lar, quando me sentia perdida em um desvaneio lúgubre, você, mesmo sem poder, me trouxe de volta. Foi meu lar por algumas horas, mas foi. E foi naquele momento que percebi que você sempre foi meu lar — só não da forma óbvia.


Nada foi tão sereno quanto você naquele instante turbulento da minha vida.


Eu vejo beleza nesse sentimento nada óbvio entre nós. Não sei exatamente o que ele é, mas sei que me faz bem. Você desperta minha ataraxia do lugar mais profundo do meu ser. Talvez seja isso a amizade: sentir-se em casa na presença de alguém, saber que existe um lugar para onde voltar quando tudo parece desabar.


Às vezes penso que poderíamos simplesmente fugir. Ou talvez eu compre um apartamento, e você durma lá todos os dias, para que eu finalmente consiga me sentir em casa na minha própria casa, aquecida sobre seu abraço. Podemos fugir... Quero dizer, o que realmente nos prende aqui? Há tanto para descobrir no mundo — e tanto para descobrir sobre nós.

Num mundo de pessoas vazias, continue sendo essência.

Enquanto muitos escolhem as aparências, escolha a verdade.
Enquanto muitos seguem tendências, preserve seus valores.
Enquanto muitos buscam aprovação, mantenha sua identidade.

Porque aquilo que é autêntico não precisa de máscaras para permanecer.

Continue sendo essência. É isso que faz você inesquecível.

Aprendi com o meu coração que devemos ser gentis com as pessoas, que devemos tratar todos da forma como gostaríamos de ser tratados.

Tem muita gente sofrendo calada. Tem gente tendo dias maus todos os dias, e não vai ser eu quem vai piorar isso.

Aprendi a respeitar as pessoas mesmo sem conhecer suas histórias de vida, porque sei que cada ser humano carrega sua própria trajetória, suas lutas, suas dores e seus aprendizados.

Aprendi que definitivamente não é a distância que separa as pessoas. O que realmente as afasta é a frieza, a falta de diálogo e atenção, a indiferença, a falta de persistência na busca por compreensão e o irreverente “tanto faz”.
É isso que constrói muros, engendra silêncios ensurdecedores, assola sentimentos e transforma pequenos desencontros ou choque culturais em grandes abismos entre dois corações que se pertencem.
Vença tudo isso, e impacte a sua vida usando força e sabedoria para construir uma ponte sobre o abismo. Deus não brinca quando une pessoas, e Ele sempre será o alicerce dessa ponte.

(Aline M. Abdalah)

O Eco dos Que Se Fingem Cheios


Há pessoas que colecionam “amigos”
como quem coleciona vitrines. Abraçam todo mundo, beijam todo mundo, fazem questão de serem vistas em todos os lugares possíveis, como se presença fosse prova de valor.


Perguntam da sua família, do seu trabalho, até da loja onde você comprou a roupa, como se interesse fabricado fosse sinônimo de afeto.


Vivem famintas por rostos, forçando vínculos que parecem naturais, mas que sempre cheiram a mentira; manipulam com facilidade, moldando a própria imagem como quem esculpe uma versão vendável de si.


Mas basta olhar de perto, bem de perto pra enxergar o vazio. Um buraco fundo, frio, incômodo, de quem quer abraçar o mundo inteiro enão sustenta ninguém.


Gente que fala com todos pra não ter que conversar consigo. Gente que sorri demais para quem chega e pra esconder o silencio que dói. Gente que parece cheia, mas se desmonta quando fica só.


No fim, essas pessoas fazem parte de multidões ambulantes com almas desertas: muita festa por fora, nenhum lar por dentro.

O pacato tem vida longa.

Para viver, deixe viver. As pessoas pacíficas não vivem apenas, reinam. Ouça e veja, mas mantenha-se calado. Um dia sem tensões significa uma noite repousante. Viver muito e com gosto é viver duplamente: é fruto da paz. Tem tudo aquele que não se preocupa com aquilo que não importa. Não há bobagem maior do que levar tudo muito à sério. Manter-se aberto àquilo que não interessa é tão tolo quanto não se envolver com aquilo que interessa.

⁠Inversão de valores

Amamos coisas
Usamos pessoas.

Conectado com o mundo
Desconectado em si mesmo.

Ficou On nas redes
E Off na vida.

Há um só Deus soberano, eterno e imortal, mas as pessoas que ouvem e praticam a Palavra de Deus são consideradas - deuses; fisicamente mortais, mas espiritualmente eternas.
(Confira: Jesus - João 10.34,35; Salmos 82.6)
F. Meirinho

⁠Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…


De tanto morrer a prestação.


Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.


A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…


E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.


Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.


Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.

Sempre houve, há, e infelizmente sempre haverá pessoas inidôneas em todas as searas profissionais.


Especialmente nas que são intrínsecas às nossas necessidades mais básicas.


Quer seja na Saúde, na Educação, na Segurança…


Ou até na seara Religiosa.


Esta última, infelizmente, é a que abriga os mais apaixonados.


Nela, se não fossem os inidôneos, talvez o próprio Cristo não tivesse experimentadoa mais medonha sinergia das fúrias humanas: perseguição, entreguismo e crucificação.


E para sustentar a premissa de que o crime jamais se sustentaria sem a coparticipação de parte do Estado — e de uma esmagadora parcela do povo —, há a retroalimentação do fanatismo.


Apaixonados que passam pano para desvios de conduta das suas paixões.


Ninguém do povo, com ao menos dois dos oitenta e seis bilhões de neurônios ativos,
deveria acreditar cegamente
que líderes religiosos e profissionais da segurança
são sinônimos de idoneidade.


Isso é mau-caratismo, capricho, fanatismo — ou ambos.


Foi-se o tempo das vocações…


Elas ainda existem, é verdade!


Mas os verdadeiros vocacionados são muito raros.


Nos bons e velhos tempos, poucos se vendiam.


Líderes religiosos eram quase sinônimo de santidade,
e policiais — de honestidade.


Infelizmente, a vocação levou uma rasteira da vaidade —
e muita coisa mudou.


E, infelizmente, para pior.


Hoje, o que se vê
é quase pura vaidade pela carreira, pelo status quo.


Só temo pela molecada…


E, pasmem, chamá-la de Nutella é bem mais fácil que ao menos tentar ser exemplo!


Ela segue cada vez mais sem norte,sem ter no que — e em quem — se espelhar.


Nos bons e velhos tempos em que muitos Moleques queriam ser Homens, não havia tantos homens fazendo papel de moleques.

⁠As pessoas se togam com tanta pressa para julgar possíveis envolvidos em assuntos sensíveis, que nem dá tempo de calçar as sandálias da sensibilidade.


Vivemos tempos em que a velocidade da opinião ultrapassa, e com muita folga, a profundidade da compreensão.


Antes mesmo que os fatos respirem, já há sentenças sendo proclamadas — não nos tribunais formais, mas nos corredores digitais onde cada voz ecoa como se fosse absoluta.


Julgar tornou-se um impulso quase automático, um reflexo condicionado retroalimentado pela ansiedade de se posicionar.


Mas a sensibilidade exige pausa.


Exige escuta.


Exige, sobretudo, a humildade de reconhecer que toda história tem camadas invisíveis aos olhos muito apressados.


Calçar as sandálias da sensibilidade é um gesto simples, porém raro: significa escolher sentir antes de condenar, compreender antes de rotular, acolher antes de afastar.


Quando deixamos de lado essa sensibilidade, corremos o risco de desumanizar o outro — transformando pessoas em narrativas rasas, em culpados convenientes ou inocentes idealizados, sem jamais considerar sua complexidade.


E, nesse processo, algo em nós também se perde: a capacidade de olhar com empatia, de duvidar com honestidade e de esperar com respeito.


Talvez o verdadeiro desafio não seja formar uma opinião rápida, mas sustentar o silêncio necessário para amadurecê-la.


Porque, no fim das contas, não é sobre ter razão — é sobre não ferir injustamente.


E isso, quase sempre, começa com o simples gesto de parar… e calçar, com cuidado, as sandálias da sensibilidade.