Poemas Pequenos de Amor
Vai, vai embora! Muda de Estado, que seja de País. Só que não importa para onde vá você vai sempre me levar, na cabeça, no peito, na alma e no olhar.
Uma mãe é a personificação do amor incondicional, a força que nos guia e o refúgio que nos acolhe. Seu abraço é o conforto que nos acalma e sua sabedoria é a luz que ilumina nosso caminho. Uma mãe é a prova viva de que o amor pode ser infinito e eterno.
"Quando aceitamos amores não correspondidos, somos reféns de nós mesmos que nos colocamos em situação de julgo desigual aceitando menos do que merecemos"
A primeira coisa que o amor elimina é expectativa em relação ao outro. O amor não depende do que o outro pode ou não oferecer.
"Todo poeta fala sobre o amor, todo poeta entende o amor, mas não nasceu para ser amado de verdade. Talvez seja por isso que eu não encontro um amor verdadeiro; talvez seja por isso que todo poeta está sozinho. Se não fosse assim, ele não seria um poeta."
"As únicas coisas que tenho para te oferecer, são migalhas, e como pode isso ser o suficientepara ti?"
Lms
Se não existe amor-próprio, não se consegue amar ao outro, nem reconhecer o amor que o outro lhe dá. Não acha-se digno do amor de outrem quem não reconhece-se digo do próprio amor.
Todos nos merecemos o melhor, o mais suave e a troca de sorriso sublimes mas não é assim, com tanta convicção, paz e retidão que navegam as naus dos sentimentos na eterna busca pelos mares do amor.
Todo amor demanda cor. Assim como Lacan dizia que " Todo mundo demanda amor ". Cores vivas para reinventarmos o sentimento mais puro em todos os momentos da cumplice existência.
Alma sangra pela duvida de alma gêmea, coração fica apertado pela insegurança de alma machucada por outras almas, mas amor nunca desiste, amor cura. Não perca a fé.
Se todas as vias nos levassem a uma unica estrada, hoje tenho certeza que esta estrada seria o amor, não importa quantos desafios no caminho tentem nos destruir, o importante é o que cultivamos dentro de onde nem precisamos nos levantar para ir.
Linda e pálida, deitado em um mato com cheiro de cravo, sussurra meu nome com voz de sono, chamado dos anjos. Meu coração dispara em súbito para, só para apreciar em silêncio o som do movimento de seu corpo girando na grama.
Na imensidão da razão enfeito todas emoções com ilusão. Ansiava pela sua palavra, mas no fundo detestava, que amava.
