Poemas Pequenos de Amor
Sabe quando você acha que é amor, mas é tão cheio de paixão que se torna agressivo? É uma qualidade atraente para mim. Em um mundo onde todos estão entediados, eu gosto de pessoas com emoção.
"Ali, o futuro não contava. E o passado só continha uma certeza: o amor era um erro nocivo, e sua cúmplice, a esperança, uma ilusão traiçoeira."
Só pensamos no amor romântico aqui no Ocidente, mas os tibetanos têm uma abordagem diferente pro amor. Pra eles, amar é o quanto você pode fazer feliz outra pessoa.
O amor é assustador: ele se transforma, ele murcha. Faz parte do risco. Não quero mais ter medo. Quero ser corajosa…
O amor é uma escolha, não é uma necessidade!
Eu gosto de você, mas eu não preciso de você.
Quanto a mim, o que me mantém vivo é o risco iminente da paixão e seus coadjuvantes, amor, ódio, gozo, misericórdia.
Por que escolhemos o tipo de amor que nos destrói? A sociedade e seus estereótipos nos empurram pra esse caos. Nos ensinam que a dor é divertida, mas não é. Não é verdade. A dor é perversa. Ela fascina, mas lacera.
Relacionamento significa algo completo, acabado, fechado. O amor nunca é um relacionamento: amor é relacionar-se, é sempre um rio fluindo, interminável.
Ninguém ama da noite para o dia. Você sente atração e desejo. Mas isso não é amor. Amar é outra coisa.
Devemos expandir o círculo do nosso amor até que ele englobe o nosso bairro, se desdobre para a cidade, o estado e assim sucessivamente até o objetivo do nosso amor incluir todo o universo.
Ciúme não é inveja. Educação não é falsidade. Sinceridade não é grosseria. Amor-próprio não é ego inflado.
O amor também é uma espécie de morte (a morte da solidão, a morte do ego trancado, indivisível, furiosa e egoisticamente incomunicável). O acontecer do amor e da morte desmascaram nossa patética fragilidade.
Ser pai é descobrir que o amor incondicional existe, o maior e mais sincero de todos está bem diante do nosso abraço.
