Poemas Pequenos de Amor
Lúgubres Rogos Febris
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No doce sal de teus rubros lábios acalento meus entorpecidos e pálidos devaneios d'amor; frio n'alma a se esvair, sussurro n'aurora do suspir'último, tímidos rogos - delírios de lúgubre febril paixão.
A simpatia saudou a empatia:
- Nossa, como você é simpática!
Ao que a empatia respondeu afável:
- Obrigada! Você emana empatia!
A antipatia resmungou, irritada:
- Quanta frescura! Ai que nojo!
Inquietação
Tem uma raiz se expandindo
Com um caule já à mostra;
Breve uma flor há de nascer
Neste teu coração de concreto.
Kriptonita
Fiquei fraco
Assim que entrei em teu coração
E foi aí que percebi
Que perto de você
Não existe super-homem.
Na vida a gente precisa
Procurar se doar mais
Evitar se doer menos
Que o mundo terá mais Paz.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Vamos superar é óbvio
e quem sabe depois prevaleça entre todos nós o que enfim realmente interessa
O amor e respeito ao próximo
no minimo enfim o respeito
que com certeza consequentemente só nos trará boas realizações
Quando a individualidade egocêntrica, falsa, mentirosa, oportunista, ardilosa e egoísta
supera o senso de paz, união e amor ao próximo, consigo compreender e concordar com a máxima...
Quando não conseguimos aprender através do amor, a vida nos ensina através da dor.
Na incerteza me faço
Onde no saber eu disfarço
Que por linhas ou traços
Escrevo o que sinto
Por mais que menino
Sei bem o que quero
E do amor eu espero
O poema mais lindo
Que por nós seja escrito
Amooooooor
"A paixão
Me Fascina...
O fogo
O bonito
O perigo
O alento
O momento
O sedendo
O vacilo
O suspiro
O choro
O fim...
Re lembranças"
Naquele instante tudo iluminou-se
Dissipou-se o medo de o mundo acabar
Nos tornamos um, nos tornamos lar
Para o Sol nascer ou a Luz raiar
Não me pergunte o porquê
Nem sei se é por você
Se você insistir, grito:
Não sei… Só sei
Que quero tirar de mim
O que há dentro de mim
Pr'a ti
Que não é amor
- O Que Não É Amor
Tento me valer das coisas que você me diz
Mas a minha ansiedade chega e te contradiz
Harmoniza minha insegurança
Faz a esperança aqui se dissipar
E no meu peito espinhos se esforçam em dilacerar
- O Que Não É Amor
Preciso me encontrar de novo, vem me resgatar
Não tenho forças pra sozinha subir no altar
E beijar teus pés descalços
Com todo percalço te pedir um lar
Não lembro mais de quem eu fui antes de aqui estar
- O Que Não É Amor
Me abro sem cobrar ingresso
E à ti declamo um verso
P'ra você ficar
No som, a nossa canção
Cheia de emoção
P'ra te emocionar
Mas nem ficas, nem choras
Nem sei mais o que fazer
Me dou inteira p’ra você
Chego até a esquecer de mim
E nem assim p'ra você me assumir
- Devota
Hoje a praia tá sequinha
Já estou prontinha
P'ra me bronzear
Sua cerveja está aqui, mofada
A ostra, temperada
É só você chegar
Mas nem bronze, nem breja
Nem sei mais o que fazer
Me dou inteira p'ra você
Chego até a esquecer de mim
E nem assim p'ra você me assumir
- Devota
Já comprei o nosso vinho
Um pinotage seco
D'África do Sul
Coloquei, na tábua de frios
Seu queijo predileto
Eu te quero nu
Mas nem bebes, nem comes
Nem sei mais o que fazer
Me dou inteira p'ra você
Chego até a esquecer de mim
E tu aí... Só pensa em me iludir
- Devota
Insegurança
Ao virar o rosto pra luz vi teu olhar.
Teu doce e terno olhar.
Tão fácil me apaixonar.
O coração até ensaiou uma batida mais forte.
Os pés quase cruzaram aquele horizonte desconhecido...
Medo.
Fiquei presa no lugar... morrendo de medo de amar.
