Poemas para Mulheres que Sao Lideres
1447
"Num aspecto Anjos, Unicornios e Moscas Tsé-Tsé são iguais para Mim. Nunca vi nenhum desses, mas acredito que todos existam. Não vou contrariar ninguém, ohquei? "
TextoMeu 1447
1482
" 'Quase sempre Factuais, meus textos são Apenas Conversas e Roteiros entre Mim e Personagens. Não me refiro especificamente a Alguém, muito menos a Ninguém, está bem?' "
"Assim está a Minha Biografia, aqui neste espaço."
TextoMeu 1482
Existem pessoas que alimentam o olhar que são raras, seres de sentimentos lindos, puros e de alma nobre.
Existem sorrisos que encantam, presenças que curam, palavras que alimentam,
Existem pessoas que falam de amor sem dizer uma só palavra.
E... como existem!
Inconcebíveis
Inconcebíveis palavras são ditas
No silêncio do pensamento
Exulta, ó sensível coração!
Tua essência é como uma árvore frutífera e sedenta
Que alimenta e sacia os pobres famintos;
Vem a mim, ó doce e apetecível vinho,
Deixa o teu líquido verter pelos córregos
O teu veneno imortal;
Deem-me numa taça as borbulhas
Deste intenso vermelho sanguíneo
Manchando minha consciência
No cume da minha eterna felicidade.
Esconde no recôndito de teu coração
O jardim que tanto cuidaste
Para a farta produção dos nobres parreirais.
A conquista e o sucesso são consequências das nossas lutas e das nossas buscas incessantes; independente de qualquer situação: seja ela financeira ou não. O sucesso é alcançado pela persistência, pela luta, pela dignidade e principalmente pela humildade. Somos aquilo que escolhemos ser. Precisamos muitas vezes perder para ganhar.
Quando alcançamos um objetivo é sinal de que os reflexos de nossas ações foram aceitos pelo universo. Recebemos aquilo que emitimos. Para ter é preciso primeiro SER.
O Universo dá para quem estiver preparado para receber. Somos parte dele, portanto, ou o entendemos, ou ficaremos à mercê de pequenas atitudes.
Flores...
Poetas são como rosas,
Admirados, porém não valorizados.
Pois só lhes importam tuas doces pétalas,
Com belas palavras de compaixão,
Lhes arrancando os espinhos,
Jogando-os ao relento sem direção,
Ficando assim tuas almas sem coração.
Sobre os medos e desejos,
Se escondem nossos beijos e sossegos,
Num dia do qual já não nos lembramos,
Numa noite do qual não vivemos...
Ao relento jogados,
Ao vento lançados,
Ao prazer almejados,
Pelo amor fomos largados.
Se "os olhos são poemas calados",
Os corações são poemas não vistos,
Onde seus batimentos foram perdidos,
Por um alguém, já sem mera importância.
Os poetas merecem o mundo,
Mas o mundo não merece os poetas.
Sobre ser e viver,
Nós escolhemos morrer.
Chamados por alguns,
De "anjos perdidos na terra",
Onde tais palavras sublimes,
Tentam mudar as almas inquietas....
Vidas passadas...
Naquela singela janela,
São tantas as vidas passadas por ela,
E hoje, já nem se notam as flores nela,
Pois secaram, iludidas pela volta dela...
Naquela bendita janela,
Foram se os encontros vistos por ela,
Daqueles perdidos pela beleza dela,
Apaixonados sorrisos lançados à ela,
Levados estes pelo vento.
Encontros, desacertos, paixões e pesadelos,
Não se sabe o que vem, nem para onde se vai,
Só sabes que um dia, em tu, chegarás.
Por este mundo rodei,
Muitas emoções passei,
Por situações me desesperei,
Porém, quando te vi, mudei.
Pelas sintonia do seus lábios me apaixonei,
Pela harmonia dos teus cabelos e olhos claros, me inspirei,
Pirei, surtei?! Respirei...
Não se sabes, mas tu minha vida mudastes.
Guardiões de energia: Os gatos são vistos como protetores dos lares, com uma missão espiritual de cuidar da energia e da proteção dos seus tutores.
Sensibilidade ao mundo espiritual: Eles têm a capacidade de perceber o invisível e são considerados guardiões de ambientes, especialmente aqueles com gatos pretos, que são descritos como muito sensíveis a energias.
Transmutação de energia: Os gatos podem canalizar energia para harmonizar ambientes, transmutando energias densas em sutis, como se fossem "reikianos" por natureza, segundo algumas interpretações.
Rejeição à superstição: Chico Xavier refutava a ideia de que gatos pretos trazem azar, especialmente em superstições como a da sexta-feira 13, afirmando que o que importa é a vibração de cada um.
Companhia e afeto: Ele também enfatizava o papel dos animais como companheiros e a importância do amor incondicional, destacando como os gatos, em particular, podem oferecer conforto através de sua presença silenciosa e intuitiva.
Desprezo pelas leis, praticando atos que inclusive são passíveis de detenção.
Ser enganador, mentiroso e ludibriador, visando obtenção de vantagens, benefícios e ganhos pessoais.
Agem impulsivamente, sem planejamento de seus atos.
São imprudentes e não se preocupam com a sua segurança ou com a segurança de outras pessoas.
Ficam facilmente irritados e agressivos, se envolvem em brigas físicas ou discussões constantemente.
Agem de forma irresponsável, como por exemplo, deixar o emprego sem garantia ou planos de outro, não pagar contas.
Não sentem remorso, são indiferentes aos sentimentos ruins ou maus tratos que causam aos outros.
Mulher teu corpo
São maresias que quero navegar
Teus olhos e sorrisos
São como lua e estrelas
Faz de mim uma lenda de uma paixão inacabada
Conversem!
Conversem sempre
sobre tudo!
Porque o silêncio são pedras.
E pedras são muros, e muros dividem.
Os julgamentos são cartas que enviamos a nós mesmos, só que em envelopes com o nome dos outros.
(Douglas Duarte de Almeida)
Caminhar lado a lado exige um gesto raro: deixar as ideias descansarem um pouco. As ideias são bonitas, mas traiçoeiras. Nelas, todos somos perfeitos. O filho ideal só existe no pensamento. A mãe ideal também. No mundo das ideias, ninguém falha, ninguém se desespera, ninguém diz a palavra errada na hora errada. É um lugar confortável demais para caber gente viva.
Viver de verdade com alguém é aceitar que o real é meio torto. Que há dias em que a voz falha, a alma murcha, o cansaço transborda. É ter coragem de amar o que existe, não o que imaginamos. E isso é mais difícil do que parece, porque a imaginação é uma costureira habilidosa: ajusta, corta, embeleza. O real, não. O real é áspero, às vezes. Mas é nele que moram os encontros que mudam a vida.
Cada um é o que é. Faz o que dá conta. Ama como aprendeu. E isso não é desculpa: é condição humana. Amar sem tentar caber no molde do outro é um ato de generosidade. Um jeito bonito de dizer: eu te vejo, não pelo que projetei, mas pelo que você realmente é — com suas frestas, suas travessias, suas partes desordenadas.
O amor verdadeiro não exige perfeição. Exige presença. Exige humildade para desfazer fantasias antigas e coragem para ficar, mesmo quando o castelo que imaginamos vira chão. Prosseguir amando, mesmo quando a realidade desmonta o sonho, é um gesto de maturidade que poucos sustentam.
São poucos os amores que suportam a pureza do real. A maioria prefere a maquete. Eu, não. Prefiro a casa habitada, mesmo com as rachaduras. O afeto que existe, mesmo com as falhas. O caminho compartilhado onde dois humanos, imperfeitos e inteiros, aprendem a caminhar juntos — não pela ideia do que deveriam ser, mas pela beleza do que são.
Há um alívio secreto em se jogar sabendo que existe chão. Não falo de certezas — certezas são para quem teme a vida. Falo do chão que nasce dos próprios pés, esse solo íntimo que a gente aprende a cultivar depois de tantas quedas que já nem sabemos mais qual doeu primeiro.
É libertador sentar no meio-fio sem medo de parecer deselegante. Elegância, no fim, nunca esteve na pose, mas na coerência interna. Prefiro o cimento quente da rua me lembrando que continuo vivo do que qualquer palco que exija um personagem. Às vezes é no meio-fio que o coração finalmente se endireita.
Vestir-se de si exige propriedade afetiva. É colocar no corpo — e na vida — as camadas exatas do que se é, mesmo quando isso desagrada expectativas alheias. Sustentar as próprias escolhas é um tipo de musculatura moral: dói no começo, treme no meio, mas mantém a coluna da alma ereta.
E nas crises, é preciso gentileza. Respeitar-se como quem protege algo precioso. Gritar pra dentro, chorar pra fora, respirar onde der. Permitir-se ser humano sem desmerecer a força que existe no próprio caos.
Nas dores, ser colo. Nas alegrias, ser testemunha. Em ambas, gostar de si como quem aprende, depois de tantas tentativas, que o amor-próprio não é um estouro, mas um sussurro persistente que nos chama pelo nome quando o mundo tenta nos esquecer.
A verdade é simples e devastadora: a vida não fica mais leve, é a gente que fica mais inteiro. E quando finalmente sabemos que há sempre um chão — mesmo que seja o das escolhas que sustentamos com o peito aberto — o salto deixa de ser risco e vira rito.
Rito de fé.
Rito de coragem.
Rito de ser exatamente quem se é.
Os fortes impõem limites e são respeitados; os fracos bajulam e são usados.
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Estados também têm suas DRs… e elas precisam ser tratadas à luz da sinergia entre respeito, maturidade, responsabilidade e sensibilidade — de Estado para Estado — sem interferência da famigerada ferramenta dos moleques especialistas em guerras palavrosas.
Há feridas que são mais cortantes que faca de dois gumes, mas há reflexões que são bainhas sob medida!
Há feridas que sangram silenciosas, invisíveis aos olhos alheios, mas que rasgam a alma com a precisão de uma lâmina afiada.
Não é a força do corte que as torna temíveis, mas a forma como se instalam, corroendo aos poucos a coragem de quem as carrega.
Palavras não ditas, gestos que doem, perdas que jamais encontram adeus — tudo isso é uma faca de dois gumes, que fere tanto quanto ensina a temer.
E, no entanto, há reflexões que chegam como bainhas sob medida.
Elas não evitam o corte, mas oferecem suporte, amparo, um contorno que protege sem impedir o movimento.
São pensamentos que alinhavam o fio da consciência, que transformam a dor em aprendizagem, a confusão em clareza, o remorso em reconhecimento.
A bainha não tira o corte da lâmina, mas permite manejá-la com firmeza e segurança.
A diferença entre sofrer e compreender, entre se perder e se reencontrar, está nesse equilíbrio delicado.
Ferir é inevitável; ser ferido é humano.
Mas refletir com honestidade, com coragem, é criar espaço para que cada corte se transforme em cicatriz, e cada cicatriz, em história que fortalece sem endurecer.
Porque, no fundo, a vida só se revela plenamente a quem aprende a conviver com a lâmina e a bainha — a dor e a consciência, a ferida e a reflexão, o corte e a proteção.
O Vício de Brincar com as Palavras e as Imagens, tem seus Riscos: às vezes são elas que se juntam para brincar com a gente!
Brincar com Palavras e Imagens sempre parece um gesto inocente — quase infantil.
Mas quem se arrisca nesse ofício sabe: nada é tão simples quanto parece.
Porque, palavras têm memória!
Imagens têm humor.
E ambas, quando percebem que estamos distraídos, fazem complô.
Às vezes se juntam para dizer o que não ousamos.
Por vezes até revelam o que tentamos esconder.
Às vezes devolvem à nossa própria mente uma pergunta que nem formulamos…
mas que, de alguma forma, já nos habitava.
Brincar com elas é um vício, e sim, — do tipo que não pede perdão.
E cada frase escrita, cada imagem criada ou editada, leva um pouco de nós…
mas também devolve algo que não sabíamos termos entregue.
No fundo, talvez o risco maior não seja brincar com elas.
O risco mesmo é quando elas resolvem brincar conosco —
e, sem pedir licença, sem medo e sem culpa, revelam aquilo que nós estávamos evitando descobrir.
