Poemas para Desejar um Feliz Aniversario
Um flagrante não sabe mentir direito: como viver uma expectativa que não pertence a si?
Quer um conselho e não um pedido?
Esquece!
Ficar bem próximo de um sorriso suspeito, não é um bom dilema; saber quem sou, é mais importante do que pensam de mim!
Do mundo, só sei que certas verdades ficam escondidas, como algo escondido na cara de todo mundo... vou ter que lidar com isto farejando intrigas!
Insuperar pode não ter significado, penso que se tem algum seria como desejar algo fora do meu alcance; uma mente que rompe décadas de achismos, percorre um novo e longo caminho que lança os passos a realidade!
Ando devagar porque minhas palavras e pensamentos se vestem de força, e criam formas, e um dia me retornam; todo exagero é uma encosta com um abismo à vista!
Já vi ondas dançando próximo do mar, dançando ao longo da areia sem pressa em retornar, e muitas se perderam ao irem mais longe... é a vida!
Algo não tem que doer como nunca, para não doer nunca mais... sempre existirá algo que vai doer, mas com às lições e nos próximos supera!
O mundo vê alguém como utilidade dele, a vida me vê como alguém que pode si amar; aquele que aprendeu a ser feliz sozinho, aprendeu a se valorizar!
"Minha segunda-feira ganhou um brilho especial esta manhã,
Seu olhar me encontrou, meu coração bateu mais forte.
Adormeci em seu coração, um refúgio seguro,
Sabendo que você é o meu futuro.
Meu carinho, amor e respeito, sempre ao seu lado,
Contar comigo, é contar com um amor que não é passageiro.
Você é o meu refúgio, a minha paz,
Meu amor por você, eterno, sem igual, para ser."
"Não se deve estabelecer
um vínculo com alguém
apenas por causa do que
você sente por ela,
mas sim pelo que ela
faz você sentir."
Eu entendo a sua razão, contudo, eu valho a pena.
Já de um tempo, amo na intensidade, e cuido, como jamais havia feito. Quando errado, e estive, quero de pronto resolver, e é possível.
Você sabe os que me matam, você está inserida neste contexto, entre os três outros, você é o único vazio palpável, o equilíbrio entre os que se foram, me preenche com felicidade.
O amanhã pode ser breve, já que não demanda da nossa vontade, Deus é quem sabe.
Eu não quero te perder, você é o meu diamante. Quero amenizar as feridas, as nossas, e as que já carrego.
Gostaria muito de casar contigo, não se trata de vaidade, e não somente de um sonho, tem a ver com compatibilidade de almas.
Agnaldo Souza
Eu Amo você, és o meu Diamante, e não haverá um dia se quer em que eu deixe de lapidar o meu amor, o meu querer, os meus propósitos de vida junto a ti.
Não será um recomeço, e sim, uma continuidade.
Não nos amamos apenas fisicamente, o que temos é mais que compatibilidade, é um encontro de almas que se querem, e sabem que são felizes juntas.
Agnaldo Souza
Meu diamante me inspira.
Não é capricho, é amor!
Desistir?
Talvez um dia.
Tati
Antes de palavras I"diOtas"
Agora
E por um tempo
Boca nenhuma acessou
Ou acessa meus lábios Meu corpo
Se quer tivera meus cuidados
Tu és combustível Queima em mim
Tu és amor
Meu amor
Meu TAnTInhÃo de um tudo
És Felicidade
Sim, és
E mesmo quando não mais
Estás comigo
Imortalizada
Rogo
Senhor
Escutai-me
A minha prece
Descarte o orgulho
Que prevaleça
O Amor
O que fora vivido
Sagre num recomeço
A ti peço Senhor
Ao meu Amor, Tatiane
Agnaldo Souza
Desratificação do Setor Público
O Brasil necessita, com urgência, de um banho civilizatório, que não se traduza em autoritarismo, mas em compromisso ético, jurídico e institucional com os valores fundantes da República. A segurança pública confiável nasce da educação, da cultura, da justiça eficiente e, sobretudo, da erradicação da corrupção que drena recursos, destrói políticas públicas e mata silenciosamente.
A “desratização” da vida pública significa retirar de circulação — pelos meios legais e constitucionais — os bandidos de todas as etiquetas: dos gabinetes refrigerados aos becos esquecidos, dos colarinhos brancos aos uniformes manchados pela desonra. Significa reafirmar que o poder público não é trincheira de privilégios, mas instrumento de realização do bem comum.
Combate à Corrupção
A normalização da corrupção revela um fenômeno ainda mais grave: a erosão da consciência coletiva. Quando práticas ilícitas deixam de causar indignação social, instala-se o que Hannah Arendt denominou de “banalidade do mal”, agora adaptada ao contexto administrativo e político. O Direito, que deveria funcionar como barreira contra o arbítrio, frequentemente é manipulado para legitimar injustiças, blindar poderosos e criminalizar seletivamente.
A polarização ideológica extremada, por sua vez, atua como cortina de fumaça, desviando o debate público de questões estruturais e fragmentando a sociedade em campos inimigos, incapazes de dialogar. Nesse ambiente, a democracia se enfraquece, pois o dissenso saudável é substituído pelo ódio, e a crítica racional cede espaço à militância acrítica.
Te encontrei na curva de um sonho,
No balanço doce do mar,
Tuas mãos falavam sem som,
Que era ali que eu ia ficar. _ Frase da música Por Inteiro do dj gato amarelo
A juventude é o instante infinito,
Que nasce em cada olhar bonito,
É um estado de espírito,
E o meu... é te amar. _ Frase da música O mundo gira do dj gato amarelo
Conta-se, que há muitos anos, existia um valente povo,
Nas terras, de Portugal, que outro igual não houve!
Eram os tempos do império Romano, que a todos, fazia dano.
Eram os romanos, um povo sem compaixão, um povo insano.
Suas tropas, aos povos, davam opressão e morte muita.
Apesar disso houve um povo, que medo não tivera, dos inimigos.
Foi o povo Lusitano, que destas terras eram amigos!
Sua força era muita, quando unidos, a gente era junta.
Estavam os da gente maléfica, desgostosos e tanto,
Por derrotas, sempre deste povo obtidas...
Em povos outros e em batalhas muitas,
Nunca em história, sua tal houvera desencanto.
Nestas terras havia, glorioso e forte sentimento
Nesta gente da Lusitânia, "Nobre povo, nação valente"...!
De alma grande, gente que por terra esta amar, em frente iam!
Até que os romanos, nenhuma mais força tinham!
Oh tu Deus do Olimpo, a quem com tua ajuda, os de Roma iam!
Sabe que gente de Lusitânia em visão tanto tinham...
O futuro reino de Portugal, que nos mares, dominariam.
Que por seu rei Viriato, os romanos, nunca estas terras teriam!
Mas gente insana, sempre em este mundo, houvera.
Que sobornados, por os de Roma, servos do lusitano rei...
À espada seu senhor, dormindo tal nunca pensara. ..
Que estes de seu povo, a vida lhe tirariam, sem medo da lei.
Oh povo de Portugal lembra-te de Viriato, teu amigo
Que no seu morrer, foi sempre contigo!
E vós filhos de Roma, sabei, que Jesus Cristo,
Esta vossa gente derrotou, sabei pois isto!
Pois o império Romano caiu, por seus muitos pecados,
E Jesus com o amor, aos poderosos venceu...
E desta terra, rei será em fortes atos!
Disso muita certeza, a todos deu!...
David
O reino de David o de Israel rei,
foi um tempo de respeito à lei.
Único deste modo, enfim...
Pois foi homem, de bem, sim!
Deu ao povo de Israel...
A glória da nação...
Um símbolo do reino de Emanuel,
onde haverá uma linda canção.
Bendito o que vem em nome do Senhor,
O príncipe bom e manso pastor...
O rei santo dos Santos.
O Deus grande em encantos.
Restaurou o reino de David,
nesta terra mesmo aqui!
Não queira ser um multiplicador de dores. Mas um ser divisor de pensamentos e ações que cura e salva.
╰☆╮
FranXimenes
26*08*2013
Minha mente é como um universo em expansão:
A partir de uma explosão de ideias
Que se espalham feito cacos de vidro no chão.
E aqui vou eu, em minha solitude
Catando fragmentos e devaneios
De pensamentos criados em vãos
De breves júbilo e vigor
Que me dão um vislumbre de futuro
Que se esvai na auge
Da minha escuridão.
Cansado de viver em um mundo onde acordo antes do sol para trabalhar e retorno apenas depois da lua.
Cansado de seguir padrões que em nada me favorecem, moldes que não me cabem.
Cansado de um mundo típico, estruturado para a repetição, mas não para a minha sobrevivência.
Tudo o que desejo é o contrário — e isso soa como loucura.
Mas louco, de verdade, é perceber que a multidão que me julga por pensar e ser assim
carrega, em silêncio, os mesmos desejos que eu
Persistência
Procuro a promessa
de um dia que talvez seja meu,
mas tropeço na dúvida
de sequer me pertencer.
Habito a solidão que me assusta,
e nela acredito — injustamente —
que não mereço ser amada.
Será?
Falta-me o ar.
As palavras me dizem verdades
nas quais já não sei crer.
Adormeço.
E só no amanhecer
desperta o gosto amargo
de desejar o que não existe.
Persisto
na indiferença que me move,
no gesto automático de seguir.
Que sentimento é esse
que não sei nomear,
não sei acolher,
nem resignificar?
Sou prisioneira do tempo
que insiste em provar
que mereço ser vista.
Por que amar
e ser amada
me aflige tanto?
Então retorno
à vida constante:
compromissos, horários,
dias previsíveis.
Ali, onde o amor não pesa,
eu me convenço:
sou feliz.
Desamparo
Eu só queria
alguém que cuidasse de mim.
Um colo.
Um abrigo contra o mundo
que me expõe
como pele sem defesa.
A solidão chega sem ruído,
instala-se aos poucos,
ocupa os vazios,
faz morada no peito
— e dói.
Dói como peso contido,
como um aperto
que não encontra saída.
O ar falta.
Afundo devagar,
sem resistência,
como quem desce ao fundo do mar
em silêncio.
Ainda assim,
há em mim uma consciência:
preciso voltar à superfície.
Retorno.
E nada mudou.
A solidão permanece.
Então pergunto,
não em voz alta,
mas por dentro:
vale a pena?
Se vale,
revela-me o porquê.
O silêncio se estende
como um vento que uiva
sem me tocar.
Há um vidro invisível
entre mim e o mundo:
vejo o movimento,
a correnteza,
mas não posso atravessar.
Estou presa
num espaço estreito,
insonoro,
onde a ausência de saída
me torna cativa.
Desperto.
E ao me reconhecer desperta,
compreendo:
ainda estou só.
R. Cunha
Insuficiente
Dizes-te presente —
mas permaneces?
Há um vazio que não se cala.
E ele pergunta
com a voz que não tens.
Se te ofereces,
por que não te revelas?
Se te dizes suficiente,
por que te ausentas
no gesto?
Não peço excesso.
Peço constância.
Um corpo que fique.
Uma presença que não oscile.
Alguém capaz de preencher
o espaço vasto
que se abriu em mim
e aprendeu a chamar-se morada.
Se és esse alguém,
não tardes.
O tempo aqui é lâmina.
Age.
Socorre-me.
Estou à beira
de um abismo que não promete retorno.
E se não vens,
se não és,
se não ficas —
Adeus.
R. Cunha
O ego e o orgulho não são ruins por natureza.
Um busca se proteger, o outro se afirmar.
O problema surge quando um fica muito inflado e o outro, frágil demais.
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