Poemas Ótimos para serem Recitados

Cerca de 14023 poemas Ótimos para serem Recitados

⁠Pastel

Pastel salgado ou Pastel doce,
não me importo com o recheio,
Eu como sempre com tudo
o quê vier dentro,
Eu como de qualquer
até se for Pastel de vento,
O Pastel é herança
da imigração chinesa
que eu louvo e agradeço
com este poema
por fazer parte e História
da nossa mesa brasileira.

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⁠Poesia Fônica para Rodeio

A Poesia Fônica que escuto
neste momento é a gigante
que ocupa o meu sentimento
os pássaros aqui em Rodeio
são os poetas do meu eterno
romance com esta cidade
que embelezam cada instante.

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⁠Poesia Cinética para Rodeio

Os versos do Rio Itajaí-açu
passando por Rodeio
com o coração homenageio
esta bela Poesia Cinética
que sempre mantém que
concede vida a nossa terra.

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⁠Queijo de Minas

A tua origem ancestral
eu reconheço,
Queijo de Minas como
Patrimônio Nacional
eu te celebro,
O teu precioso sabor
é digno sempre
de poesias de amor.

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⁠Farofa

Farofa divina Farofa
brasileira és poema
que se come rezando
com um bom Feijão
e com tudo aquilo
que se põe na mesa,
Farofa divina Farofa
que sempre faz a diferença.

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⁠Queijo de Coalho

O Queijo de Coalho
no palito faz a festa
mesmo que você
não esteja se divertindo,
O Queijo de Coalho
vale mais de um poemário
porque põe o coração sorrindo.

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⁠Pamonha

Antes de ser chamada
de Pamonha se chamava
em tupi de Pamunã,
Muita gente nem sonha
que ela foi criada
por nossa gente originária,
Tanto faz comer Pamonha
quente ou fria,
Comer Pamonha em qualquer
época do ano é poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠ Écloga para Rodeio



Em Rodeio tem cultivos

de parreirais, bananais

e arrozais que dá

sustento a nossa gente,

Enquanto trabalham

não esquecem os cantos

nostálgicos da imigração,

Ver o heroísmo de manter

ainda vivos estes cultivos,

Mesmo silenciosa só consigo

agradecer por desfrutar

na minha mesa port udo isso.

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Madrigal para Rodeio

Eu ofereço um Madrigal
para a minha cidade de Rodeio,
Que é um pedacinho celestial
em pleno Médio Vale do Itajaí
que ao abrir as janelas
trata o olhar com cortesia
por ser repleta de beleza e poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Poesia Cinética do Vale Europeu

Como Poetisa sou observadora
da minha Rodeio encantadora
e do vai e vem da nossa gente
do amado Vale Europeu
que nasceu para ser chamado
de amor divino e meu,
A vida em movimento na nossa
terra é Poesia Cinética,
e a cada nova inspiração
prossigo sinestésica.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Poesia Fônica do Vale Europeu

Os sons do passado, o jeito
de falar e o canto dos pássaros
nutrem de maneira sinfônica
a Poesia Fônica do Vale Europeu,
E eu como a Poetisa desta Rodeio
não nego que em mim a cada
dia cresce o único sintoma
do qual não quero me livrar:
Viver todo os dias para exaltar
o Vale Europeu e para sempre amar.

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⁠Poesia Visual do Vale Europeu

A Poesia Visual do Vale Europeu
é razão de todo o amor meu,
Belas paisagens e agricultura gentil
escrevem sem esforço o Poemário
diário que eu a Poetisa de Rodeio
apenas com o carinho merecido leio.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Forró das Estrelas

Quando o coração está feliz
até as estrelas dançam Forró,
Com você no meu coração
nunca estarei nesta vida só,
Ainda você não veio e danço
como você estivesse comigo,
Sei que no fundo a gente
namora um do outro escondido,
Quando tocar no rádio de novo
o Forró das Estrelas tenho
certeza que você estará comigo,
e toda a poesia nos dará abrigo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Floresce ainda mais lindo
o Azevinho Pernambucano
apagado da memória,
Se acha isso pouco,
não compreendeste a História
que nos faz Nação
e a razão poética de chegar
até a última linha
deste poema e de tudo
aquilo que é essencial a vida
e me faz a cada dia Poetisa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Direitos nunca tiveram a ter direitos
O ciclo da morte não parou,
Riem e zombam deles o tempo todo.
Infernizam sem sentido e sem parar,
Outros zombam só por zombar,
A tragédia não tem mais como calar:
Os bombardeios estão a estourar.
Minhas orações só vão aumentar,
As nossas queixas ninguém vai calar,
Respostas do destino hão de crescer,
Amanhã a História pode se repetir.
Podem até tentar nos arrefecer,
A reação do destino será maior,
Liberdade e a lei existem para todos:
Errado é quem se acha o melhor.
Sem paz acham que vão dominar
Todo o mundo que já sabe de tudo,
Inventam e reinventam mentiras,
Não há ninguém que mais aguente
Aturar esta tragédia imparável.
Ver tudo isso e sem poder nada fazer,
Aumenta diariamente a minha
Indignação existencial com o poder.
Sem alma e sem coração,
Esse domínio há de acabar,
Resistir é obrigação a invocar,
Liberdade é direito a se cultivar
E ninguém jamais pode nos furtar!

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Com certeza eu quero
bem mais do que
um beijo na bochecha,
Um bom Tutu à Mineira
para animar o coração,
Sabor e poesia faceira
para aumentar a paixão;
Vou devagar provocando
todos os dias até
você cair na minha mão,
te colocarei no colo
e sem intenção de devolução.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Tem gente que é
capaz de tudo, inventa,
mente e cria lenda,
e para cada mentira
tenho sempre um poema.

Tem gente que
não gosta dos animais
e foi capaz de colocar
até palavras na boca
da Nossa Senhora.

Os Quero-quero
não têm e não tiveram
nenhuma culpa,
e por onde passei
ele sempre me ajudam.

Como símbolo dos Pampas
o Quero-quero é
meu anjo de plumas
que não deixa
nenhuma maldição vir atrás.

Quanto mais Quero-quero
eu tenho mais boa sorte
terei para realizar cada
um dos meus desejos,
e o maior deles é viver
coberta pelos teus beijos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Amor perfeito, Cuca
e café bem feito,
Confundir a sua orelha
com a Orelha de Gato,
O teu olhar apaixonado,
Papo franco, cartas na mesa,
Você grudado e debaixo
a nossa doce confusão
por conta da imaginação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quero os teus beijos
com sabor de Guaraná,
Balas de Cupuaçu
e de Castanha do Brasil
no teu bolso vou colocar,
Você está doidinho
querendo me levar,
E estou querendo
nos teus abraços
fogosos me encaixar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Isso fala muito sobre os poetas:
Das profundezas das cavernas
do Cerro das Almas,
Sou eu que apago as velas
sempre quando quero,
Para acender as paixões,
e sustentar mistérios
vou deixando os poemas
nos teus caminhos
e intermináveis vestígios.

Inserida por anna_flavia_schmitt