Poemas Nao quero dizer Adeus

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Lembre-se que não adianta ser um sobrevivente, a menos que você faça valer a pena sobreviver.

O adulador é um ser que não tem estima nem pelos outros, nem por si mesmo. Aspira apenas a cegar a inteligência do homem, para depois fazer dele o que quiser. É um ladrão nocturno que primeiro apaga a luz e em seguida começa a roubar.

A tradição não é dada por direito de herança, e, se a quiser, é preciso muito trabalho para a obter.

O sucesso é uma jornada, não um destino. A ação é geralmente mais importante que o resultado. Nem todo mundo pode ser o número 1.

Conservadores não são necessariamente estúpidos, mas a maioria das pessoas estúpidas são conservadoras.

São as circunstâncias que governam os homens, não os homens que governam as circunstâncias.

É indispensável conhecermo-nos a nós próprios; mesmo se isso não bastasse para encontrarmos a verdade, seria útil, ao menos para regularmos a vida, e nada há de mais justo.

O gênio só pode compensar o defeito de provir de uma família não deixando nenhuma.

O homem tem muito para saber e pouco para viver; e não vive se não souber nada.

Jamais me submeterei às horas: as horas foram feitas para o homem, e não o homem para as horas.

Quem não se importa com o próprio estômago, dificilmente se irá importar com outra coisa.

Não são os cabelos brancos que fazem o ancião; de qualquer velho que só tenha idade, pode-se dizer que envelheceu em vão.

Os jovens adoram desobedecer. Mas, actualmente, não há mais ninguém para lhes dar ordens.

Geralmente, quando detestamos alguma coisa nos outros é porque a sentimos em nós mesmos. Não nos aborrecem os defeitos que não temos.

Faz-se crítica quando não se pode fazer arte, como quem se torna delator quando não se pode ser soldado.

A oposição será sempre popular; é o prato servido à multidão que não logra participar no banquete.

Não há animal mais degradante, estúpido, covarde, lamentável, egoísta, rancoroso, invejoso, ingrato que o público. É o maior dos covardes, porque de si mesmo tem medo.

Se tivéssemos uma verdadeira vida não teríamos necessidade de arte. A arte começa precisamente onde cessa a vida real, onde não há mais nada à nossa frente. Será que a arte não é mais do que uma confissão da nossa impotência?

As nossas virtudes, a maior parte das vezes, não passam de vícios disfarçados.

Nossas penas são coisas reais, enquanto nossos prazeres não passam de fantasias.