Poemas Nao quero dizer Adeus
Ódio produz casamentos duradouros. O ódio não suporta a idéia de ver o outro voando livre, para longe... O ódio segura, para que o outro não seja feliz. O ódio gruda mais que amor. Porque o amor deixa o outro voar...
Não devemos guardar as pessoas no fundo do nosso coração.
No fundo costumam ficar as coisas esquecidas, mas nós devemos guardar na frente, porque na frente estão as coisas que sempre queremos lembrar.
“Não sejas doce demais, para não seres devorado. Nem sejas amargo demais, para não seres cuspido fora.”
Eu não troco a justiça pela soberba. Eu não deixo o direito pela força. Eu não esqueço a fraternidade pela tolerância. Eu não substituo a fé pela supertição, a realidade pelo ídolo.
Melhores amigas não se chamam de “querida”, “bebê”, “amor”. Melhores amigas gritam uma com a outra, chamam por xingamentos, dão bronca, e atendem o celular dizendo “fala, sua biscate”. Melhores amigas fazem noites do pijama com listinhas, brincadeiras idiotas, tratamento de beleza e depois dormem juntinhas com medo do filme de terror. Melhores amigas respeitam o gosto musical uma da outra de um jeitinho bem carinhoso, “noooossa, que brega, sua brega, vou te emprestar minha tamanca”. Melhores amigas falam a verdade e te fazem um curativo se a verdade doer. Melhores amigas perdoam os erros mais graves, mas fazem bico por uma semana, por puro ciúmes. Melhores amigas chamam o namorado da alheia de cunhado e tratam ele como se ele fosse uma delas. Melhores amigas se amam incondicionalmente, e continuam se amando mesmo quando uma delas se esquecem disso. Melhores amigas sempre vão estar ali, a qualquer hora do dia, seja qual for a ocasião, é só a outra gritar.
Se você não tem força para impor seus próprios termos à vida, você deve aceitar os termos que ela lhe oferece.
Quem te merece não te faz chorar, quem gosta cuida, o que está no passado tem motivos para não fazer parte do seu presente e os amigos ainda se contam nos dedos.
Nota: Trecho de um pensamento atribuído a Charles Chaplin.
Conhecer é tarefa de sujeitos, não de objetos. E é como sujeito e somente enquanto sujeito, que o homem pode realmente conhecer.
