Poemas Lya Luft fim de Semana

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Sempre haverá
aqueles que nos mostram
a Luz no fim do túnel.
Mas há os que são
a própria LUZ
que iluminam nosso
caminho!
Benditos sejam!

03/10/2015

No fim eu era infantil.
E já estava na hora de abandonar isso, o tempo passa, a vida pede para que nos tornemos pessoas maduras.

A vida pede.
As pessoas pedem.
E chega um momento em que a vida exige.
As pessoas exigem.
Então eu começo a me questionar.
Questionar e questionar.
Essa infantilidade faz parte de quem eu sou?
Faz parte dessa parte não aceitar isso?
Eu peço.
Eu exijo.

É difícil passar pelas portas desse caminho estreito, então estou parada sobre ela.
Parada no meio do caminho.
Eu peço.
Eu exijo.
Caminhe!
Meus pés não se movem, então peço mais uma vez.
Caminhe!
E continuo na mesma.

Já que a passagem está bloqueada, acabo saindo da porta e retornando ao conforto da casa.
Retorno ao conforto das paredes coloridas e me deito na cama.
-Há um jeito de passar?
Enquanto estiver próxima a essas paredes, essa pergunta não será levada a sério.

Então,
Eu peço!
Eu imploro!
Alguém me tire daqui!

Esses teus olhos azuis
brilhante é a luz no fim
do túnel que eu ando e
não consigo sair.

E também esse teu cabelo
loiro lindo que mi espira,
e essa boca , aí que vontade
de beija-la.

Mais linda que a lua,
mais linda que o mar,
mais linda até que um eclipse,
tudo que eu quero é ti amar.

Me pergunto se o que havia era amor...
Depois de tudo, vendo que era impossível, o nosso fim.
Te reencontrar, olhar com olhar e o inevitável sorrir.
O que fazer então, pra esquecer esse amor?
Será que ele ainda existia em você? Porque ele ainda estava em mim.
Me fiz acreditar que tudo não passou de ilusão. Assim, o coração evitava sofrer por um amor incerto.
Pra conseguir manter o coração aberto
a um novo amor que chegasse perto.

Tenho me aprofundado em busca
de sinfonia, por fim me reencontrei
no teu silêncio; onde as palavras
são mudas, os sentimentos
trancados e reprimidos e, os
olhares entregadores da tua alma.

divagações

Sou a torrente de águas bravas, margeando uma luz no fim,

Na pergunta a resposta, eis que já cheguei mas talvez seja tarde pra vislumbrar a imensidão do todo

beijei seus lábios doces e incertos como meus sonhos inseguros,amor? talvez, para sempre talvez?

Me deixei a seus pés, e fiquei a esperar a sua volta, mas a demora calada, silenciosa de dias e mais dias, aos poucos sucumbindo

Na incerta certeza da dúvida, meu coração ... se fez fraco e como no ultimo suspiro de vida, se fez vivo, a procurar - te

Mas nas veredas da vida cair, e passado longo tempo seus olhos aos meus não se encontram mais,

No agora desapercebido das horas enquanto velejo em minhas reminiscências,

fica a espreita dos sentimentos uma lágrima que jorra, ao cair da tarde de mais um setembro...

Por que agir como marionete?

Por que sorrir quando não está a fim?

Por que guardar o que realmente se quer dizer?

Até que ponto ser fiel a nós mesmos, aos nossos sentimentos?

Até que ponto ser fiel à sociedade, ao que é conveniente?

***

“Tudo me é permitido, mas nem tudo convém.” – I Coríntios

No fim das contas, a época do primário te traz uma grande lição de vida.
Então, hoje, entendo a finalidade das quatro operações.
Ame somar, mas aprenda a dividir, procure multiplicar, e não adianta fugir, certos momentos você terá que subtrair.

Você é assim...
mais que especial é caricia,
é ternura,
com um toque de doçura sem fim.

O fim é ainda mais cruel

O fim de um namoro é ainda mais dolorido e cruel, quando a gente sente pena, quando sente dó, quando adia o inevitável.
Toda relação tem sua doçura entre cafés, o regozijo dos almoços e o deleite entre jantares a luz de velas.
Mas, e quando o doce se torna amargo? Quando a essência perde o toque refinado? Não há como engolir o que não sacia mais, não o corpo, mas a alma.
Não é nada salutar, relutar em renunciar ao conforto de um abraço, o entrelaçar entre dedos, a maciez daquela pele.
Mas quando morre o amor, aliás, amor não morre. Quando perde o gosto, o sabor, simplesmente deixa de ser amor.
Amor não vive só de sobremesas. Amor não sobrevive de migalhas, de retalhos, de porções ínfimas de felicidade.
Não há dor na desistência, mas sim resiliência, a conformidade, o saber fazer-se livre. Ceder a si uma agridoce demissão por justa causa.
Sem direitos, senão, o direito de seguir em frente, de proporcionar-se a si mesmo outras oportunidades.
A continuidade é tortura. É viver amordaçado, acorrentado num solitário amor a dois. É abdicar da própria soberania e tornar-se escravo das vontades alheias.
Eu te amo, não perdeu o glamour, nem a relevância, mas, eu te amo, nunca nos trouxe garantias, nem certezas.
O prazer é momentâneo, logo passa, mas são nas pequenas coisas diárias que o amor vai se perdendo entre a inexistência de provas e contraprovas.
Permita-se enlutar com o fim. De a si esse luxo, sinta, chore, sofra. Viva tudo isso intimamente. Apenas saiba que nada nessa vida é eterno, nem amores e nem dores.
Logo, o outono passa. O inverno se abranda. Logo, é primavera e o amor se renova. Logo, criam-se novas raízes.
É só a vida seguindo seu curso natural!

Linha do tempo

Quando nos vemos quase no começo do fim
na metade da linha do tempo
do limite da existência de um ser
começamos a avaliar nossas realizações
pensa no que não devia ter feito
pensa no que deveria ter feito
Tempo perdido?
De modo algum,
olhe para a outra metade da linha do tempo
construa seus desejos e sonhos
use sua experiência,
o que só você pode fazer
por que essa é sua vida
viva!

E no fim das contas, você descobre que se tem que se apegar a algo, tem que ser à sua determinação, ao seu positivismo, à sua vontade de vencer.
Você não precisa provar nada a ninguém, mas bem no fundo, sabemos que temos que provar a nós mesmos que estávamos certos.
É importante deixar nossa energia fluir, como se fosse um filtro. Deixe que as energias ruins se dissipem e que as novas se apoderem de seu espírito.
Libertemo-nos das tristezas e daquilo que tenta nos tornar fracos. Não é fácil para ninguém. Às vezes você tem a sensação de que tudo está contra você.
Mas ergue tua cabeça e segue, corre, voa, porque o mundo é vasto e oferece infinitas possibilidades. Tempestades não duram para sempre. Elas passam. O sol sempre volta a brilhar.
Grite para si mesmo: "Eu serei vitorioso, eu serei vitorioso". E você será vitorioso, eu serei vitorioso.
Um dia tudo passa, será o fim de uma etapa e certamente partiremos para novos aprendizados. Então, façamos o melhor, porque no final das contas, você só pode contar com você mesmo em suas batalhas.
Que a força, o positivismo e as boas energias estejam conosco.

Construímos mundos desiguais, distintos irreais
Lutando com armas sujas pelo que não tem fim
Vemos no silêncio de cada olhar o medo constante
Diante de um fogo cruzado ferimos a nos mesmos.

Olhamos para nos num complexo de redoma
Somos um fluxo em parcela real
Cantando poesias e dançando em paradoxo
Construindo em campos escuros a beira mar
Pontes remotas para o abismo.

Nada é igual nada é real ao que osa olhos podem ver
Nada é igual nada é real as circunstancias.

Anjo? Querubim?

Um dia um querubim
Trouxe notícias para mim
Pronto para o infinito fim
Onde cantam os bandolins

Nesta rima pobre enfim
O destino advim
Sem propósito afim
Rodopiando num botequim.

desespero angustiante
sem fim somente um adorno,
cruel nas desilusões do coração,
uma alma perturbada
tudo no diluvio de forma sem fim
tudo é tristeza,
em todos momentos
desatino ate interrupto de
todo sentimentos
alargados em sonhos perdidos
abrasivos ainda mais quando
no fundo da dor somente tenha
decepção sempre atroz...
nas amargas sensações de amor
falsos por cada dia se difundi
ao espelho distorcido de desejos
e esperanças planos perdidos
para que ter algo que nunca existirá...

A Eliot
O poeta ressurge das cinzas das horas
do niilismo absurdo, da sombra do mundo,
no fim da aurora.
Canoa virada, naufrágio profundo
do centro do abismo,
sem forma ou lirismo, anuncia o futuro.
Se pensa desiste, monólogo tão triste
enfado e desânimo.
Descansa do verso,
é um santo professo na prosa frugal
recita Homero, arrisca um refrão
desprezo fatal.
Não bebe mais vinho, não é abstêmio
sempre foi boêmio na noite discreta
amou sua musa, na lua minguante
não foi bom amante,
mas foi bom poeta.

"E por perder-me é que vão me lembrando,
por desfolhar-me é que não tenho fim..."
" Meus pés vão pisando a terra
Que é a imagem da minha vida:
Tão vazia, mas tão bela
Tão certa , mas tão perdida!"

Ruminar

O início terá meio e fim
O ontem, foi hoje e passou
E assim,
O fado traçado caminha, caminhou
Em suas alternativas
Nada ou muito nos deixou
Antes de tudo são apenas: planos, sonhos e expectativas...

Luciano Spagnol

Sou romântico sim, mas não por opção.
É por acreditar no amor sem fim, e no poder da paixão.


Sou aquele que admira as estrelas, e recita ao luar.
Sou aquele que cantarolas melodias sem sabê-las, só para querer agradar.


Sou romântico e já nasci assim, se te incomoda peço desculpas.
É algo que nasceu dentro de mim, e por isso não tenho culpa.


Talvez você não veja a vida assim como eu.
Posso lhe garantir, por não ser romântico não sabe que perdeu.


O meu amanhecer é certamente mais belo.
Os tons da natureza para mim tem mais cor.


O meu sol certamente é mais amarelo.
E sinto bem mais a fragrância de uma flor.


As noites tem um elo especial.
E cada palavra tem vida ao se dizer.


Um sorriso pra mim e algo fenomenal.
E uma lágrima quase sempre e sinônimo de sofrer.


Mas não quero me gabar.
Se você quiser venha comigo.


Posso lhe mostrar como é bom sonhar.
Ser romântico é muito bom, garanto que digo.


Seja um romântico também.
Sua vida irá para sempre mudar.


É fácil ser romântico e não faz mal pra ninguém.
O homem romântico só tem a ganhar.

Já é tarde e eu aqui prolongando o fim
Abro a porta e vou embora
Torcendo para correr atrás de mim
Era pra sempre e terminou alguns dias atrás
Então porque você complicou
Me pedindo para ficar um pouco mais

A nossa história acabou, eu sei
Mas das nossas lágrimas eu sou refém
Eu já aprendi, o certo a fazer, mas meu coração
Não consegue entender

Como eu posso ir embora
Com você me pedindo pra ficar
Como eu posso esquecer
Se só de olhar para você me falta o ar
Me solte, agora já chegou o fim
Não tem conto de fadas dessa vez para mim
Eu não sou a princesa que você sonhou
Não tem final feliz pra nós dois, amor

Era pra sempre, até o fim, mas esqueceram de avisar
Que o pra sempre acaba sim
É só você parar de se importar

O pôr do sol na barra já se vem
Mas eu não vou cantar com você meu bem
Se eu chorar, você não vai estar aqui
E eu nunca mais, vou te ver sorrir

Eu escrevi no seu coração
Mas você esqueceu nossa canção
Eu me lembro do mesmo jeito do amanhecer
Até quando eu me deito

Como eu posso ir embora
Com você me pedindo pra ficar
Como eu posso esquecer
Se só de olhar para você me falta o ar
Me solte, agora já chegou o fim
Não tem conto de fadas dessa vez para mim
Eu não sou a princesa que você sonhou,
Não tem final feliz pra nós dois, amor

Eu não sou a princesa que você sonhou.