Não tenho pressa quando acomodada estou, e, é, bom tempo, fazes o que amas, mesmo que sejas lento.
Abandonar preocupações é aliviar improbidades, com que de excessos imaginei-te, limitando-vos em vossa capacidade de expansão e, poder de liberta-se.
O tom de sua voz é a doçura que me circula, pra refazer as colunas de um dia perdida, pelo tempo ínfimo de supostas e negligenciadas inexistências.
Podes modificar o tempo de meus escritos e títulos, desde quê, multiplique o saber de vossa interpretação.
Nesse tempo não existe ignorante, ô que falha, é o, classificar e dar imaginação.
Procurei-te aonde flor, encontrei-te reconhecido nosso amor, já é era de beija flor.
A crença foi uma matemática presa do tempo; não menos importante que a pressa dos ventos.
Mesmo distante é inevitável o prazer que sinto com a percepção do velho que sempre novo está.
Sua regência possui a paz da Divindade, contendo plenitude, dando prazer as descobertas.
Pensamentos, às vezes, estão distantes, quando bons aqui, também, são fascinantes.
Quando podereis ler àquilo que de fato é seu, sem precisar saber, quem lho deu, abençoando, quem não mereceu.
No concerto das grelhas, tenha tato com as linhas e, expressões, que facultam as traves de vossa intenção.
A égregora que ronda o intelecto é falsa em concreto, se derrete e nada acontece.
Quando o parafuso enferrujar, use azeite, desprezo não é aceite, e sem sim, nada é enfeite.
Quem encontra sua porta fechada normalmente se responsabiliza pela falta de lida na versa.
No jardim das composições, harmonia é sofisticação de concertos e, não, fúteis conclusões.
Onde não; há encontros; que o afeto seja sempre mais forte; te trazendo norte, para que vivas além das sortes.
Absolutos são os movimentos de vossas belas vestes, compõem tons em ações, que perfumam mistérios de ébano.
Use a roupagem que quiser, te beijo lá sem ciúmes, aqui meu desejo por ti, está além de cume.
Pondo amor em nosso DNA, que me importam as palavras, quando não dependemos da ordem de bem estar.