Poemas Infantis sobre a Paz
Onde A Paz Procura Abrigo.
Amigos são aqueles
que encontram o nosso coração
mesmo quando as palavras
se perdem entre as lágrimas.
São aqueles
diante de quem chegamos chorando,
mas de quem nos despedimos sorrindo,
porque transformam o peso dos dias
em leveza para a alma.
Amigos são aqueles
que nem a distância consegue apagar.
O tempo pode mudar os caminhos,
a rotina pode afastar os encontros,
mas jamais será capaz de levar
as lembranças construídas
nem o carinho que permanece.
São pessoas
em quem a paz encontra abrigo,
onde o silêncio também é acolhimento
e a presença fala mais alto
do que qualquer palavra.
Amigo é aquele
que permite que você seja exatamente quem é,
sem máscaras,
sem medo,
sem julgamentos.
É quem segura a sua mão
quando o mundo parece pesado
e, sem perceber,
faz você acreditar outra vez
na beleza da vida.
Porque a verdadeira amizade
não se mede pela frequência dos encontros,
mas pela certeza
de que, aconteça o que acontecer,
sempre existirá um lugar
onde o seu coração será recebido
como se nunca tivesse partido.
Porque Amigos...
Amigos não são apenas pessoas
que caminham ao nosso lado.
São pedaços da nossa história
que o tempo escolheu eternizar.
São laços que não se desfazem com a distância,
nem se enfraquecem com o silêncio.
Porque a amizade verdadeira
não precisa ser lembrada todos os dias
para continuar existindo.
Ela apenas permanece.
E, quando a vida pesa,
é para esse abraço invisível
que a alma sempre encontra o caminho de volta.
Talvez seja esse
o maior significado da amizade:
ser o lar de alguém,
mesmo quando os caminhos
seguem em direções diferentes.
"Para uns o o amor é..
Onde o coração descansa
e vive em paz
Um lugar onde a tempestade não alcança
Um sentimento delicado
Para outros o amor é saudade!
Um sonho, um espaço solitário
Para alguns é algo leve, alegre,
cheio de esperança e muita brincadeira
Já para outros é utopia, sofrimento, devaneio, dor
e medo de sofrer
Para mim o amor é ser o oceano, é sentir, é crescer, é o céu....
É viver junto do meu par...."
☆Haredita Angel
"Quero paz, luz e amor reinando em todo lugar.
Quero o mar, a lua e a alegria, tudo à me enfeitar...."
☆ Haredita Angel
Colherás!
"Cuida bem dos caminhos por onde passas...
Passando devagar...
Plantando paz, luz e bem...
Transformando-os!
Eternizando-os!
Um dia voltarás por estes mesmos caminhos...
Claro, não serão mais os mesmos...
Tampouco tú!
Porém de tudo o que plantastes...
COLHERÁS!
☆Haredita Angel
Hoje fiz tudo do meu jeito.
Mas, sempre dando o melhor de mim.
Agora vou dormir em paz.
☆Haredita Angel
"Em meu sorriso existe muitas dores.
Por isso ele transmite paz.
A paz de quem aprendeu a juntar
os seus cacos e se reconstruir
pacientemente, e se fazer caminho,
não destino!
Haredita Angel
07.11.16
"Que Deus nos dê toda a paz que o mundo nos tira."
Bom dia e uma harmoniosa semana.
Haredita Angel
04..06.18
"Se quiser paz no ano novo,
não precisa vestir branco.
É só parar de falar da vida alheia."
Haredita Angel
12.01.19
-Desejo à todos saúde, paz e luz.
Que todos cresçamos no bem.
São votos genéricos, porém de coração.
E...
"Salve 2020!
Salve Xangô, O justiceiro que o regerá!
Salve Nosso Senhor Jesus Cristo!
Salve o nosso Deus que tudo pode!"
Haredita Angel
11.12.19
"Ela é o mar a me levar sempre para as profundezas, onde perco o fôlego e a paz!"
Haredita Angel
02.06.25
A noite se estende, insônia cruel
A chuva cai mansa, única fiel
Companhia silenciosa, som de paz
Enquanto o mundo dorme, eu sinto a solidão
Gotas no telhado, ritmo lento,
Pensamentos que não cessam.
A escuridão abraça, a chuva sussurra
"Está tudo bem", mas a alma ainda não sacia.
{Saul Beleza)
Que a Paz e a Felicidade te abracem tão apertado, ao ponto de quebrar todas as agruras e preocupações.
Porque, no fundo, é disso que todos precisamos: de um abraço que não seja apenas físico, mas na alma.
Um abraço capaz de silenciar o barulho das inquietações, de aliviar o peso das responsabilidades e de lembrar que a vida é muito maior do que os problemas que insistem em ocupar nossos pensamentos.
Vivemos cercados por cobranças, expectativas e pela falsa necessidade de controlar tudo.
Esquecemos que algumas das principais conquistas não podem ser compradas, planejadas ou antecipadas.
A paz nasce quando aceitamos que nem tudo depende de nós.
A felicidade floresce quando aprendemos a enxergar beleza nas pequenas coisas que o cotidiano oferece.
Talvez a verdadeira riqueza esteja em terminar o dia com o coração leve, em cultivar bons encontros, em agradecer pelo que já temos e em seguir confiando que o amanhã trará novas oportunidades.
As dificuldades continuarão existindo, mas elas deixam de ser gigantes quando a serenidade ocupa o lugar do medo.
Que nunca nos falte a coragem de sorrir mesmo em dias nublados, a esperança para recomeçar sempre que necessário e a sabedoria para compreender que a paz não é a ausência de tempestades, mas a certeza de que nenhuma delas é eterna.
E que, quando a vida insistir em apertar, a Paz e a Felicidade consigam apertar ainda mais forte, até que todas as agruras e preocupações se desfaçam diante da força de um coração que escolheu viver com fé, gratidão e esperança.
Se os Covardes lutassem as guerras que planejam, certamente o mundo já teria encontrado a Paz.
Há uma distância muito confortável entre desejar o conflito e encarar suas consequências.
É nesse intervalo que muitos se escondem — inflamam discursos, alimentam rivalidades e espalham certezas, mas jamais se colocam na linha de frente daquilo que defendem com tanta convicção.
A guerra, para esses, é sempre uma ideia… nunca uma vivência.
O problema é que palavras também ferem, inflamam e mobilizam.
Quem planta o ódio, mesmo à distância, terceiriza a dor para outros corpos, outras famílias, outras realidades.
A covardia não está apenas em fugir do confronto físico, mas em instigar batalhas sem assumir qualquer responsabilidade pelo rastro medonho que deixam.
Talvez a paz não seja tão inalcançável quanto parece — talvez ela seja apenas sabotada por aqueles que preferem o conforto da retórica ao peso da realidade.
Porque quem conhece de perto o custo de uma guerra dificilmente a romantiza.
Quem sente na pele o impacto da destruição não a trata como solução.
No fim, verdadeira coragem não está em lutar, mas em evitar a luta quando ela pode ser evitada.
Está em conter o impulso, em desarmar o discurso, em recusar o papel de incendiário em um mundo que já arde demais.
Se todos fossem obrigados a sustentar, com o sacrifício da própria vida, as guerras que desejam — ou escolhem —, talvez descobríssemos algo essencial: a maioria dos conflitos nunca teria começado.
Que a Paz encontre aos que se atrevem a oferecê-la embrulhada na Chantagem!
Amém!
Quando a paz se apresenta como um dom, mas vem embrulhada na chantagem, ela deixa de ser paz para se tornar imposição disfarçada.
Essa manobra é tão antiga quanto as relações humanas: transformar aquilo que deveria ser um gesto nobre em moeda de troca para interesses particulares.
A verdadeira paz nasce do diálogo sincero, do reconhecimento mútuo, do respeito às diferenças.
Ela não exige submissão, não impõe silêncio, não condiciona liberdade.
Mas, quando alguém ousa oferecê-la como prêmio por obediência ou ameaça por resistência, estamos diante de uma contradição cruel: pacificação à força é só guerra com outra roupagem.
Esse tipo de “paz chantagista” aparece na política, quando líderes pregam concórdia desde que todos aceitem suas regras; nas relações pessoais, quando a harmonia depende de uma renúncia unilateral; e até entre nações, quando tratados escondem dominação.
Em todos os casos, o preço cobrado é alto demais: a Integridade, a Dignidade e a Liberdade.
Porque paz Comprada, Negociada ou Imposta não é paz: é só mais uma forma sutil inventada para covardes guerrear.
Que a Paz Autêntica — aquela que não Cobra, não Ameaça e não Finge — abrace a todos que não se prestam ao desserviço de barganhá-la.
Amém!?!
Que a paz alicerçada no ódio dos que espalham o caos jamais alcance os espíritos de bom caráter!
Amém!
Há uma paz descaradamente oferecida que não nasce do amor, mas da dominação e da chantagem.
Uma paz forjada no silêncio imposto, na intimidação disfarçada de ordem, e no medo travestido de harmonia.
É a paz dos que espalham o caos, mas se dizem pacificadores — dos que confundem obediência com virtude e opressão com estabilidade.
O verdadeiro espírito de bom caráter não se acomoda diante dessa farsa.
Ele sabe que a paz construída sobre as amarras invisíveis do ódio é apenas uma pausa entre violências, um disfarce temporário do desequilíbrio moral.
Que essa falsa paz jamais encontre morada nos corações íntegros, nos Espíritos de bom caráter, pois onde habita o amor pela justiça, o ódio não se cria.
Que jamais sejamos seduzidos pela calmaria ardilosa dos covardes, e que nossa serenidade continue sendo fruto da consciência da Liberdade de Pensar por conta própria, não da submissão e da chantagem.
Amém!
E lá se vai o Mês das Crianças...
Que vá!
Mas deixando em nós a Paz e a Alegria da Criança Interior, necessária para o Bom novembro!
Então, Bom novembro!
Se a
Fé e a Esperança
desse colo ao Medo, jamais caberíamos no Abraço da Paz.
No colo, talvez ele crescesse em nós como uma criança mimada, exigindo atenção constante, dominando nossos pensamentos e guiando nossas escolhas.
O medo, quando alimentado, torna-se senhor dos nossos passos; limita sonhos, interrompe caminhos e nos convence de que é mais seguro não tentar nada.
Mas a fé não foi feita para sustentá-lo — foi feita para enfrentá-lo.
E a esperança não existe para justificar inseguranças — ela nasce justamente para nos lembrar que há luz mesmo quando os olhos ainda só veem sombra.
A paz não é a ausência de desafios, mas a presença de confiança.
Ela floresce quando, mesmo sentindo medo, escolhemos acreditar.
Quando decidimos seguir apesar das incertezas.
Quando entendemos que o medo pode até bater à porta, mas não precisa sentar-se à mesa.
Fé é dar um passo no escuro confiando que o chão surgirá.
Esperança é manter o coração aceso enquanto não amanhece.
Se fé e esperança acolhessem o medo como verdade absoluta, viveríamos encolhidos, presos a possibilidades que nunca ousamos experimentar.
Não caberíamos no abraço da paz porque estaríamos ocupados demais abraçando nossas próprias inseguranças.
A paz exige espaço — espaço interior que só existe quando soltamos aquilo que nos paralisa.
Que a fé nos fortaleça, que a esperança nos impulsione e que o medo encontre apenas o tempo necessário para nos alertar, mas nunca para nos dominar.
Assim, quando a paz nos envolver, estaremos inteiros — leves o suficiente para permanecer em seu abraço.
