Poemas Infantis sobre a Paz
Sem o Messias, não existe alegria completa. É Ele quem dá sentido, comunhão e paz verdadeira ao nosso coração.
"O tédio não é apenas fruto de uma mente vazia, é também a ausência do prazer de uma paz não contemplada."
"Não desperdice o seu tempo nem a paz de sua sanidade mental, com conteúdos e pessoas que não acrescentam nada na sua vida."
"Há quem se incomode não com o que você faz, mas com o simples fato de você existir em paz enquanto ele vive preso à própria frustração."
A paz não se vive nos discursos políticos, nem se festeja sobre o sudário das convicções políticas ideológicas partidárias, ela tem de ser a marca moral e sentimental que domina a vivência total do POVO.
A verdadeira materialização da paz não está no silêncio das armas, está na harmonia entre os angolanos e tolerância na forma de pensar e enxergar o próximo.
A paz não muda a vida do povo sem que este participe das acções concretas do Governo, por isso, actuemos como verdadeiros patriotas e somente assim conheceremos o desenvolvimento concreto da nossa PÁTRIA.
A paz psicológica não se compra, ela custa tão caro que às vezes temos de pagar com a nossa própria vida.
Negociar a paz em uma mesa onde alguns pensam em ganhar dinheiro às custas do sofrimento de outrem é como jogar sal ao mar com intuito de tornar a água ainda mais salgada.
O silêncio que invade os ouvidos dos homens em tempo de paz, não se deve confundir com a alma dos mortos que vagueiam pela terra.
Governar em tempos de paz é a melhor maneira de mostrarmos o que valemos enquanto políticos, mas, governar sobre pressão de uma pandemia global, cujas as estratégias para derrotar o inimigo se tornam incipientes, é pior que gerir os anseios do povo em tempos de guerra.
As Autarquias mudam a vida do povo em contexto de paz e estabilidade, sem estes dois elementos, realizar eleições autárquicas sob o sudário de uma pandemia como a COVID-19, nos torna iguais a animais selvagens, que priorizam a presa em detrimento da colectividade.
Todos os angolanos representam uma pedra angular para a consolidação da paz, da democracia, da estabilidade e da manutenção da nossa independência, por isso, olhemos para frente e deixemos de lado as nossas diferenças, para discutimo-las após da celebração da nossa DIPANDA.
O caminho para a consolidação da paz, da reconciliação nacional e da manutenção da nossa independência, torna-se cada vez mais irreversível; por isso, juntemos sinergias para que possamos levar a bom porto os programas de melhoria de vida das populações, sem usarmos a força ou a repressão.
Sobre o pôr do sol dos mares e rios da minha Angola, reflete com intensidade o caminho da paz e da prosperidade que os angolanos ainda almejam alcançar sob a égide da nossa independência nacional, por isso, não percamos a esperança que este dia um dia chegará.
