Poemas Góticos de Amor
Tem um provérbio africano que diz assim: "Eu espero que quando a morte vier te encontrar, te encontre vivo".
A ideia é que tem gente que morre antes, enquanto existe. Viver é mais que existir, é encontrar-se com o bem eo belo da vida, consigo mesmo,
é encontrar-se com o amor.
Essa é a triste história de um homem que encontrou tudo o que queria e hoje não tem mais nada pra fazer... Ele correu tanto atrás da felicidade, mas quando à encontrou, não soube o que fazer com ela.
Bom, ele hoje não tem muita coisa, só tem tudo o que sempre quis e mais nada de novo à conquistar. Depois de tantas jornadas escolheu o melhor caminho: a solidão, vazia, cheia de nada. Ele agora sabe, que tudo o que ele quis, de nada vai adiantar quando o mundo dele se desvirar (de cabeça-para-baixo para cima) novamente.
Amanhã ele volta à correr atrás, hoje ele quer descanso. Amanhã ele terá que construir um novo hoje, e hoje ele já não liga pro amanhã. Ontem ele não sabia que agora seu nome é Vinícius.
Bom, esse triste homem sou eu, Vinícius, desde ontem. Sempre quis tudo o que pude ter, e nunca podia ter o que queria. Até então, eu buscava a felicidade, mas há algum tempo, descobri que eu estou correndo à frente dela. Para achá-la, eu terei que voltar pro ontem. Só tem um probleminha nisso: é impossível. Logo me conformo que já estou feliz, sendo triste (sendo eu mesmo). Talvez um dia, eu descubra que a felicidade é apenas uma meta invisível que o ser-humano criou para se distrair da realidade. Realidade que por sua vez, ele mesmo criou.
Então, sei lá... Eu estou melhor assim, ao menos não virei um ator, encenando ser feliz. Tentando enganar à mim mesmo. Mas, ficarei feliz mesmo, quando essa vida chegar ao fim. Finalmente vou ver você, Bruna, que já foi bem antes de mim, e por sorte, não teve a infelicidade de ser feliz.
Boa noite.
As Flores são mesmo uma ironia da Sorte,pois
"enfeitam na Vida e enfeitam também na Morte".
ter..fª 06/10/2009 23:56 pm
Lord JOHN Gothic Metal
Decepções de uma mãe.
Estou tão decepcionada, tão triste,
Que nem sei quem sou.
Estou tão amargurada, perdida,
Que nem sei pra onde vou!
Tem dores que enfraquece,
A alma padece, faz sofrer.
Tem coisas tão triste,
Que se esquece de viver.
Perdão até existe,
Mas a mágoa é tão grande,
Que se leva ao morrer!!!
"Não há algo mais que só viver?
Algo mais que dever, e morte.
Porque temos sentimentos, se não podemos vivê-los?
Porque desejamos coisas, se não foram feitas para nós?"
Por que ter medo da morte?
Enquanto somos, a morte não existe, e quando ela passa a existir,
nós deixamos de ser.
meu coração gótico vive na solitude de meus pensamentos,
ar da vida deixou marcas das quais o luto e uma profunda cicatriz.
todos meus dias são parte da escuridão que carrego na minha alma,
mesmo no feitiço do tempo o sentimento ..
não muda apenas aprofunda se,
como as chamas da perdição caminho sem destino,
para lugar nenhum somente vago,
na esperança de encontrar meu amor,
solitude amada frondosa na amplitude o vago do meu ser,
desdenho o amor, belo prestes morrer eterno amo,
meramente amar por amar entre as vestis do desejo,
pairo e reflito que foi amar, um sentimento do destino ,
seria brando ou curto a semente da solitude aflora,
em meus pensamentos glorifico o tempo que passou,
dentro dos pequenos cacos ainda restou um amor,
dentro da minha alma os pedaços são recolhidos
separados, reciclados, para aja espaço para o vazio,
eterno, distante amargurado sem destino eis meu coração.
por celso roberto nadilo
A triste realização
De que ninguém se importa de verdade
Mensagens ignoradas
Respostas curtas
E chamadas silenciadas.
Ninguém quer saber se dói
Se arde, se queima
Ou faz cócegas apenas.
Pedidos de reecontro ignorados
Cafés esquecidos
Pedidos ocultados
E aquele sorriso falso no rosto
Aquele ar de “Estou aqui”
Com essa atitude de “Não me importo”.
A triste realização
De que por mais que doa
(E dói demais)
Os sorrisos nunca serão reais
As palavras nunca serão sinceras
As pessoas nunca serão leais
- Deixe-me em paz, deixe-me em paz- soluçava Catherine. – Se o fiz, estou pagando com a morte. Basta! Você também me abandou, mas eu não vou lançar-lhe isso na cara! Eu o perdôo. Perdoe-me também!
O morro dos ventos uivantes
Ele não era triste, nem vazio
Apenas aprendeu a andar sozinho
Naquele fim de tarde,
Contemplava a ordem e o caos
Leu, releu e transleu
Reescrevia as mensagens das cores,
Na engenharia de dons, ele pintava as flores
Criou um pasto com estrelas
E formou um céu tão pequeno,
Que só cabia uma Lua.
A Rosa da Imortalidade
Há muitos e muitos anos, em um lugar longínquo e triste, havia uma montanha enorme de pedras negras e ásperas. Ao cair da tarde, floria, todas as noites, uma rosa que conferia imortalidade. Mas ninguém ousava se aproximar dela, pois seus muitos espinhos eram venenosos. Entre os homens falava-se mais sobre o medo da morte e da dor e nunca sobre a promessa de imortalidade. E, todas as tardes, a rosa murchava incapaz de conceder sua dádiva a ninguém, esquecida e perdida no topo da montanha fria e escura, sozinha até o fim dos tempos.
Aprendi que na vida tudo passa...
Menos a tristeza de chamar de amigo(a)
alguém que gostaríamos de chamar de amor
Menina do sorriso lindo;
Dos olhos encantadores;
Mas por trás, tristezas traz.
Tem no coração um grande sentimento
Que quando não cabe no peito
Escorre pelos olhos.
No silêncio do seu quarto;
Onde ninguém pode te incomodar
Põe-se a chorar.
Menina seu coração é muito puro
Não cabe um sentimento tão obscuro
Sentimento que quando não cabe no peito
Escorre pelos olhos.
E quando você o eliminar
Vai levar sua luz
E deixe brilhar a alegria no seu olhar.
Você pode estar triste
E mesmo que machucada
Vai fazem com que as pessoas sintam-se amadas.
A morte do amigo nos leva junto
Nos rouba o passado e apaga o futuro
Perdemos o melhor de nós mesmos
Resta a casca,
Os planos, as boas intenções perdem o sentido.
Parece que recomeçamos do zero, derrotados
Não, não tenho um final feliz pra contar
E de repente, depois de um dia cheio de sorrisos, eu me senti triste.
Volta e meia eu fico assim.
Porque, mesmo que eu tente me enganar, eu sei que falta algo, sabe? Porque sempre que eu me vejo diante de boas novas, eu lembro que não posso correr pra ele e contar como estou feliz.
Então bate o tal desânimo e eu tento pensar em outras coisas, e por um certo momento eu até consigo esquecer...
Mas o problema é que as coisas boas me fazem lembrar novamente. Lembrar de como ele ficaria feliz em saber e me presentearia com um sorriso lindo.
E as coisas tristes me lembram mais ainda, porque eu penso em como ele me abraçava e fazia tudo parecer bem.
Então eu respiro fundo e continuo sorrindo e mentindo pra mim mesma, fingindo que acredito que meus dias podem ser melhores sem ele.
Dizem que um dia vou mentir tão bem, que vou conseguir acreditar.
Então eu bloqueio os pensamentos, e sigo...fingindo que esqueci que ele ainda me mata dessa saudade sem fim...
[K]
É melhor ser alegre que ser triste
Alegria é a melhor coisa que existe
É assim como a luz no coração
Triste alegria
Tenho andado distraído
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso
Só que agora é diferente
Estou tão tranqüilo
E tão contente...
Quantas chances desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar prá todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada prá ninguém...
Me fiz em mil pedaços
Prá você juntar
E queria sempre achar
Explicação pr'o que eu sentia
Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer
Que mentir prá si mesmo
É sempre a pior mentira...
Mas não sou mais
Tão criança, oh! oh!
A ponto de saber tudo...
Já não me preocupo
Se eu não sei por quê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê...
E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu vejo
O mesmo que você...
Tão correto e tão bonito
O infinito é realmente
Um dos deuses mais lindos
Sei que às vezes uso
Palavras repetidas
Mas quais são as palavras
Que nunca são ditas?...
Me disseram que você
Estava chorando
E foi então que eu percebi
Como lhe quero tanto...
Já não me preocupo
Se eu não sei por quê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê..
E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu quero
O mesmo que você...
Na encruzilhada silenciosa do destino,
quando as estrelas se multiplicaram,
duas sombras errantes se encontraram.
A primeira falou:
-Nasci de um beijo de luz, sou força, vida,
alma e esplendor....
Trago em mim toda a sede do desejo,
Toda a ânsia do Universo.
Eu sou o Amor!
O Mundo sinto enxágüe em meus pés!
Sou delírio, loucura...
E tu, quem és?
A segunda:
-Eu nasci de uma lágrima.
Sou flama do teu incêndio que devora.
Vivo dos olhos tristes de quem ama,
para os olhos nevoentos de quem chora.
Dizem que vim ao mundo para ser boa,
para dar do meu sangue a quem queira.
Sou a Saudade, a tua companheira,
que punge, que consola e que perdoa...
Na encruzilhada silenciosa do Destino,
as duas sombras comovidas se abraçaram,
e, desde então, o Amor e a Saudade
nunca mais se separaram.
Nota: Adaptação do poema As Duas Sombras.
