Poemas Góticos de Amor
'O TEMPO APAGA LEMBRANÇAS '
Chega um tempo ...
Que nos esquecemos
Das tristezas e pessoas
Que não se lembram da gente.
Gente de natureza, com
Profunda e grande frieza,
Que um dia nós amamos ,
Com todo amor e delicadeza .
Porém tudo um dia se acaba,
Deixamos de sentir saudade ,
E passamos amar, aqueles
Que nos abraça e nos afaga,
E Cuida da gente com amabilidade .
O tempo apaga lembranças ,
Da-nos motivos para seguir em frente ,
Uma grande mudança ,
Rumo a uma nova vida ,
Uma nova história ,
Com felicidade e alegria ,
Sem nos lembrar
Daquilo que nos feriu outrora.
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados sob a Lei -9.610/98
" 'Triste é viver na solidão', diz a bela composição do Tom. Depende, digo eu. Dependendo de quem esteja por perto é só alegria viver na solidão."
0772 | Criado por Mim | Em 2014
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Se a morte não existe - como insistem alguns - por que fabricam caixões? Por que cemiterios? Por que cremam corpos? Por que velorio? Por que missa de sétimo dia? Por que choradeira? Por que saudade? E por que ninguém quer morrer, Hein?"
0773 | Criado por Mim | Em 2014
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Se você acredita em vida após à morte, não coma bicho, planta, fruta nem qualquer outro ser vivo ou morto. Já imaginou uma melancia "voltando" e, por vingança, esborrachando-se na sua cabeça? Pois Zé! Ah, o Cerumano!"
Texto Meu 0974, Criado em 2020
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
”Imperdível é uma ova ou uma 'cibola'. Tirando a morte, tudo mais é Perdível. Aceito Debates!"
Texto Meu No.1042, Criado em 2021
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"No próximo ano (como sempre faço) deitar-me-ei na rede, à sombra, e - entre goles de champã gelada - aguardarei as boas e as más chegarem. Sei lidar com ambas!"
Texto Meu No.1150
🤭
"Existe vida após a morte? E 'naquele país', existe vida entre o Ano Novo e o Carnaval? Existe ou não?"
TextoMeu 1202
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0772 📜 "O genial Tom estava 'mais ou menos' certo ao escolher o título" 'Triste é Viver na Solidão', para uma das composições dele!"
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Depende, digo eu. Se eu estiver por perto, é só alegria viver na solidão... Comigo, HeHeHe"
Está para nascer alguém mais Feliz do que os que podem (com)partilhar suas tristezas e mais Triste do que os que não podem (com)partilhar suas alegrias.
Feliz é aquele que encontra espaço para partilhar as próprias tristezas. Porque a dor repartida, mesmo que não desapareça, torna-se mais leve ao ser acolhida por outro coração.
Do mesmo modo, está para nascer alguém mais triste do que aquele que não encontra com quem partilhar as próprias alegrias.
Porque a felicidade guardada em silêncio perde cor, e um riso não ecoa inteiro quando não encontra outro riso para acompanhá-lo.
A vida se constrói nesse movimento de ida e volta: consolar e ser consolado, celebrar e ser celebrado.
Quando temos a quem confiar nossas lágrimas e a quem oferecer nossas risadas, descobrimos que a verdadeira riqueza não está em acumular, mas em compartilhar.
Talvez a maior bênção da existência humana não seja estar sempre Feliz ou sempre amparado, mas nunca estar só.
Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…
De tanto morrer a prestação.
Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.
A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…
E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.
Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.
Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.
Nas áreas dominadas pelo Crime Organizado existe “pena de morte”; nas dominadas pelo Crime Desorganizado não existe “pena nenhuma”.
O mais inquietante dessa medonha constatação é que ela não exagera — apenas aponta, com precisão incômoda, o espaço que o Estado abandonou.
E, quando o Estado se omite, outro poder ocupa o espaço.
Um poder que não precisa de aprovação, debate, transparência ou legitimidade; só precisa que suas ordens sejam rigorosamente obedecidas.
Ali, quem cria a regra é o mesmo que julga, executa e pune.
E quando o legislador é também juiz e carrasco, não existe o medo de falhar, porque a falha fica sob o controle de quem dita o resultado.
No outro extremo está o Crime Desorganizado — o nome mais-que-perfeito para essa máquina estatal que teme até a própria sombra.
Parlamentares que deveriam reformar leis retrógradas hesitam não por prudência, mas por autopreservação.
Eles sabem que modernizar o sistema jurídico pode acabar tocando exatamente aqueles que o administram.
Eles têm medo não de criarem uma lei ruim, mas de criarem uma lei boa demais — uma lei que funcione, que alcance todos, inclusive eles.
E assim o ciclo se repete: onde deveria haver coragem institucional, há covardia política; onde deveria haver reforma, há adiamento; onde deveria haver liderança, há cálculo.
Nesse vazio interminável de responsabilidades, o caos se instala como desculpa, o improviso vira método e a omissão se disfarça de prudência.
Talvez o maior escândalo não seja o que o crime faz — mas o que o Estado deixa de fazer.
E o crime jamais se sustentaria sem a ajuda de parte do povo, sem a força ou a conivência do Estado e seu Braço Armado.
Para os Bandidos Assumidos do Estado Paralelo existe até pena de morte, para os do Braço Armado do Estado não existe quase pena nenhuma.
Talvez o que mais perturbe não seja apenas a existência de dois pesos e duas medidas, mas a naturalização disso como se fosse parte inevitável das engrenagens sociais.
De um lado, uma Estrutura Informal que pune com brutalidade para manter o controle pelo medo; de outro, uma Estrutura Formal que, em teoria, deveria zelar pela justiça, mas frequentemente se enrosca em proteções, corporativismos e silêncios convenientes.
O paradoxo é muito cruel: o mesmo Estado que reivindica o legítimo Monopólio da Força se enfraquece quando falha em responsabilizar aqueles que agem desonestamente em seu nome.
Porque, no fim das contas, a confiança não nasce da força, mas da coerência.
E quando a coerência desaparece, abre-se espaço para que o medo — e não a justiça — organize a vida das pessoas.
Não se trata de comparar violências como se fossem equivalentes, mas de reconhecer que a Seletividade na punição corrói qualquer ideia de Justiça.
Quando a lei é dura com uns e indulgente com outros, ela deixa de ser lei e passa a ser instrumento.
E instrumentos, nas mãos erradas, não constroem — apenas reforçam desigualdades e perpetuam ciclos de abuso.
O que sustenta uma sociedade não é apenas a punição do erro, mas a credibilidade de quem pune.
Sem isso, a linha que separa Autoridade de Arbitrariedade se torna tênue demais — e perigosa demais para ser ignorada.
O Bandido Assumido consegue ser muito mais Honesto do que qualquer covarde que se esconda sob a segunda pele do Braço Armado do Estado.
Meu Pai só permitiu a Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido os Lenços de Misericórdia.
Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.
A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.
Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.
Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.
Ainda que muitos que se acham infalivelmente fortes considerem fraqueza.
Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.
É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.
E Ele sabe disso.
Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.
Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.
Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.
Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.
Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.
Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.
Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.
São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.
Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.
Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.
Ah renovação dos pensares,
mas tristezas nos andares.
Tempo que se revolta,
deixando de canto as derrotas.
Caminhada reflexiva,
no coração de uma vida.
Lembranças da rotina,
que instruíram vossas vidas.
Êita sô, êita sá, vamos deixar de fazer cafuné nessa danada desta tristeza, deixa de acarinhá aquilo que não te convém.
Sair dessa murrinha! Alegria, felicidade, amor.
Êita sô, êita sá, vamos espantar pra bem longe essa danada desta tristeza, mas prum lugar aonde ela nunca mais vai incomodar.
Vamos caçar jeito de abraçar com todo amor a felicidade.
Êita, que maravilha, eu sou feliz, hummm... que maravilha, eu posso afirmar, eu sou feliz ai, ai, ai.
Estou mais satisfeito: devagarinho estou me compreendendo e com isso eu estou me ajudando. Que bom poder saber mais de mim. Saber que dentro de mim existe um ser chamado Felicidade, “Deus” Felicidade, “Jesus” Felicidade, “Amor”
ai, ai, ai... Eu vou continuar avisando todo mundo que sou muito feliz.
O medo!!.
O medo superamos.
O desconhecido pode nós causar ansiedade, tristeza e até insatisfação, por não realizar o que se deseja. Se propoēm.
Ninguem que avançou seja no processo evolutivo, ou qualquer outro , que não passou pelo medo, pela dúvida. Isso é normal.
Mais temos que enfrentar.
Não podemos deixar que o medo nos paralize.
Temos que arriscar, mais com consciência.
De qualquer forma, será sempre aprendizado, mais devemos tb estar preparados para a perda.
Nem sempre ganhamos.
Muitas vezes o que acreditamos estar nas mãos, esta " longe" dela, "ou" mais "perto " que imaginamos.
Este risco temos que correr.
Quem não arrisca, não avança.
Agora, qdo vc se arrepende do que poderia ter feito e não fez, ai é muito pior, porque instala a consciência de :
Porque não tentei?
Não fiz?
E se tivesse dado certo?
O... "se" é muito ruim. Pesado.
Perder algo por medo, é muito desagradavel.
Muitas vezes o momento não volta mais
O tempo não volta.
Perdemos, por não ter tentado.
Muitas vezes perdemos oportunidade de ser felizes, ou outros. Várias coisas.
Viver é um desafio diário.
Que as vaidades possam ser exoneradas, o orgulho, o medo, e acreditarmos que a vida tb não joga para perder, e que meio ao medo podemos nós deparar com milhoes de oportunidades e satisfações, alegrias.
Todos os dias enfrentamos situações que nos desafiam.
Enfrentar é sempre melhor.
Com clareza, consciência, e verdade. !!
Simone Vercosa
Paz e luz 🙇♂️🙏
E o Corvo, ao longe, como se fosse a
última lição, disse:
— Leve o que aprendeu. A morte te mostrou o espelho. Agora vá viver o reflexo, pequena vida.
— E lembre-se sempre: quando os humanos me compreenderem, não me temerão. E, quando não me temerem, serão livres.
(Muka e Toshu - A Construção da Felicidade)
Quando a morte chega,
ela não vem de mãos vazias.
Ela nos entrega uma
caixinha de lembranças,
adornada pelos laços da saudade.
A infância
é o único momento em que não
compreendemos a vida.
A morte
é o único momento em que não compreendemos a despedida.
