Poemas Góticos
Anjos mortos...
Desde então julgo ter o amor.
Sou luz do amanhã...
Respiro entre os mortos.
Separo cada momento em tua perdição.
Sua luxúria em teu corpo...
Safadeza pura nudez.
Orgulho decepção.
Momentaneamente a morte.
Cobiça emprigrinada na tua pele.
Mentira e sedução...
Do teu corpo e teu coração.
Dias purpuras,
retenção da alma,
que requer apenas um espirito,
boa vontade do coração,
aspiração voltas da tal morte,
bem qual tais s respira com cuidados,
ao se embrear na paixão,
desorientação, amor cego e surdo,
sois escuridão de meus lábios mortos.
lagrima que cristaliza no coração...
no espaço o tempo se curva,
a soma dos teus sonhos
alma perdida na gravidade
de pensamentos perdidos...
a soma de uma elipse duvidosa
como teu amor...
que paira nas sombra da tua alma.
A historia marca a pele com cortes profundos
que coração sangra em memorias
mortas de tais sentimentos...
ninguém compreende essa minha vida...
com este espirito que vaga pelas ruas vazia da alma,
dilacerada pela noite que consome o coração em chamas...
Meus gritos na solidão,
te fazem ouvir meu coração.
olho para a escuridão,
sinto teus braços sobre meu corpo
inerte nas alças do tempo...
enquanto a devastação é eterna
e as lembranças tornam se um ato para sempre,
esta gloria que te faz ser tão especial
no estante que mundo morre.
A depressão...
meus sonhos domem num profundo sentimento.
A DOR É UM JOGO...
nada tem importância...
a realidade reflexo do meu coração angustiado...
ninguém preenche o vazio,
a decepção parece tão normal.
nem sinto a realidade.
monstros atrás de seus olhos...
tudo pode ser tristeza,
que come alma nas trevas,
quando a beijo, tudo morre
nos espaços vazios dessa terra.
não amor, o fim do mundo,
há onde está? quando tudo aconteceu,
tudo é um jogo! ainda nada tem data...
pedras rolaram e outras estrelas caíram
e os anjos ainda vem ver por do sol,
entretanto a horda do caos devasta a cidade...
nos falta tantos sentimentos
sinto que tua alma se perdeu
nos dias que se passaram.
não respiramos mais
tantas evidencia de amor...
fantasmas...
sentimentos que devoram
ousadia,
que s passa pelo tempo...
lagrimas que dissolvem
nessa linhas que se expressam,
involuntariamente,
o custo de gostar,
reprime se num espaço vazio.
pensar e pensar pois sonho é sonhar,
entre dias e noites,
sonhei que sonhar puramente ser o coração
ainda sentir o vento soprar,
diante o beijo que me deu,
vou sonhar como um dia sonhei em pensar
no sonhos são desejos,
que brilham como estrelas no amor
neste brilho que universo
se expande na tua voz o algoz
que espalha se entre as nuvens
o sentir de tanto sonhar...
luz inóspitas
dores da alma
simplesmente...
tais como a chuva,
busca o sentimento intermitente,
digo o algoz do fel extremo de um sonho,
terrores, que perturbam,
mero ar que desdem do vulto
que se diz o amor.
luz paira nos momentos,
que o desespero é um sonho...
em vestígios que o ar do teor,
medonho para linhagens do tempo,
transpõem em marcos do infinito.
abrange nos espaços que uni a escuridão...
vertigem, sombrias as horas são profundas.
flor da alma perdida por amor...
centelha eterna pura paixão...
coração morto,
sempre para sempre
o amor que sempre te abandonou
por momento te amou.
os corpos ardem
em chamas que o luar
exclama pela paixão;
oh inferno,
sua língua deslisa
entre pensamentos e
o veneno consome a carne,
seus olhos fechados
viajam num extremo desejo...
Adeus,
o diga mais uma vez,
por nem nunca a conheci,
apenas um perfil ou uma pessoa
que assim lhe fala,
amor transgride as barreiras do espaço e tempo.
amor palavras escritas dia a após dia,
sempre tão intimo, que assim chega beira da loucura,
amor a tudo significado do teu ser,
amar bem pouco ao longe,
bem perto dizer amor,
ao prazer bem pouco se senti,
pois somente seu ser atrás de um perfil
e um status de solidão, bem eterno bem querer,
sendo momentos sucedidos com carinho...
um dia nunca te amei ou gostei de você...
apenas queria te magoar ou coisa do tipo...
um passa tempo... o vazio se torna grande imenso
diante tais palavras, tudo perde significado...
pois que sentir diante do amor se existiu? porquê
então figurar algo não representa o nada.
olho para o alto que vejo
é profundo do teu coração...
com tantos olhares,
nada pode compreender
tanto sinto nesse momento...
na solidão ouço sua voz.
Nos vales das sombras tenho teu corpo
e ofereço sua alma aos chacais,
sobre o rio dos mortos clame por tua vida...
mais moedas de ouro
e outros sacrifícios são detalhe.
num mar de sangue que cobre teu corpo
sem alma ou espírito,
expresso aos anjos que voltem
entre as chamas revoltas
devoram o tempo até o luar
que verte em sangue,
marcando o exato momento caminho das estrelas.
deslumbre de um mundo em destaque em teu coração...
por más recordações expulsa se o choro,
para poeira da estrada que deixa a voz do esquecimento,
abrangente em fatos relevantes te imagino no chuveiro.
