Poemas Góticos
Minhas ousadias de provocar em silêncio
E atiçar com minhas palavras atrevidas
São as minhas armas para conquistar;
Posso até não vencer
Mas tudo que eu fizer
Não me fará me arrepender;
Vivo o meu silêncio como a minha segurança de entender o mundo
Pois em minha solidão eu tenho a companhia de um tudo
Explico a razão com o meu sentimento em minutos
Mas não sei como faço... Apenas faço e é tudo;
Te desejar em silencio não é um ato de covardia
E sim um problema de saber a hora de jogar com as palavras
Tanto que lhe faça acreditar na minha sinceridade
De viver em ti com o melhor de dando-lhe outra vida;
E que para isso aconteça à coragem de descobri a intimidade
Um do outro é primordial em viver um intenso amor
Viver uma loucura de desejos e realizações;
A imaginação de beijar a tua boca... Acariciar o teu corpo
Excitando a sua loucura de mulher insaciável
Morder os teus lábios e ouvir as tuas besteiras;
Se abra para que eu te faça mulher realizada
E goze a vida para que a mesma regozije
E te faça sentir rainha;
Em meu silêncio, às vezes me pergunto:
Será que estou me equilibrando como se deva?
E entre eu e o meu coração têm sentimentos que se exceda?
E a minha ingenuidade? Será que ofende a minha tristeza?
Vou vivendo nessa grande loucura em uma prisão ao ar livre
Em ser escravo de mim mesmo, pensamentos do que eu disse;
O indício de me envolver pela própria inspiração
Escrevo o que faz sentido ao meu próprio coração;
O teu silêncio fala mais alto que qual quer distorção em barulho destemperado que venha conjugar a intensidade de um sentimento;
O teu silêncio é a arma mais complexa que uma mulher possa usar para se defender...
O teu silêncio tens a força que desconhece julgamento prático que causa medo ao coração alheio;
È o silêncio do pensar, olhar e sentir buscando o melhor para si...
A fé não acaba... Talvez analise em silêncio a melhor maneira da esperança se adaptar a coragem...
E a determinação entre em ação para que não sucumba a descrença vivida por falsos invejosos;
Mas contudo isso ainda há esperanças de que uma chance venha nas asas da nossa própria credibilidade para que tenhamos a tão esperada paz...
Me compreendas
Ou me lambuze com os teus
Lábios umedecidos...
Em meu silêncio me desatina
Seja indecente adentrando ao pecado
Demonstrando as suas malicias
E devore-me sem presa
Sem medo
Sem pudor
Seja quente
No gosto que for
Te quero com amor
Ou até mesmo com dor
Que sejas de prazer
Contudo quero aprender
Domine os meus sentidos
Nesse caminho nunca fui vivido
Teu cheiro me enlouquece
Mas não há desalinho
Ao quê se sucede
Só desejos de você
Se não me amar irei morrer;
Não é preciso cruzar os braços para ter silêncio na felicidade
Se o caminho para um abraço gostoso se inicia de braços abertos...
Não tenho ódio a quem conheça, pois quem nem se quer...
Nos conhecia deu a própria vida por puro amor;
Vivo o meu silêncio com algum propósito talvez
Para me inspirar de tédio em algum instante
Para amadurecer-me de tristeza
Que agrade quem não me admira
Que prefere viver de mentiras
Eu sou assim, diferente;
Quem sabe indiferente também
Mas não me incomodo que me desdenhe
Pois é vivendo que vou aprendendo...
Não preciso amar
Para então provar
Que sou capaz
De ser o que todos acham certo
O que é ser certo?
Ter um diploma
Família e dinheiro?
Ser um macho alfa?
Não entendo esse mundo
Que me acho e me perco
Do que é errado e do que é perfeito...
Eu nasci com dons disso eu sei
Mas de nada me beneficia
Se não tem ninguém para as veem;
Será que um dia me sentirei útil?
Espero ter a vida que sonhei
Não para agradar os outros
Mas para agradar a mim mesmo...
Pressuponho que o teu coração me quer em silêncio, mas que de tão dinâmico não se permite render-se a mim;
Mas com minha tese exequível de conquistar-te de modo que não sejas leviano ao teu coração...
Entendo necessário a resolução dos sentimentos nascente em nossa alma e desviando das palavras levianas em questão;
No meu íntimo que fortaleço
o meu conhecimento...
No meu silêncio que me inspiro
em certos momentos...
E em tuas palavras que me
encontro e me sinto sábio;
Aprendo e evoluo
no seu tempo com
o seu manual
sagrado!
Por onde anda o amor? Se escondendo das extravagâncias mundanas?
Ou se guardando em silêncio e buscando o seu entendimento pelo valor?
Por onde anda o amor? Será que saiu de cena e se esconde para não ficar mal visto ou prefere ficar as espreitas, como tanta gente pensa?
Não! O amor não é desse calibre, porque o amor é sincero, não se esconde... Ele é livre, Ele cuida, ele guarda, é paciente... Não exige, mas respeita;
o amor perdoa, O amor abre mão, mas também sabe dizer não, eu só sei que o amor é assim... O amor mora em você e o amor mora em mim!
O amor não morreu, apenas repousa para quando renascer possa eternizar e ser uma coisa boa!
E agora sei por onde o amor andou... Pelo coração de quem está apaixonado ou no coração de quem um dia amou;
Nascemos chorando
ao chegarmos a essa vida
de controvérsia...
Mas morremos em silêncio
ao contestar a verdade
a cada momento!
Eu sempre me dou melhor comigo mesmo
quando estou em silêncio, pois há
um certo encontro da experiência
e a força dialogando em voz alta...
E eu me calo para colher sabedoria!
1 minuto de silêncio...
Por que mataram a ortografia
e substituíram a língua portuguesa
por uma língua não compreendida!
... Eu me entrego por assassinar
a língua portuguesa...
Não tenho álibi, eu só me
desprendi através das minhas poesias
Meu lado mal foi desatado pelo silêncio do meu coração, quando eu amar não fique em silêncio e não se surpreenda.
Transponho minha vida para te mostrar quem sou, dando a oportunidade de ser feliz.
Invento uma história entrelaçada no amor que reverte todas as dúvidas imperfeitas.
Disparo contra as indiferenças que possam causar um por acaso sem correr na direção errada.
Tem gente que procura o amor como se não existisse um amanhã, pois o silêncio se faz retrátil e redil ao caminho da vida;
Meu canto retem o meu lado careta e desperta meu romantismo que me leva em direção à felicidade;
Sou assim com minhas palavras com erros de português, porém com a prudência de um amor desigual;
Sinceridade se compara a verdades que exala de meus olhos dando-me honra e dignidade em meus textos;
