Poemas Famosos sobre o Meio Ambiente
Me disseram que tenho um buraco,**
um buraco no meu coração.
Está mais pra um vazio
em meio à imensidão.
**Ausência e dor de algo que nunca vou ter,**
um escuro com lágrimas dentro
do quarto onde sempre me pego pensando.
**Talvez seja tarde — perdi minha vida.**
Esse é o eco da minha voz
que fende a ruína.
**Estou sufocado. Estou com medo.**
O tempo é o inimigo do homem.
Isso me soa como um grande desespero.
**Peso da alma, cheia de dor, vendo**
o mundo vencendo
e o resto… perdendo.
Dádiva para ti
Eu falo de um passado onde em meio existo
A mente não vive apenas no presente
Só a carne que sim!
A dádiva de se prender e unir as duas partes para um fim
Esse que não é poder saber o que só as palavras o bem sabem.
Sei que vivo, e do teu lado sabe também
É fato mesmo não sendo, mesmo não sendo noite, é!
Para onde o sol vai quando dorme?
talvez tenha ido recuperar tantos enganos para torná-los rostos
Quem está errando mais aqui quando estamos?
Vez em quando vendavais
Eu sempre sinto a culpa
Afinal somos amadores, detestamos perder
É preciso usar do artifício ilegal.
A caixa com explosivos tem beijos e flores
Tem uma forma de mulher
Sabe o que os fracos precisam?
Absolutamente nada!
As coisas que atraem mais são as que perdem a emoção depois
Conforme vão se intensificando vão enfraquecendo
Trazendo as correspondências dos cadáveres em teu nome.
Já experimentou colher de mãos frias?
Imagem
A mão do encaixe, fraca, nunca encontra a porta de saída. Próxima parada, um destino meio clandestino, de se vencer vontades. Se cegando a passagem. Faz tempo que não te vejo e sinto saudades.
Tenho um desejo insano.
É meio conturbador;
Em, querer sem poder.
Afeta minha alma.
Me faz enlouquecer.
Porque tem que ser assim?
Distâncias e medos
Não fazem sentido.
É um embaralho entanto.
Conturbado? Sim! Fico.
(…) Peço-te perdão pela
minha incompreensão.
Sei que havia dito para parar.
Meio que não a compreendi.
Os olhos são o único meio de transporte que levam a enxergar a alma de um outro alguém.
Os olhos são capazes de dizer,
O que a língua jamais se conseguirá dizer.
Os olhos são capazes de enxergar a linguagem corporal,Quando nem um lindo sorriso é capaz de esconder a tristeza.
Os olhos são a porta de entrada,
Também são a porta de saída.
Os seus olhos esverdeado são a cura divina."
EXISTEM OUTRAS PEDRAS POR AÍ
Um poeta no meio do caminho
com uma pedra enorme na cabeça
que de tão pesada lhe faz sentar.
Atrás do poeta anda um filósofo
que tenta ajudar o poeta
a carregar seu fardo
o poeta, contudo, reluta
não aceita a razão nem a lógica
e permanece rígido, inflexível,
avesso à retórica
a pedra é imensa,
maior que a consciência do filósofo,
que perde o fôlego e o argumento...
O poeta e sua pedra,
continuam no caminho
a pedra, que de tão grande
poderia ser repartida em mil pedaços
a pedra, se dividida entre mil poetas
saciaria a fome de todos eles
a pedra é a poesia,
e se fosse compartilhada
poderia amenizar as dores do mundo.
Evan do Carmo
"Em meio à fúria da tempestade, onde a mente é dilacerada pelas profundezas do desespero, lembre-se: Jesus, o capitão da sua vida, está no comando e a âncora da sua fé jamais será rompida, mesmo quando o mar da ansiedade ameaçar te tragar."
(ver Mt 8:23-27 e Salmo 46:1-3)
O carvalho, firme em meio às tempestades, nos ensina que a perseverança em Deus nos dá a força para superar qualquer obstáculo.
(ver Tiago 1:2-4 e Romanos 5:3-5)
Os meus Versos Intimistas
surgiram entre as cores
dos majestosos ipês no meio
da Cidade de Rodeio
que fica no Médio Vale do Itajaí,
em com igual dimensão
do Pico do Montanhão
capaz de alcançar
o seu distante coração.
Rohingyas
Há pouco mais de meio século
foram atirados num inferno
crescente e intermitente,
Um povo que ainda continua
com as suas identidades
confiscadas e sem as suas
terras que foram roubadas,
Forçados a se tornarem
apátridas e obrigados
a se deslocar sem data
e sem hora para casa regressar,
Ninguém sabe quando
e como esta História vai terminar.
Eu apenas sei que neste povo
também não se pode deixar de falar,
Sinto na alma este o quê sente
este povo que a terra virou Mianmar.
Poesias para o Vale Europeu Catarinense
No meio da madrugada
aqui na minha Rodeio
acordei e resolvi escrever
poesias para o lindo
Vale Europeu Catarinense
que nos cerca de beleza
que muita gente não vê,
Só sei que só gente como
eu e você conseguimos
admirar que moramos
num belo lugar para amar
e de todo o coração preservar.
Ipumirim
O meu porto seguro
no Meio-Oeste,
milagre encontrado,
dividido e endereço certo
pelo Rio do Engano
sempre multiplicado.
Tupi-guarani este
é o teu significado
Vale pequeno e pequeno vale
que nunca me perdi
e jamais me perderei:
nasci, cresci e acolhi.
Ter sonhos grandes
e inquietos onde o coração
expande a herança
germânica e italiana
que tanto honro e poemas
sempre devoto a cada
esquina e no tempo da cidade.
Ipumirim minha querida,
eu não saio e daqui
ninguém me tira
por tua existência e poesia:
és amor para vida inteira
e toda a razão da minha vida.
Feito Cayo Francisquí
com corais visíveis no meio
do azul infinito do mar
e das correntes a me levar.
É assim que leio o olhar
e cada teu pausar
quando o coração parece
diante das se tranquilizar.
Nas veias tens as correntes
ideais das Pequenas Antilhas
que perfeitas para navegar.
Não vejo outra rota a ousar,
quero além do azul do mar,
e muito mais do que estrelas contar.
As inspirações convidam
no meio da noite profunda
a vestir-me plena com
o ouro da minha Pátria
absoluta e romântica
que possui tudo e muito mais
da poética Mata Atlântica
para saudar o Ipê-Amarelo
que é a árvore sublime
da flor nacional brasileira.
No meio da Festa Junina
te coloquei na cadeia,
Na verdade o quê eu queria
mesmo é você bem preso
comigo e e eu no teu coração.
Desde que se apossaram
do mar da Bolívia,
Eu estava lá só que
ninguém me via,
Bem no meio antiga
da tropa eu havia
sido escrita e escondida.
Fui revelada só agora
que não vou me contentar,
Enquanto não me devolverem
o General, a tropa e o mar,
Não vou parar um só dia
de espalhar a minha poesia
por todo e qualquer lugar.
Nasci sul-americana
e nenhum de vocês
a mim não me engana.
Estou espalhada pelo ar,
nasci na serra e cresci
bem no meio do mar.
Um anjo no meio
da multidão com algo
a mais do que a espada
e a balança na mão:
anunciando que não
haverá nenhum tipo
de descanso enquanto
não houver a libertação.
Sob os olhos de ônix
se desenha a fênix
do próximo capítulo
com fé na justiça
e na força do destino.
Não haverá nenhum
retrocesso ou desistência,
só será preciso um
pouco de resiliência
para a tempestade vencer
em união com a tropa
o povo e a paz necessária
à quem precisa se convencer.
Olhei pela janela
em busca da Lua
no meio da noite fria
e submersa no pó
da minha insônia,
Anseio poderoso
de estar ao teu lado,
Desfrutando juntos
do jogo elegante
e mais alucinante
das nossas vidas;
Como as nossas
tropas que unidas
nas fronteiras
longe dos ódios
e das diferenças
se libertaram
do passado imposto:
Creio como nunca
que podemos
quebrar ciclos,
reunir nossos mundos
e nos presentear
este saboroso gosto.
Desejo amoroso
de viver ao teu lado,
Descobrindo juntos
o tempo desconhecido
e mais esperado
capítulo da história.
Te levo em silêncio
como a mais alta
honra no peito,
minha divina glória
e meu amor perfeito.
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