Poemas Famosos sobre o Mar

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“Temos acesso a um mar de informações, mas nem todas se transformarão em um oceano de conhecimento.”

Um mar de pinheiros, a neve densa e alguns iglus,
O cheiro da lenha queimando, a pele de rena pendurada na cerca e um grandioso alce passando lentamente.

Você pode continuar contando as ondas da margem ou entrar no mar e descobrir que algumas respostas só aparecem para quem tem coragem de se molhar.

Entre todo o mar de beleza que é você, é nos seus detalhes que afogo toda a minha atenção.

Mar doce mar, o seu balançar me faz suspirar, transpiro sem suar, levito sem voar. Viajo nessas ondas igual viajo no âmbar do teu olhar.

No mar da vida virei peixe, quase sereia, borbulhando na esperança.
Debbie Villela

Substitua a ira pelo perdão e o insulto por um gesto de carinho, pois a bondade é a verdadeira marca de quem conhece o amor divino.

"Por fora parece um mar de rosas, mas só quem vive a rotina sabe o peso que carrega em silêncio."

"O individualismo faz do ser humano uma ilha, esquecendo que é o mar da cooperação que conecta e dá vida a tudo."

" Reza a lenda que o homem mais
rico do mundo morreu afogado em um mar de dinheiro com notas de 100 reais e uma moeda de 5 centavos na cueca. "

Pequena gota d'água, efêmera sob o calor do sol e eterna nas águas frias do mar, cai.

Eu senti o cheiro de uma música. Ela tinha o gosto da liberdade do mar, mas não era salgada; era espinhosa e nefasta. Uma liberdade que nenhum homem deveria possuir: uma liberdade pornográfica, adúltera e com cheiro de mar.

⁠Segura firmemente na mão invisível, mas tão palpável do Senhor e atravessa o teu "mar vermelho" com segurança.

Que a poesia se derrame em mar, se dissolva em ondas e se desintegre junto das areias.

O poder de uma mãe é tão influente quanto um rio que corre em direção ao mar, até tornar-se um só com ele.

No impossível mais azul do nada, onde o abstrato se desfaz em si mesmo sem eco ou sombra, o mar engole o tempo como um pássaro que não voa, mas devora horizontes inteiros. Ondas de eternidade se entrelaçam em penas de relógio derretido, e o agora se afoga em plumas salgadas, levando embora os venenos da alma humana; invejas que se evaporam em espuma quântica, ódios que viram conchas vazias girando no vórtice do nunca. Pássaros sem corpo, feitos de minutos partidos, alçam os males do mundo em asas de esquecimento: guerras que pesam como nuvens de sal, tristezas que caem como gotas de ontem, tudo arrastado para o abismo onde o mar e o tempo se beijam em silêncio impossível. Ali, no núcleo do intangível, o mal se desfaz em nada, e o mundo renasce leve, como um voo que nunca pousa.

Fingir que não sente nada é como caminhar milhas num deserto,
Encontrar o mar, e evitar de se jogar com roupa e tudo.

A fé contemporânea não naufragou no mar da dúvida; ela foi sufocada no balcão de negócios de deuses terceirizados, onde o dízimo virou investimento, o púlpito virou palanque e o crime virou segredo institucional.

O olhar dela é como o mar em dia de tempestade: profundo, indomável e cheio de segredos que só o coração entende.

O seu olhar é um mar revolto: por cima, a onda da mentira que tenta me enganar; por baixo, o abismo de quem está pedindo socorro e não sabe como dizer.