Poemas Famosos de Tristeza

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⁠Me permiti sentir meu amor
Aquele guardado no meu peito
Não me lembro bem de quando fiz isso nos últimos tempos.

⁠Moço(a)
Nem sempre as pessoas vão entender você, pois carregamos em nosso peito um turbilhão de emoções.

Vai ter dias que vai estar no chão, tristes e que às vezes nem sempre entenderá os motivos de sua tristeza, visto que esses sentimentos que por alguma razão reprimíamos em nós.

Vai ter dias que vai estar no chão, tristes e que às vezes nem sempre entenderá os motivos de sua tristeza, visto que esses sentimentos que por alguma razão reprimíamos em nós.

Por medo do que os outros vão pensar, por vergonha de expressar o que sentimos, ou até mesmo, porque muitos de nós não sabemos como se importarmos diante deles.

E é um grande desafio para muitos de nós, por não saber lidar, acabamos armazenando esses sentimentos em nós e estes acaba se acumulando.

É o que podemos compararmos como um lago que abastece uma represa, o correto é liberar essa água com frequência e na quantidade certa, do contrário esta represa se enche, e a estrutura acaba ficando comprometida, causando o rompimento e resultado desta ação pode ser catastrófico.

Assim só nossas emoções, como uma represa, devemos ir liberando nossas emoções tristes gradualmente, pois futuramente, pode nos causar danos muitos sérios.

⁠No momento da aflição você diz: Deus não me responde, Deus está em silêncio.
Então quero te lembrar :
"O professor passa a maior parte em silêncio quando o aluno está passando pela prova"

#meuspensamentos

⁠No fundo sabe que não passa de uma grande mentira. Vive enganando a si mesma, dizendo aquilo que seus ouvidos querem ouvir para se sentir melhor.
Tenta desesperadamente abafar o grito do seu coração, enquanto ele se contorce por dentro. Canta belas mentiras pra disfarçar a agonia causadas por suas próprias decisões.
Se vê jogando fora aquilo que mais quer, por puro capricho, enquanto se distrai com aquilo que no fundo sabe que não será para sempre.

⁠A princípio eles eram distantes, mas aos poucos, mesmo rejeitado, a flor insistia no amor do cacto.

Não demorou e ela logo se aproximou; no dia encantado por pouco não beijou, o cacto a tinha machucado, mas a flor insistia no amor do cacto.

Os espinhos com o tempo, fizeram com que a linda flor ficasse presa, e chorando de dor, a flor insistia no amor.

O tempo se passou e o cacto não aguentava mais sentir a flor, à vista disso jogou-a para longe, e a flor machucada ficou.

Era uma flor esbelta e linda, que ao desprender achou-se ferida, aos poucos voltou para casa, foi lá onde jogou suas lágrimas.

As lágrimas caiam e caiam, e a flor a si mesmo regava, com o tempo a linda flor, de novo, já brilhava.

O cacto agora queria a flor, mas sabia que muito havia machucado, o cacto insistia no amor da flor, enquanto a flor refletia seu auto-amor.

⁠Todo mundo tem um vazio
mais ainda assim fica como se tudo estivesse bem !
pós ninguém precisa saber sempre como estas
a coisas que dependem simplesmente de ti !

⁠Setembro Amarelo...

É isso que um depressivo sente:👇
Então cuidado com suas palavras.

Não é drama,
é uma dor na alma.
Lágrimas escorre por dentro a fadigar,
sem vontade de viver,
esperando a dor passar.
Mas não passa e sinto a alma chorar.
Não é frescura!
Se você nunca passou por isso,
não vem com palavras duras.
Em vez de ajudar só faz piorar.
Então fica calado ao invés de falar.
Não é drama!
Muito menos falta de Deus!
Deus está no meu coração.
mas as vezes sem condição,
sem forças até pra orar,
mas comigo Deus está,
mas o desânimo me cobre por inteiro,
que meus olhos não consegue enxergar
tanta coisa bela pra viver e olhar.
Nem cheiro eu consigo sentir,
pois está tudo ruim.
E o medo toma conta,
que já nem consigo falar.
Medo dos dedos apontados,
que só consegue criticar
e então deixo pra lá,
porque nem se coloca em meu lugar
e vive a reclamar.

Liddy Viana.✍

⁠Deixe-me ficar aqui rolando entre os meus lençóis até o entardecer
Não me sinto bem em respirar o ar da manhã, meu passado e minhas tristezas estão pesadas demais pra me deixar sair
Não quero ver a luz do dia, mas gostaria de morrer aos poucos nesta cama fria.
(Karla Charone)

Não tenho vergonha de dizer que estou triste, sim é verídico.
Estou triste porque olho para o céu e não vejo o sol, estou triste porque não vejo o amor, estou triste porque vivo numa sociedade tóxica que prefere relações temporárias do que se extasiar por uma história amorosa. Esta sociedade está corrompida, não há admiração pela cultura, pela história, pela leitura, o que acontecerá no futuro? o que será o nosso futuro? um bando de incultos insolentes? crianças que não respeitam as hierarquias, crianças que tratam os professores como amigos, crianças que não tem um pingo de ideia do significado da palavra respeito, pois os seus pais em vez de os educarem, passam o tempo todo no telemóvel. Telemóvel, em inglês Cellphone, como diz o próprio nome “Cell” (cela) um dispositivo que devia prover a liberdade apenas nos torna prisioneiros. Temos os recursos, temos as oportunidades, e mesmo assim, com tudo isto ao nosso dispor, deixamos-as escapulir.
Temos a nossa vida toda pela frente, podemos ser o que quisermos, fazermos o que bem entendermos, tudo depende da intensidade, do quanto queremos as coisas. QUERER É PODER.

⁠ Há momentos em nossas vidas, que paramos em frente ao espelho e nada vemos.
Acordamos e sentamos na cama e nada espero.
Paramos diante a folha de um livro, e ela está vazia.
Olho para as pessoas e nada sinto.
Parei de sentir... Já não vivo só existo.

⁠Era uma vez
a Poeta se apaixonou
Mas o Príncipe neurastênico
Odiava histórias
Com final feliz!

Hoje o dia está triste.
Mas amanhã...
a gente há de sorrir.
Por hoje a gente chora
por quem parte,
mesmo sabendo
que vai chegar
a nossa hora
de ir.

Ardem os olhos
Aperta o peito
O ar falta
Imunidade zero
O canto é o refúgio
Isolamento
Profundo e dolorido...
⁠Não, não é Covid
É "Semvid"
A energia pesada do mundo,
que achou um abrigo
Num colo sensível,
humano e
Não forjado a aço,
Sigo no bunker.

Mas, vai passar...

Eu quero sim estar com você, mas...

Como você pode falar que eu não quero mais conversar com você? Você entra no chat com correrias, como se tivesse um bicho aqui, e volta horas depois... Sei que já te magoei e te fiz sofrer, com algumas atitudes, mas você mudou drasticamente comigo. Te digo que as dores não mudam as pessoas, as pessoas mudam porque querem. Não precisa me dar o resto do seu tempo, eu sei que você tem muita coisa pra fazer. Mas a mesma faculdade que você fazia uns meses atrás não é a mesma de hoje? A mesma mãe que pega no teu pé e tu não pode nem me responder, não é a mesma de uns meses atrás? Então me responde, o que mudou? Eu respondo que suas prioridades, porque as vivências são as mesmas. Não sei mais o que você quer de mim, ainda mais me tratando assim, fala que me ama, mas não me trata como tal. Só falar não muda nada. Não estou aqui reclamando, só que não posso estar 100% bem, para você o tempo todo. O que eu mais quero é a sua atenção, seu tempo, me sentir amada, especial, única na sua vida. Não estou querendo nada demais, isso é o básico. Eu não falo sobre meus problemas, não falo sobre o que estou passando constantemente, só para não ter incomodar mais. Estou querendo saber só de você, porque isso que importa, você é a única coisa que ainda me faz querer levantar da cama todos os dias. Então não sei onde está a parte que parece que eu que não quero estar aqui.

DESENHOS DOLOROSOS

⁠Numa folha branca te desenhei do meu jeito.
Os olhos saíram meio tortos, o rosto com formato estranho. De fato, ao terminar, o que desenhei não era nada parecido com você.
Fiquei atordoado vendo aquele desenho; comecei a apagar e redesenhar, redesenhar, e redesenhar, até eu conseguir te expressar verdadeiramente no papel, mas adivinha? Eu não consegui.
Doeu saber que te desenhei na minha vida da forma que eu queria, e não como você realmente era.
Doeu ter que aceitar que por mais que eu tentasse te mudar, você nunca ficava parecido, afinal, aquilo não era você, somente, o que eu esperava ser.
Como doeu me iludir com minhas próprias mãos, esperar a mudança que nunca vinha, acreditar que eu seria tão especial a ponto de te mudar; e não é que eu não seja especial, eu sou, mas apenas controlo o meu ser.

⁠⁠Quando me reconstruir
quero ter janelas enormes
Pra que nenhum canto em mim permaneça tanto tempo no escuro
Pra que algo consiga ser maior que minha solidão
Mas não cobrirei minhas rachaduras
Nem disfarçarei minhas angústias
Carrego comigo cada mulher que eu já fui nas minhas frestas
Usarei esses vazios como respiro e não como ruínas

⁠Ainda penso em ti libélula minha,
da última vez que assisti seu pouso
e continuo
evitando os dias bonitos pois perdi a habilidade de vivê-los.
Ao se pôr o sol cai e quebra
destrói cada flor de lembrança
foi lá que derramei essências de saudade
mas a vida continua avançando ironicamente
cada minuto parece debochar de mim
está quase impraticável o atravessar dos dias
agora só faço contar semanas.
Ainda vives em mim libélula minha;
com suas asas não esmago nenhum jardim de vida
sei que um dia
criaremos juntas um mosaico com aquele sol quebrado

⁠CIMENTO, TECIDO E CALÇADA

Jogado ao chão sem mera importância; afogado em si pela água; incomodado por ferramentas humanas; lançado de qualquer forma como filho do nada. A parede segue rebocada, enquanto o cimento constrói sua casa.

Furado em todas as partes; ligados a força bruta; arrochados injustamente; jogados ao corpo, e ainda assim são humilhados. O tecido segue vestindo, mesmo sendo sempre usado.

Pisado diariamente; sujado pelos outros; queimando-se no sol, molhado sem querer banho; sofrido é o tratamento do piso, rejuntado sem cimento, fortalecendo o caminho de todos, em pleno sofrimento. O paralelepípedo preenchia, enquanto a calçada era formada.

⁠SEREI EU, TU E NÓS

Serei tu, serei vento,
Serei oceano, serei filho do tempo.

Fui negado, mas aprendi a ser birrento, não aceito o mundo de outra forma, sou um puro egoísta que silencia e não volta.

Serei eu, serei tornado, serei fogo, serei filho do caos.

Tomado pela dor da mágoa, sangrando e fingindo não ser nada, respingo tudo no chão, mas no fundo, sou filho do nada.

Serei nós, serei neve, serei terra, e no fim serei um peixe, que apenas nada.

⁠Ah, Pequeno Príncipe, entendi, pouco a pouco, assim, a sua pequena vida melancólica! Você não teve muito mais tempo para distração além da doçura do pôr do sol [...]
– Um dia, vi o sol se pôr 44 vezes!
E, um pouco mais tarde, você acrescentava:
– Sabe... quando estamos tristes, amamos ver o pôr do sol...
– No dia das 44 vezes, você estava tão triste assim?
Mas o Pequeno Príncipe não respondeu.