Poemas famosos de Silêncio

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⁠O que é a vida?
Me perguntaram
E eu fique em silêncio por uns segundos enquanto eles se olhavam sem entender e esperando por uma resposta
Então quebrei o silêncio
Dizendo
Ontem eu diria que hoje, hoje eu diria que agora é o quanto o amanhã!
Este nunca existiu e sempre o agora de hoje que se tornaram o passado de ontem
Então a resposta é
A vida, e o agora.

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠ESTDO DE QUEM SE CALA

Em um silêncio na profundeza
Fomos arrebatados para opaco;
Tudo nos leva a um desvario;
A vida está em quarentena.

A nossa felicidade foi desbotada
Aí vem tendência que desvaira
Solidão, disparidade e espanto.
O homem virou gafeiro

Não podemos com o vírus na atmosfera
Sem alegria, ficamos exposto a gagueira.

No moribundo não funciona sua sabichão;
O homem é a medida da construção;
O vírus é a medida da destruição.

Inserida por GigueiraPoesias

Noite escura, e há um profundo silêncio na floresta, somente a dança dos vagalumes sobre a macega verde, o cântico silencioso dos grilos entrelaçados nas grameiras, e as corujas fazem os seus sons para anunciar o respeito pela noite, o o urutau com seu cântico assombroso desperta medo e pressentimentos.

Otávio Mariano.

Inserida por otavio_mariano

⁠Quando ela chega, emudeço
é o silêncio sagrado da criação
rasga o véu de qualquer distância
rouba-me da própria distração
cinge seus lábios em meu peito
ancora-se sem pudores em mim
e tudo o que vejo, escrevo
quando ela chega enfim…

Inserida por noi_soul

⁠é bom amar quando é recíproco
...
se não há resposta
não se subjugue
ao silêncio do outro...

Inserida por noi_soul

⁠maiêu-tica

estou prestes a ter uma ideia genial
PSIU!
silêncio!
preciso me concentrar
está vindo… está vindo
estou quase parindo
a ideia que ao mundo agitará
q u a s e
q u a s e
q u a s e l á
respira, inspira, expira
cadê a caneta?
cadê o papel?
celular, cadê?
ela está vindo
está vindo
v i n d o
veio!
viu?
alguém pegou?
não?
NÃO?
não acredito!
que pena… que aborrecimento!
já passou…

Inserida por noi_soul

⁠Meu último poema:

Nas asas do tempo, um adeus se esvai,
No eco do silêncio, a saudade cai.
Palavras não ditas ficam a pairar,
No espaço entre nós, a emoção a vibrar.

No abraço apertado, sentimentos se entrelaçam,
E nas lágrimas contidas, os corações se abraçam.
É uma forte despedida, mas também um novo começo,
Um ciclo que se encerra, mas deixa seu apreço.

A estrada se estende, rumos diferentes a trilhar,
Mas o que foi vivido sempre irá perdurar.
No peito a saudade, no olhar a lembrança,
Uma despedida marcante, que o tempo não cansa.

Que o vento leve os suspiros da separação,
E traga de volta a doce sensação.
Que mesmo no adeus haja um brilho de esperança,
Pois a vida é feita de despedidas e bonanças.

Assim, seguimos adiante.
Uma história escrita com carinho e calor,
Na jornada da vida, o adeus é apenas um ponto de amor.

Bye Vander Hacher

Inserida por Moena

No SENHOR, encontro o silêncio que sara
E a dulcíssima calma que me faz renascer!
Quando o meu mundo se torna um peso
E o coração começa a temer,
É no SENHOR que a minha alma repousa!
Pois Ele é o refúgio que destrói as mágoas
E faz a ansiedade perder a força!


⁠

Inserida por freitasjuniorpoeta

⁠ um silêncio que nos ensina

Eu tive uma vizinha que não conheci.

Me alegrava o jeito que ela cantava.

Ouvindo os louvores que vinha do andar de cima.

Havia ritmo e uma voz que expressava alegria.

certo tempo depois, os louvores começaram a ser interrompidos .

Mais ou menos sempre por volta do mesmo horário.

Discussões ocupavam o espaço das melodias.

E depois de um tempo, já não se ouvia louvores em nenhuma parte do dia.

O tom de voz crescia, e uma alternância entre sussurros e gritaria acontecia.

até que um dia, o silêncio completo anuncia, que no andar de cima já não morava mais a vizinha.

A história que comove leitores em sua maioria.

é mais comum do que se imagina.

não se pode fazer nada por ela.

mas a maior lição que se aprende, é cuidar dos nossos próprios relacionamentos

Depois que se perde, sempre aumenta a percepção do valor que se tinha.

Ser paciente e agradecido, elogiar mais que do tecer críticas, são ingredientes de uma receita

Que quando bem feita, faz permanecer a alegria.

Inserida por JuniorOliveiraRJ

Não vou dizer sobre o que sinto.
Faço a ilógica tentativa de usar o silêncio para silenciar o meu grito.
Não consigo calar os meus gestos.

Inserida por BALSAMELO

Palavras ferem.
Pedras podem edificar.
Silêncio pode gritar e
a fala silenciar.
O abraço apresenta o aconchego ou a despedida.
Você?
Não sei.

Inserida por BALSAMELO

Alinhei.
Observei.
Acenei.
Nada.
Tudo... significava as linhas vazias do silêncio.

Inserida por BALSAMELO

Noite sem sono.
Sonho entristecido.
Vontade perdida no silêncio.
Lua beijando os meus olhos.
Sono com fome do sonho que se alimenta da solidão.

Inserida por BALSAMELO

Quero decifrar o indecifrável gesto do silêncio.
O seu grito ressoa ferindo a minha alma nesta espera que não alivia.
A sua fala é constante todos os dias na revelação da distância que nos aproxima do desencontro.

Inserida por BALSAMELO

A espera que acena desesperança.
O silêncio que avisa falta de gosto ou desgosto caminhando.
A hora que chega sem muito mudar.
É o sinal que doe em minha alma.

Inserida por BALSAMELO

Acenei com um grito!
Tudo surgiu em forma de silêncio!
Emudeci meus gestos e gritei para ficar com a minha solitude!
Poeta Balsa Melo

Inserida por BALSAMELO

#AS. #BORBOLETAS

O silêncio abre as mãos em meu jardim… Entorna rosas…madressilvas...
Maravilhas de muitas cores...
E perfume de jasmins...

Um coração ardente palpitando…
Vive com as gotas dessa essência divina...
Me fazem companhia as borboletas...
Ao sabor da brisa, tais quais pequenas bailarinas...

Eu acredito nos encontros...
Eu acredito na pureza...
No renascimento, no amor...
Na vida e na singeleza...

Anseio liberdade, beleza e amor...
De ir, vir e sentir...
Que um único segundo tenha valor...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠#PLATÔNICO

Eu escolho amar-te em silêncio...
Lançar a ti meus beijos ao vento...
A ti entrego meu coração...
Sendo assim não encontro rejeição...

Eu escolho amar-te a distância...
Que me protege da dor...
Te abraço em meus sonhos...
Onde sei o que é o amor...

Eu escolho amar-te na solidão...
De outra forma não conseguiria...
Amando-te tanto assim...
Serei feliz em meus dias...

Eu escolho amar-te tanto e tanto...
Que este amor tanto tenho medo...
E esse medo que tanto tenho...
Tanto aperta o meu peito...

Minha prisão é minha liberdade...
De outra forma não sei ser...
Amando-te mais que a mim...
Vivendo por sofrer...

Entrego a ti...
E a tudo me abandono...
A tudo quanto espero...
E a tudo que me dedico...

Escolho amar-te assim...
É o que sinto...
Minha vida...
Meu destino...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

⁠O #ACENDEDOR DE #LAMPIÕES

No silêncio do ontem...
Entre ventos a soprar...
Saudoso de tempo que não volta mais...
O acendedor de lampiões vem lá...

Em namoro com a lua...
Em vielas e ruas...
Nos becos mais escuros...
Junto as tabernas ou cafés...
Casarões antigos...
Cabarés...
Em cantos silenciosos...
Entre alguém e ninguém...
Um a um acende...

Tão cedo no céu a fornalha se aurora...
Retorna lentamente...
Vagando entre as sombras...
Que espreitam insatisfeitas...
O adormecer das estrelas...
No baile das horas...

Não sabe ele...
Nada pode testemunhar...
Da vida pulsante oculta...
De madrugadas de luar...

Muitas vezes o tormento...
Incendeia a paixão do tempo...
Quando a alma precisa de um momento...

Em caminho tantas vezes percorrido...
O acendedor sente saudades de abrir a janela do coração...
Bendita, malvada vida...
Em acender e apagar o lampião...

Suas imensas lembranças...
Silenciosamente dentro dele começam a ecoar...
Algumas oprimem seus sonhos...
Outras o fazem sonhar...

Na rotina dos dias, meses e anos...
Deseja prender o tempo...
E do que lhe resta tão pouco...
Sem perceber muito dá...
Em seu passeio noturno...
Ele faz tudo brilhar...

Sandro Paschoal Nogueira

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⁠#TANTO...

Calei-me por ti...
Sem poder, sem querer, calei-me...
Perdi-me no mundo...
Em silêncio segui...

De olhos tristes e cansados...
Por tanto por ti chorar...
O grito em meu peito...
Por tanta incompreensão...
Tu me fizeste sufocar...

De ti o tanto que recebi...
Foi mais mal do que bem...
No muito que recebi...
Pouco fui feliz também...

Mas sobrevivi...
Diante de tudo que experimentei e senti...
À sarjeta, ao lôdo que me jogaste...
Tal qual bela flor renasci...

Pode não ser fácil...
Interpretar o amor...
Meu coração é frágil...
Amigo...
De ti vou para bem longe...
Você não sabe...
O que é sentir tamanha dor...

O meu coração que um dia tiveste...
Agora segue por outros ventos...
Foste apenas uma ilusão...
Em algum momento...
Passou...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas