Poemas Famosos de Paixão

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⁠"Lembro-me, como se fosse ontem, o dia em que morri.
Era uma tarde quente de Outubro, sentado em um vasto gramado, olhando ao longe, de repente, eu te vi.
Lembro-me bem, daquele tal Campori.
Se eu soubesse, eu teria me enterrado ali.
Mas ali, ali mesmo, foi onde morri.
Foi o momento exato, onde nossos olhares se entrelaçam, e minh'alma, que eu lutava para pertencer a Cristo, passou a pertencer a ti.
Não sei porquê te olhei, não sei porquê sorri.
Mas foi ali.
Em segundos, vislumbrei cada detalhe do seu corpo, e por milésimos, fantasiei uma vida com ti.
Falei com os amigos que estavam ali.
Riram de mim, eu também riria; fazer o que? A piado do amor é assim.
Minha alma, apaixonada por você, abdicou-se de mim
Hoje, meu corpo, sem alma e sem ela, perambula por aí.
Sem vida, sem um motivo pra sorrir.
Recordando sempre e desejando que a cada batida, do morto coração, me leve para o dia, em que eu morri..." - EDSON, Wikney - Memorias de Um Pescador - O Dia Em Que eu Morri

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⁠"Possuo alguns amores de veraneio.
Uns, vieram pra ficar; outros, não sabem a que veio.
Lembro-me sempre, do desenho da boca, o olhar taciturno e o esvoaçar do cabelo.
Lembro-me da maciez da pele e o doce do cheiro.
Possuo sim, alguns amores de veraneio.
Amores que vem e vão, que só se despertam, quando há uma ausência; quando há, do coração, uma carência, um desejo.
Mas ela não, eu queria que esse amor, não fosse passageiro.
Quisera eu que fosse eterno, duradouro, que sobrevivesse às estações, de Janeiro a Janeiro.
Das poucas vezes em que a vi, sinto que não a vi direito.
Não admirei-a como mereces, não prostei-me de joelhos.
Deveria ter lhe fitado pela eternidade, garantindo a certeza que é você, que tatuo agora em minh'alma, em meu peito.
Ah moça! O que eu não faria por um beijo.
Um mundo por seus segredos.
Ela ainda não sabe, mas por ela, eu faria dos meus escritos, um cemitério perfeito.
Enterraria em meus versos, todos os meus amores, de veraneio..." - EDSON, Wikney

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⁠"Hoje, a chuva molha meu corpo e já não me importo mais.
Já não sinto frio mais.
Hoje é só indiferença, onde já fora amor por demais.
Já não te amo mais.
Sentir sua falta? Nunca mais.
É triste demais.
Já não choro mais.
Inté, nunca mais.
O que um dia fomos, em solo frio jaz.
Hoje, a chuva dos meus olhos, não inundou meu rosto, bom sinal, já não me importo mais..." - EDSON, Wikney

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⁠"Eu adoro quando meu corpo cansa sob ti, e minha boca repousa sobre você.
A geometria que nos une, faz a lógica do universo tremer.
Quando nós dois, somos um só ser.
Não quero ser mais eu, quero ser nós, quero ser você.
Minha religião morena, o doce dos teus lábios é o único Deus que eu quero crer.
O que posso fazer?
Já não vislumbro um futuro, pois minha vida é contigo, só isso que posso ver.
O cansaço que me abate, revigora minh'alma, naquela noite de prazer.
A minha realidade, se torna lampejos desse querer.
Resquícios de você.
Deusa do meu ser.
Meu corpo fatigado, descansa sobre ti; enquanto minha boca, repousa sobre você..."

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⁠"O que será de você, depois d'eu?
Quem há de curar-lhe as feridas, quando for-me eu?
Tu me abandonastes, e das feridas que me causara; a saudade, foi a que mais doeu.
Eu sou de ninguém, as vezes sou do mundo, mais eu queria mesmo, era ser seu.
Eu peço, rogo, imploro, por uma eternidade contigo, para Deus.
Essa nossa distância, me faz ateu.
Depois do fim, o que será de ti, o que será d'eu?
O nosso início nunca existiu, e já encontrou um fim, infelizmente morreu.
Enterrado no cemitério da esperança, onde aquele nosso sonho, aquela nossa felicidade, jazeu.
Quisera eu, que em meu leito de morte, houvesse a luz de uma outra vida contigo, mas é só breu.
Eu já não me pergunto o que existe após o jazer, a minha única indagação é: O que será de você, depois d'eu?"

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⁠"Se a perfeição fosse um pecado, eu seria o mais pecador dos homens; não por ser perfeito, mas por venerar-te, seu nome.
Por um beijo seu, eu daria fama, riqueza, renome.
Até a minha vida, e se não bastasse, a vida de qualquer outro homem.
Sou louco por amá-la, mas da minha insanidade, aquela beleza é a fonte.
O que posso fazer? Se o pôr do Sol, lembra sua beleza, ao longe.
És tu, meu horizonte.
Só enxergo você, quando clamo por seu amor na madrugada, é você minha deusa, dona do meu ser, meu coração na sua estante.
Eu queria uma eternidade com você, mas pra mim, já basta um único instante.
Meu coração é um infante.
Lembrar-lhe é um infarto, fulminante.
Os lampejos de nós dois, em minha memória, é algo incessante.
Correrei atrás de ti, mesmo que me canse.
Por você, abdicaria do paraíso e rastejaria por todo o inferno de Dante.
Mergulharia no mar das incertezas, velejaria no oceano do tempo, entre o depois e o antes.
Tens a riqueza de ouro, pérolas, do mundo, todos os diamantes.
Eu sou um pecador, não pelo pecado em si, mas por venerar-te como divindade, louvar como Deus, o seu nome..."

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⁠"A nós homens, não existe dor incurável.
Dor de amor, a dor do luto, com o auxílio do tempo, tudo é curável.
Somente a saudade, nos é irrefreável.
Quando em saudade, o todo, nos é totalmente instável.
A tristeza é inenarrável.
O tempo, inexorável.
Mas a beleza daquela mulher, inefável.
Eu sou um poço de amarguras, cada ferimento, cada cicatriz; incurável.
Ela é poço, e minha sede, insaciável.
Meu leitor percebe, que meu amor por ela, é algo notável.
Aos amores e casais deste obsoleto mundo, é invejável.
Amenizo minha dor com cada momento, que tornou-se memorável.
Agradeço ao Deus, por fazer não existir, a nós homens, dor incurável..."

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⁠"Hoje, em sonho, um estranho me disse algo, que me trouxe uma tristeza desenfreada.
Como em morte, em um outro mundo, eu acordara.
Disse-me ele: 'Que naquele mundo, cada hora, equivalia a um pulsar, do coração da amada.'
Me disse também, que poderia passar ali mil anos, ela e eu, jamais seríamos uma só alma.
Até então o sonho, transformado em pesadelo, só me fazia querer voltar pra casa.
Voltar pra realidade, para a vã esperança, de tê-la em meus braços, embalada.
Me perdi na beleza daquele lugar, entre as árvores, o perfume das flores e o verdejar das matas.
Em um piscar de olhos, estava eu, em casa; trêmulo, embebido em suor e os olhos cheios de lágrimas.
A cama vazia, minha pele fria, e em meu peito, o desespero gritava sua falta.
Percebi que aquele sonho, fora mais real do que eu esperava.
Era verdade; cada batida daquele coração, um dia me confidenciara.
Que poderia eu ser porto, abrigo, contra as mazelas desta vida desgraçada.
Mas não importa o que eu fosse, ela jamais seria a minh'amada.
Era certo, nessa vida, jamais seríamos uma só alma..."

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⁠"Quando o amor não mata, a lembrança do amar, o faz.
É a lembrança do nosso quase amor, que me faz querer-te, cada dia mais.
Eu já tentei de tudo, mas mesmo o tudo, parece ineficaz.
Cada gota de chuva, cada brisa do vento, até mesmo das folhas, cada farfalhar, me trazem as memórias de dias atrás.
Sou criminoso por tentar matar esse amor, mas o sou ainda mais, por te amar demais.
Cada pouco desse amor, que morre em mim, um pouco do meu eu, com ele jaz.
Infelizmente ele é capaz de renascer, o que o meu é incapaz.
Meu coração tornou-se um campo de batalha, agora só existe guerra, onde eu mataria pra existir paz.
São as recordações, que incendeiam a alma e o peito deste jovem rapaz.
Morrendo a cada dia, eu percebi que; Quando o amor não mata, a ausência do amar, o faz..."

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⁠Chega a ser cômica a indignação delas.
O que posso eu fazer, se amo é ela?
À ela, ofereço um universo; a estas, fragmentos, quirela.
A vida já teve alegria, hoje são só mazelas.
Hoje é velório, o que outro dia fora festa.
Sua ausência transformou em gris o que um dia foram cores, aquarela.
Os sonhos da chuva de arroz, o arremesso do seu buquê, ainda infectam minha mente, como bactérias.
O branco do vestido antagoniza o negror do meu luto, parece-me, drenou a minha resiliência.
Desalento, mau agouro, infelizmente fiz do teu abraço a minha residência.
Outros amores? Parcimônia.
Pinto nosso futuro, como um pintor, em uma tela.
Seu amor é prisão, frio, como uma cela.
É engraçado, quando me recordo de tudo que já fiz para ser dela.
Mas cômico mesmo é a indignação delas.
O que posso eu fazer, se amo é ela?

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⁠Era um amor exíguo.
Amor e ódio? Iguais, ambíguos.
Eu sou aquele tipo de demônio que vislumbra de perto as portas do paraíso.
Só me existe escuridão se a sua luz não está comigo.
O que era oceano hoje são só resquícios.
Pingos de chuva na pequena poça de prazer, onde fora um mar vivo.
Vivo, muito bem vivido, sou vívido.
Sem ti, sobrevivo.
O toque dos nosso lábios seria a minha felicidade, mas é só delírio.
Viver com as lembranças de ti é um martírio.
Rogo a Deus, à morte já fiz um pedido.
Mate em meu ser esse amor finito.
Livrai-me, Criador, daquele amor exíguo...

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⁠Eu viajei no tempo para proteger ela.
Chamei-a de meu amor, doce anjo, Cinderela.
Minha miragem, felicidade, minha aquarela.
Pinta minha vida com seu sorriso, como em tela.
Infelizmente, a vida em qualquer tempo é só mazela.
Pr'outro amor, ela desviou os olhos dela.
Infinito é o tempo, e o amor dela por mim, só quirela.
O amor é libertador; o amar, uma cela.
Sua ausência criou um cortejo onde era festa.
Lembro-me que meu passado era o nosso presente, e eu planejava um futuro com ela.
Hoje, não importa em qual tempo, cada minuto se rebela.
Quando lembro de nós, do que poderíamos ter sido, o relógio da minha vida congela.
O passado fora tão bom, o presente é amargo e o futuro sem você são só trevas.
Sonho agora em voltar no tempo para amar ela...

Inserida por wikney

⁠A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio o farfalhar das folhas, o doce e sereno bailar das árvores.
Odeio o bafejar do vento, que me assopra a face.
Odeio o pôr do Sol, cuja beleza sublime me remete a ela, minha beldade.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio o cantarolar dos pássaros e a balbúrdia da cidade.
Odeio tantas coisas, mas eu odeio mesmo é essa distância, nossa saudade.
Odeio a mentira, mas, por tantas vezes, também odiei a verdade.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio ter que me reencontrar todas as vezes em que me perco no castanho dos seus olhos, meu mar de serenidade.
Odeio sua boca, pois, mesmo estando tão perto da minha, a distância que as separa vai daqui até Marte.
Às vezes, odeio amar-te.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio meu corpo, pois quando está deslizando sobre o seu, me queima a pele e an alma arde.
Odeio toda religião, pois fiz somente de ti minha divindade.
Odeio as estrelas e a Lua, porque o brilho e a palidez me lembram suas fases.
E por lembrar-me amiúde de ti, amada minha, é que eu amo o fim de tarde…

Inserida por wikney

⁠Azar no jogo, no jogo do amor.
Eu achava que era má sorte, mas hoje agradeço ao acaso, nosso eterno senhor.
Ainda bem que o carro enguiçou.
O ônibus não passou.
Preso em uma cobertura qualquer, ainda bem que a chuva aumentou.
Obrigado, acaso, ainda bem que meu celular descarregou.
Se tivesse tudo dado certo, tudo teria dado errado; parvo fui, parvo sou.
Eu teria conseguido te dizer algo perturbador.
Teria me declarado, teria dito que o que sinto é paixão, talvez amor.
Ainda bem que na floricultura, já tinha acabado até o último buquê, até a última flor.
Se tudo tivesse dado certo, eu teria descoberto que no seu jogo eu sou só mais um jogador.
Falar-me-ia você que ama, mas não eu, o que me causaria tremenda dor.
Antes de tudo, retirei-me do seu tabuleiro, saí derrotado, perdedor.
A paixão é carta que derrota qualquer conquistador.
Mas sou grato aos céus, por ter bastante sorte no acaso, e azar no jogo, no jogo do amor…

Inserida por wikney

⁠Como posso eu ter calma?
Sendo que o coração que jurou-me ódio, sei que me ama.
A mesma boca que deveria despir só o corpo também despe a alma.
É amor de peito o que deveria ter sido só amor de cama.
Na madrugada não sou eu, é só o lençol, que por ti clama.
Do que me adianta?
Um amor racional e uma paixão insana?
Perdoe-a, pai, pois ela não sabe o que sente, não sabe a quem ama.
Ela sabe que, a cada toque, meu nome ela chama.
As labaredas, o ardor dessa paixão, o meu ser inflama.
Amá-la transformou-se em blasfêmia.
Nessa cacimba de amarguras, morro e vivo um dilema.
E vivendo tudo isso, como posso eu ter calma?

Inserida por wikney

⁠O cheiro da noite só me causa dor.
Me lembra teu perfume, relembro o seu ardor.
Era intensidade de alma, intensidade de corpo, intensidade de amor.
Eu sei o que sou.
Posso ser louco, demônio, sua divindade, herege, pecador.
Olho o céu, quando chuva, sou gris; quando Sol, sem cor.
O peito, que um dia fora só paixão, hoje parece-me, ser só rancor.
Lembro-me que cada toque, cada beijo, trazia à sua face, aquele belo rubor.
Ébrio de paixão, o meu ser era só furor.
És a mais bela das flores, mulher, hoje eu invejo cada beija-flor.
Fui escravo de um coração, o qual acreditei ser o senhor.
Nem do império, que fantasio contigo, posso ser o imperador.
Só me restaram as vazias palavras, acabou-se meu pundonor.
Das minhas falácias, eu mesmo sou o trovador.
Vislumbro o horizonte e vejo o Sol se pôr.
Ali eu sei que vai se iniciar o meu torpor.
Pois quando a noite vem, o cheiro dela só me causa dor…

Inserida por wikney

⁠Sou prisioneiro do que fora dito, escravo do que ficou por dizer.
Sonho com as palavras que ela não disse, meu pesadelo é sem ela viver.
Ser feliz sem ela, ilusão do meu ser.
O ardor que existia naquele olhar, hoje é um todo blasé.
Dor, sofrimento; à minha existência, já não existe mais prazer.
Ver para crer.
Crer para ver.
És a mais bela, és perfeição, és um coral de anjos, mas o que sou sem você?
Pra um amante da razão, graças à sua ausência, até a loucura estou tentando entender.
Em um quarto escuro, devaneio um futuro impossível e escrevo palavras que sei que ela não vai ler.
A cada dia, a cada hora, a todo minuto, eu luto pra aquela lágrima não escorrer.
Enxurrada de emoções, cacimba de desgosto, poço de dor, o que um dia fora o meu bem-querer.
De dentro da cela dessa paixão, fito a janela e não vejo um novo amanhecer.
Longe do fulgor do seu olhar, não me existe um alvorecer.
Para o meu desalento, os grilhões desse sentimento, sou incapaz de romper.
E por isso fiz-me prisioneiro do que fora dito, quiçá, escravo do que ficou por dizer…

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⁠Ela é vilã.
Ela é má.
Ela levou-me até a culpa.
Levou-me também a chance de me desculpar.
Levou com ela o meu perdão e também levou a chance d’eu a perdoar.
Cada face que olho, a cada toque em minha tez, a cada beijo recebido, ela está lá.
Mesmo que ela me deixasse a culpa, eu não saberia a quem culpar.
Ela é vilã.
Ela é má.
Pois ela se foi, mesmo sabendo que é meu Sol, minha luz, meu ar.
Hoje, a loucura tomou conta do meu eu, pois sou grato a essa dor, por fazer-me dela lembrar.
Embebido em devaneios, aquele abraço deu espaço à solidão, e é nela que hoje faço o meu lar.
Pecador que sou, tomei a liberdade de mais um dos capitais criar.
O oitavo e pior dos pecados do homem é amar.
E por pecar demais, do purgatório da sua ausência, não poderei escapar.
Na história que fantasio entre nós dois, estou sempre perdendo, mas não canso de lutar.
E nessas mesmas histórias, ela é a vilã.
Ela é má…

Inserida por wikney

⁠Diz ser ousada, mas não tem ousadia.
Não ousarias ser minha felicidade, minha alegria.
Não ousaria agora, como também não ousara aquele dia.
Não ousarias.
Não ousou um abraço mais forte, um beijo com ardor, aquecer minha alma fria.
Não ousou, não ousas, e sei; não ousarias.
Quem te usa, tu amas; quem te ama, tu usas, e é nesse ciclo que a dor se inicia.
A mente já não sabe o que é memória e o que é fantasia.
Parece-me, tenho as respostas na ponta da língua.
Memória, é seu abandono; fantasia, é contigo uma vida.
Tento roubar o coração de uma mulher com alma de menina.
Sua indiferença é mar; sua gratidão, cacimba.
Tentou ser feliz, mas não com sua felicidade, hoje compreendo sua covardia.
O fizestes porque diz ser ousada, mas em seu âmago sabes, não tem ousadia…

Inserida por wikney

⁠Tudo o que fizemos.
Tudo o que vivemos
Somos tudo, somos um, somos os livros que lemos.
Amnésia é livramento.
Tirar você do pensamento.
Inimiga, saudade; aliado, o tempo.
Em cada beijo, em cada toque, eu te fazia um juramento.
Abdiquei das palavras, pois, de tão vazias, elas se foram com o vento.
Amor é ambíguo, prazer e dor, juntos; sofrimento.
Crer em nossa felicidade é o que me torna ingênuo.
A sua presença queimou-me a alma, e nem as lágrimas da sua ausência foram capazes de apagar o incêndio.
Rogo aos céus, imploro ao Deus, uma única chance de poder fazer tudo aquilo que nunca fizemos…

Inserida por wikney