Poemas Famosos de Morte
Nem mesmo a morte, poderia ser uma certeza absoluta, uma vez que ainda não temos total noção do que o espaço-tempo deseja nos mostrar.
Via o vulto límpido da realidade se abrir lentamente. A morte é apenas uma linha que se precisa atravessar, o silêncio depois que a respiração cessa. Nada se pronunciava que não viesse eternizar o que havia em si de venerável. Mateve-se curioso. Não perdeu a capacidade de encontrar motivos.
A vida é tão dura para aqueles que pensam em viver; E a morte é tão certa, quanto a noite que é repentina em dia de luar...
Dê muitas risadas, ria muito, ria até a barriga doer, pois depois que a morte chegar e o arrependimento bater, você não sofrerá por não ter dado boas gargalhadas na vida.
Ironicamente a morte nos leva de tempos em tempos a refletir sobre a vida. Sendo assim, por que vivemos como se a morte não existisse?
Jesus venceu a batalha que jamais venceríamos em nosso lugar: a batalha contra a morte. Agora, graças a Ele, nos resta a vida... a vida eterna.
Não há desespero na morte. Nem dor. Nem tristeza por estarmos mortos ou por não ter mais nada. Só a morte...
Muitos não aceitam a morte, não aceitam perder os entes queridos para a morte e muito menos querem morrer. Porém, nós não nascemos para esse mundo. Precisamos entender isso! Nós não pertencemos a esse mundo e a nossa vida aqui é uma passagem.
Quanto maior a vontade de viver, mais próximo fico da morte; na função da vida, sou um desempregado.
Na lucidez do sacrifício, conquistamos a gloria da morte. A morte com horarias, é o gosto da alma, a transcendência da carna ao violeta.
Nem mesmo na morte, teremos a paz, pois seremos jugados e condenados; pela transgressões da carne: A transcendência da carna é o pecado.
Mantenho um casamento estável, longevo, feliz e de muito respeito com a velhice.
Até que a morte nos separe.
"Não temo a morte, pois, em vida tive a coragem de viver. E se algum momento hesitei, foi somente para apreciar um pouco mais"
Abismado com a quantidade de acadêmicos que defendem a guerra e a morte. A cegueira ideológica e o sadismo são tão grandes a ponto de relativizarem a vida, a empatia e a humanidade. Um dia a conta chega…
O radicalismo não deu certo em lugar nenhum do mundo!
A intolerância é a morte da civilização e consequentemente a aniquilação do sujeito.
Não teria cabimento se a morte não tivesse um propósito único que não fosse a finitude desta vida e o desprendimento do espírito.
