Poemas Famosos de Medo

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Economizar amor é avareza. Coisa de quem funciona na frequência da escassez. D... e quem tem medo de gastar sentimento e lhe faltar depois. É terrível viver contando moedinhas de afeto.

Tenho medo e tédio da monotonia, da mesmice, e da rotina... É fato, sou movida por intensidades…

Tire do coração o medo, não dê lugar aos sentimentos que lhe roubam a paz. Pense positivo, sonhe alto e tenha fé, seja grande de coração, seja grato. No caminhar da vida nem sempre o caminho será leve, mas Deus sempre nos dará sapatos adequados.

Já sei que você tem medo de me decepcionar, mas espero que te console saber que minhas expectativas sobre você são muito baixas.

Se você não correr riscos com medo de errar, talvez nunca conheça a alegria que é acertar.

Ninguém me faz de boba porque todo mundo tem é medo de acreditar na bobeira e acabar bobo junto. Gente mais besta!

As melhores mentes estão caladas com medo de rejeição num mundo onde predomina o comum.

Ciúmes nem sempre são doença ou obsessão. É medo de perder, é cuidado, é proteção.

"É mais fácil manipular as pessoas através do medo do diabo, do que com o amor de Deus."

Olha todas as pessoas lá embaixo. Elas seguem as regras, para quê? Elas se deixam guiar pelo medo.

Eu não tenho medo, pois junto com a morte e a destruição sempre existirá a esperança do renascimento.

Aí você vai à cozinha de madrugada cantando música de Deus, pra disfarçar o medo do capeta!

Ciúmes, não tenho porque te amo, mas por ter medo de não poder te ter, ou por não me escolher. Quando você for minha, ele some... Eu prometo.

Não tenho medo de fera,de homem...ou de amar novamente...o medo é o principio da morte e ainda não estou preparado para esta jornada.

Eu acho que tenho medo de ser feliz, porque toda vez que consigo ficar feliz, alguma coisa ruim acontece.

Seja honesto sem medo. Honestidade não é hipocrisia. Hipócrita mesmo é quem finge.

Eu uso essa palavra porque nunca tive medo de palavras. Tem gente que se assusta com o nome das coisas.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

"Não tenho ódio nem amor, sou livre e não tenho medo de nada, porque sou boneca de pano com macela por dentro. Qualquer "desastre", a Tia Anastácia me faz outra".

Se tiver medo de enfrentar o desconhecido nunca verá nada de novo, e será mais um a ver apenas aquilo que todos já viram.

Desde que o amor e o medo dificilmente podem coexistir, se escolhêssemos, é mais seguro ser temido do que amado.