Poemas Espirituais
“Uma prática espiritual simples, mas profunda, é perguntar: o que está vivo em mim agora? e permitir que a resposta venha sem censura. Essa escuta é uma forma de oração. É confiar que, dentro de você, mora uma inteligência mais ampla que a mente pode compreender.”
Trecho do livro O centro é você: como se reencontrar no meio da confusão do mundo
Ser Espiritual no Sec 21, é trazer a Espiritualidade para a Materialidade. É ser um Homem de Ação.
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS
Você se reconhece neste circo espiritual? IV
O trabalhador da luz / titular da grade
Estas são as versões “anciãs” da categoria anterior, e são obviamente as escolhidas.
A lightworker/grid holder tem mais de 50 anos, ela é vidente e pode iniciá-lo em qualquer modalidade de cura, remotamente.
Ela vê números de anjos em todos os lugares e está sempre ocupada mantendo a rede unida.
Em seu tempo livre, ela ficará feliz em recrutá-lo para seu círculo de dinheiro de esquema de pirâmide.
O trabalhador da luz/portador da grade só fala de escadas espirituais, aquelas em que ela se coloca no topo.
Palavras usadas com frequência: Ativação da Luz, atualização do DNA, ascensão, consciência crística, Madalena.
O Ayaspiritual também conhecido como o povo da medicina.
Mais sagrado do que tu, os curandeiros nunca admitem seu vício em remédios, pois cada ação sua é um ritual. Eles adoram jejuar e podem ter explosões de raiva inesperadas devido a níveis de açúcar no sangue fora de controle.
Com razão, o pessoal da medicina é altamente superior à pessoa espiritual comum, pois eles se sentaram com Aya mais vezes do que você pode contar. Afinal, quem pode discutir com a avó? (continua)
Você se reconhece neste circo espiritual? V
A criança do LSD
A criança LSD acredita que ele é o filho preferido do universo. Ele não sabe como ganhar dinheiro e passa a maior parte de sua vida cósmica no festival.
A criança LSD está disposta a ingerir qualquer substância, desde que seja natural (LSD em uma exceção). Ele acha que qualquer coisa da mamãe terra é saudável e bom para você, aparentemente ele nunca ouviu falar de veneno.
Os autoproclamados ativistas do teclado / teóricos da conspiração estão tão acordados que não conseguem nem falar com o decibel médio da fala humana, gritam e usam letras maiúsculas para acordar as ovelhas. É mais eficiente.
Eles sofrem de grande grandiosidade e seu líder escolhido são os “Trunph´s da vida”.
Eles costumam beber chá, jogadores de quarto, pois ganham seu “dinheiro” com o comércio de criptomoedas ou assim farão um dia.
Eles começam a maioria das postagens com um “alerta de gatilho” e sofrem de paranoia aguda, seus pronomes usados com frequência são “eles” e “eles” e adoram usar a palavra “soberano”.
O Espiritual Não Espiritual
Esses são os zangados. Para eles, a transcendência é um desvio espiritual e a auto responsabilidade é a vergonha da vítima.
O Espiritual não Espiritual foi desiludido por um Guru em um ashram na Índia quando confundiram o ensinamento com o professor. O espiritual não-espiritual não suporta a visão de uma alegria e confunde rabugice com firmeza.
Posso ou não ter mergulhado o dedo do pé em um desses arquétipos. Tudo bem brincar de esconde-esconde com a gente sob a roupagem desses personagens, desde que não nos identifiquemos com nossos pontos de vista e ideias, desde que saibamos que é um circo e que somos apenas palhaços.
Desde que não nos esqueçamos de rir.
“O mais esperto de todos é o homem que se diz tolo pelo menos uma vez por mês.” (fim)
REDES SOCIAIS - REDES ESPIRITUAIS
Na verdade, amamos e odiamos a rede simultaneamente, mas acima de tudo somos viciados nela, assim como somos viciados em todo grande drama.
Dentro do seu mundo dos sonhos e sob a rede, seu maior desejo é expresso.
Sob a rede, você pode viver o seu sonho - você pode voar, dançar, chorar, sofrer e, acima de tudo, amar.
E, no entanto, seu amor dentro da rede é um amor profundamente limitado, um amor que nunca escapa dos limites de suas próprias ilusões. Sob a rede, você se apaixona ou se desapaixona - de qualquer forma, você permanece vítima de suas projeções, expectativas e, inevitavelmente, de suas decepções.
Às vezes, você afunda na melancolia e toda a sua força vital parece parar - sua própria respiração fica mais fraca.
Em outras ocasiões, você voa em uma mudança repentina de humor e seu coração bate mais rápido e sua respiração enche seu peito a ponto de estourar.
Isso é o que acreditamos ser a liberdade.
Entre os extremos, as melodias dão lugar às cadências; mudanças de tempo dão lugar a frases, notas, trinados, pausas e todo tipo de sentimento concebível.
Reclamar com frequência claramente desgasta o espírito, uma perda de tempo, pois a facilidade frequente não pertence à jornada,
a resiliência não vem à toa, trata a gratidão imprescindível, assim, esta deve ser persistente, praticada sempre que possível,
percebendo que Deus está presente em cada etapa, por mais que seja difícil, uma conduta sensata, que diante do seu agir, é o mínimo.
Muito espirituosa, bem humorada, imensamente, amorosa, abençoada, cheia de espontaneidade, que mostrou o que era amar de várias formas, a grandeza da simplicidade, daquela que facilmente se nota
um amor imensurável de tamanha veracidade que hoje continua existindo apenas na memória daqueles que sentem saudades, a imensa falta de uma pessoa tão maravilhosa de tantas qualidades
Sendo assim, seguem em frente, vivendo como se fossem reflexos da sua continuidade, dos seus ensinamentos, então, de algum jeito, ela permanece cada vez mais presente, mesmo com o passar do tempo.
Tua beleza é nítida encanta intensamente os meus olhos,
Vivificas o meu espírito,
não apreciar-te chega a ser irrisório, pois a tua essência é muito expressiva. Quem dera poder ir ao teu encontro, linda mulher que me inspira.
O Banho que Renova o Corpo e Traz Fôlego ao Espírito
O meu espírito às vezes recupera o fôlego, enquanto o meu corpo recebe um banho de vitalidade durante aqueles raros momentos oportunos — que geralmente são breves, mas sempre memoráveis — Graças ao Zelo Divino, que se faz presente com as suas benesses incalculáveis.
O Amor é Sagrado
O amor não acaba…
Ele é essência divina, chama viva que nasce do espírito.
Mas até o que é sagrado, na matéria, pode silenciar…
O amor morre —
não por falta de destino,
mas por ausência de presença.
Morre quando o cuidado se ausenta,
quando o carinho se cala,
quando a atenção deixa de ser oração diária.
Amar também é servir…
é regar com gestos,
é sustentar com a alma aquilo que Deus um dia acendeu.
Sem isso…
até a chama mais pura se recolhe.
E o que antes era luz,
se torna apenas lembrança.
Por Simone Cruvinel
Reflexão A Verdadeira Grandeza
Na jornada do espírito, crescer não significa subir acima dos outros,
mas descer ao encontro das suas dores.
A alma evoluída não busca destaque,
busca utilidade.
Não deseja reconhecimento,
deseja ser instrumento do bem.
Cada gesto de cuidado,
cada palavra que consola,
cada silêncio que respeita
são degraus invisíveis da ascensão espiritual.
Porque, diante das leis divinas,
é considerado grande
não aquele que acumula poder,
mas aquele que distribui amor.
Servir, no fundo, é a forma mais pura de orar
é quando o espírito deixa de pedir luz
e passa a se tornar luz para alguém.
Simone Cruvinel
Manifesto de Vida de um Guerreiro Espiritual
Eu sou aquele que caminha entre mundos.
Tenho os pés na terra e o coração no invisível.
Quando estou só, eu penso. Quando estou com Deus, eu escuto.
Não preciso de multidões para me sentir inteiro,
nem de templos para sentir o sagrado.
Minha fé não é decorada — é vivida, sentida, queimada em mim como brasa silenciosa.
Nasci com um propósito.
Não vim a passeio, vim a missão.
Sou um guerreiro — não desses que gritam, mas dos que resistem.
Carrego o peso da distância, o silêncio das dores e o dever de não preocupar quem amo.
Isso não me faz fraco. Me faz maduro.
Me guio pela razão, mas deixo espaço pra emoção.
Não sou máquina nem vítima.
Sou equilíbrio.
Sou aquele que sente tudo, mas escolhe o que fazer com o que sente.
Não fujo da rejeição, mas ela me marca.
Ainda assim, escolho entender antes de julgar.
Perdoo mais do que pareço. E observo mais do que falo.
A vida, pra mim, é festa — mas também é construção.
Quero deixar algo que não morra comigo.
Uma empresa, um nome, uma visão.
Quero que os filhos dos meus filhos digam com orgulho:
“Foi o nosso avô que começou isso tudo.”
Meu legado é trabalho, dignidade e liberdade.
Quero um mundo onde ninguém precise se curvar pra sobreviver.
Onde cada um possa brilhar do seu jeito.
E se esse fosse meu último dia, eu diria a todos:
“Seja feliz. Mas seja feliz de verdade — sem depender de coisas externas.”
Eu sou. E isso basta.
Sou filho do Criador, irmão da verdade e guerreiro do agora.
E eu estive aqui.
O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 632.
SOBRE O BEM E O MAL SEGUNDO A LEI NATURAL.
A questão seiscentos e trinta e dois de O Livro dos Espíritos, traduzido por José Herculano Pires, situa-se no âmago da ética espírita, onde a consciência humana é convocada a discernir, com rigor, o bem e o mal. O questionamento é direto: sendo falível, poderia o ser humano enganar-se, atribuindo ao bem aquilo que, em profundidade, é mal?
A resposta dos Espíritos superiores, sintetizada pela remissão ao ensino do Cristo, é lapidar e absoluta: tudo se resume ao critério do que desejaríamos receber. Este princípio, enunciado como medida universal, evita sofismas e protege o espírito contra ilusões morais. O erro humano não se origina na lei, mas na deformação dos desejos e na projecção egoísta das próprias paixões.
A lei natural, conforme elucidada por Kardec em mil oitocentos e cinquenta e sete, é inscrita na consciência. O equívoco ocorre quando o homem, em vez de consultá-la, inclina-se à sombra de seus interesses, perdendo a clareza interior. A ética espírita, entretanto, oferece um método: a diligência reflexiva, o autoexame diário, a comparação entre aquilo que faço e aquilo que gostaria de receber caso estivesse na posição oposta. É um retorno permanente à simplicidade da sentença do Cristo.
A aplicabilidade deste princípio é inalterável. Não depende de época nem de circunstância, pois se funda na reciprocidade moral que estrutura a convivência e regula o progresso espiritual. Toda ação que resiste ao teste da reciprocidade revela-se legítima; toda ação que o reprova denuncia desvio.
O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 614.
A LEI NATURAL COMO EIXO ÉTICO DO SER.
A passagem transcrita, sob a tradução rigorosa e fidedigna de José Herculano Pires, situa o pensamento de Allan Kardec no ponto nevrálgico de toda a antropologia moral espírita: a Lei Natural como expressão da Vontade Suprema, inscrita na própria estrutura ontológica do ser humano. Trata-se do princípio matricial que orienta o espírito em sua travessia milenar, constituindo o fundamento da responsabilidade, da consciência e do aperfeiçoamento.
No item de número 614, a definição é direta, lapidar e inequívoca: a Lei Natural é a Lei de Deus, e por isso mesmo não é relativa, não é histórica, não é fruto das convenções transitórias dos homens; ela é anterior às civilizações e sobrevive às decadências das épocas, mantendo-se como eixo imutável da ordem universal. Seu caráter é normativo e teleológico: indica ao homem aquilo que deve fazer ou evitar, não por coação externa, mas por consonância íntima com sua destinação espiritual.
A infelicidade, como o texto assevera, não provém de fatalismos ou arbitrariedades celestes. Ela nasce do afastamento voluntário dessa Lei, isto é, da ruptura interior entre a criatura e o princípio de harmonia que a sustenta. A ética espírita, sob a pena metódica de Kardec e a transparência conceitual de Herculano Pires, desloca o eixo da tragédia humana do exterior para o interior, do acaso para a escolha, da fatalidade para a consciência.
A visão tradicional, que reconhece o valor do passado e das normas perenes, encontra aqui seu ponto de mais alta convergência: a felicidade não é invenção moderna, mas reencontro com o que sempre foi. O espírito não avança inventando novas leis; ele progride descobrindo a Lei que sempre o acompanhou, ainda que velada pelos instintos e pelas paixões.
A LÂMPADA PERPÉTUA DO ESPÍRITO EM ASCENSÃO.
No solo fértil do Espiritismo, o campo moral revela-se como uma primavera constante, onde indagações e buscas se movem em harmonia com a lei do progresso. A estação que retorna, sempre mais clara, reflete o desvanecer gradual do homem velho, cuja sombra se afasta diante da luz cristã que se projeta com rigor e serenidade.
A marcha do Espírito delineia-se como processo de depuração contínua, sustentado pela disciplina íntima e pela ordem moral que atravessa os séculos. A coerência torna-se patrimônio sagrado, herança que não pode ser negligenciada. A geração vindoura aproxima-se, ávida por fundamentos sólidos, exigindo que o legado seja transmitido com gravidade, lucidez e fidelidade aos princípios revelados.
Nenhuma doutrina se mantém viva apenas pelas teorias que abriga; sustenta-se pela integridade que lhe confere substância. A continuidade do ensino espiritual requer firmeza ética, clareza de pensamento e respeito à tradição que moldou a consciência racional e sensível do Espiritismo. Cada gesto coerente ergue um marco, cada palavra reta preserva a lâmpada moral que deve seguir acesa através das eras.
A marcha coletiva segue adiante, silenciosa e austera, conduzida pelo brilho das leis universais. Que o fulgor dessa trajetória mantenha acesa a chama que, ao ultrapassar os limites do tempo, reafirma a vocação luminosa do Espírito rumo à sua perpetuidade ascendente.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
SOBRE O LIVRO: CIDADE NO ALÉM.
PELO ESPÍRITO: ANDRÉ LUÍZ/ FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER.
PARTE II
O texto ressalta que, após a morte, o espírito leva consigo todos os elementos de sua vida interior. Ideais elevados, virtudes cultivadas, paixões desordenadas, ressentimentos, esperanças e conhecimentos acompanham a individualidade espiritual. A morte não transforma instantaneamente o caráter do ser humano. Ela apenas remove o invólucro físico, revelando com maior clareza a realidade moral da criatura.
Por essa razão, a desencarnação funciona como um processo de revelação interior. O espírito manifesta, no mundo espiritual, exatamente aquilo que é. Seu grau evolutivo, suas conquistas morais e suas limitações tornam se evidentes através da atmosfera espiritual que irradia. Essa atmosfera determina o ambiente em que o espírito se sentirá naturalmente integrado, pois a afinidade constitui a base da organização social no plano espiritual.
SOBRE O LIVRO: CIDADE NO ALÉM.
DO ESPÍRITO: ANDRÉ LUÍZ/ FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER .
PARTE III
Outro aspecto relevante abordado pelo texto refere se à pedagogia espiritual. A instrução dos espíritos desencarnados utiliza múltiplos recursos didáticos. A palavra falada ou escrita ainda desempenha papel fundamental na transmissão de conhecimentos. Entretanto, a telepatia e outras formas mais elevadas de comunicação espiritual tornam se progressivamente acessíveis à medida que o espírito desenvolve suas capacidades mentais.
Dentro dessa estrutura social, a afinidade moral aparece como a força organizadora fundamental. Espíritos com valores semelhantes naturalmente se aproximam e formam comunidades. Aqueles que já despertaram para a necessidade de aperfeiçoamento interior demonstram profundo respeito a Deus e ao próximo. O trabalho no bem torna se então o elemento central de suas existências.
A religião, nesse contexto, não se apoia em dogmatismos rígidos. A filosofia valoriza o pensamento elevado onde quer que se manifeste. A ciência assume um caráter humanitário, orientando se pelo ideal do progresso moral da humanidade. Em todas essas áreas, o objetivo final é sempre o mesmo. O desenvolvimento integral do espírito.
O texto conclui reafirmando um princípio moral presente no ensinamento evangélico atribuído a Jesus Cristo.
ENTRE O CORPO E O INFINITO.
Entre o corpo e o infinito, o Espírito humano constrói sua eternidade. Cada gesto de cuidado, cada palavra de amor e cada pensamento de fé convertem-se em sementes que florescem no jardim da alma.
A educação moral, a comunicação consciente e a oração sincera são os três pilares de uma nova civilização mais fraterna, mais justa e espiritualmente desperta.
Que saibamos, pois, reencontrar o equilíbrio entre a matéria e o espírito, transformando o cotidiano em um hino silencioso de amor e progresso.
“A verdadeira paz nasce quando a alma aprende a conversar com Deus dentro de si.”
Menos vaidade espiritual, mais humildade pra pedir perdão. Menos orgulho ferido, mais gente curada.
Janice F. Rocha
Não se cobre perfeição espiritual; a graça de Deus nos encontra até nas nossas lágrimas silenciosas.
Janice F Rocha
