Poemas Enxugar suas Lagrimas
Eu caí
Eu caí no teu amor pirata
Sabia de todas as suas trapaças
Mas mesmo assim
Sempre achei que no fim do mundo
Nós correríamos com os lobos
E superaríamos os nossos monstros juntos
Quantas crianças mais precisarão morrer? Quantos negros, brancos, jovens ou idosos ainda terão suas vidas arrancadas brutalmente?
Nada trará de volta quem foi levado pela violência alimentada pelo desamor, negligência, racismo e ódio.
A desigualdade social, enraizada no racismo estrutural, faz novas vítimas todos os dias. Enquanto isso, culpados pagam fiança, respondem em liberdade e continuam impunes.
Você ainda não vê? O racismo está matando adultos, jovens, crianças. A morte não escolhe cor, profissão ou classe social: ela leva policial, bombeiro, morador de rua, rico ou pobre, a dor é a mesma.
Fechar os olhos para essa realidade é condenar a própria alma. Todos os dias, histórias são interrompidas; vidas são silenciadas.
A vocês, governantes, magistrados, autoridades: vocês têm o poder de mudar esse destino. Façam justiça, façam a lei ser cumprida, façam a Constituição prevalecer.
Não deixem que mais inocentes paguem com a vida pela omissão de quem deveria protegê-los.
“Aqueles para quem Deus não é suficiente são gananciosos.
A recompensa por todas as suas obras deve ser que elas sejam conhecidas por Deus e que você busque Deus nelas.
Que isso sempre lhe seja suficiente.”
Ninguém se molda ao nosso querer.
Cada qual único, como um nascer do sol.
Mesmo gêmeos têm suas singularidades.
Na diversidade, reside a humanidade.
Livro: O respiro da inspiração
"Valorize o melhor que há em você e invista em suas qualidades. Descubra o seu propósito e viva de acordo com ele, sem tentar ocupar o lugar de outra pessoa ou viver um papel que não é seu. Lembre - se: as oportunidades não são apenas dadas, elas são conquistadas e, muitas vezes, você mesmo pode criá - las. Agora, acima de tudo, tenha Deus como o centro da sua vida. Quando Ele é a prioridade, tudo se alinha. E Ele será a força quando você estiver fraco!"
Raphael Denizart
Os mais velhos se veem à margem, isolados.
Seus gestos, suas palavras, desvalorizados.
Enfrentam solidão, tristezas ao lado,
ansiedade e preocupações, tudo agregado.
Livro: O respiro da inspiração
Avalanche
Não me dê motivos para
lhe odiar, deixe-me ir sem
remorso de ti, amor.
Suas ações não me deixam
Irritada, Mas sim decepcionada.
Seu amor é um veneno
para mim.
Com o tempo, me afastando
de você, Não quero sofrer
mais.
Quero ser feliz.
Amar a ti é como uma adaga
com duas lanças, a qualquer
momento eu posso me
cortar.
Tentando escapar desta
avalanche, á qual tu me
colocasse.
Quero ser feliz.
Isso, se conseguir fugir
dessa viva.
Mesmo que não apareças
Me lembre das suas promessas
Que nunca foram eternas
Me colocando no sol quente
Como um soldado ardente
Lembre-se de suas raízes, delas se orgulhe. Caminhe rumo ao futuro, onde a esperança flutue. Desperte-se para realizar, em ti está o poder, pois os feitos dos que vieram antes são teu dever.
Livro: O Respiro da Inspiração
[Livro das manhãs]
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Aguardando a árvore acordar, ela precisa de um pequeno silêncio. A suas manhãs se faz com folhas ao chão, reflexos e luz do sol. Uma dimensão da eternidade.
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Livro: A eternidade das árvores 🌳
Faça escolhas com convicção.
Caminhe firme em suas jornadas.
Um coração puro não se engana e
na verdade encontra morada.
Livro: O Respiro da Inspiração
Nosso Brasil, terra de encanto e beleza.
Suas florestas, fonte de riqueza.
Porém, egoístas destroem sem presteza,
envergonhando-nos, mancham nossa nobreza.
Nossas florestas, nossa natureza,
nossa cultura, nossa gastronomia
são tesouros que merecem toda a harmonia.
Livro: O Respiro da Inspiração
Uns escondem suas histórias, em segredo. Eu as compartilho, sem medo.
Erros e acertos, na jornada, são sinais.
Não importa a origem, destinos ou fins.
Como tratamos os outros revela quem somos, afinal.
Livro: O Respiro da Inspiração
CANTO DA VITÓRIA MAIS DIFÍCIL
No silêncio da alma ferida,
Quando o mundo virou suas costas,
Lutei com as armas da fé escondida,
Na trincheira das horas mais tortas.
Não foi glória com luzes e palmas,
Foi suor, foi joelho no chão,
Gritei com a dor presa na calma
E ouvi meu próprio coração.
Cada passo, um abismo vencido,
Cada noite, um choro contido,
Cada “não” que o mundo gritou
Foi semente que em mim floresceu.
Me chamaram de fraco e caído,
Mas não viram o que renasceu:
Um gigante forjado em segredo,
Que caiu… e depois se ergueu.
Essa vitória não tem medalha,
Não tem faixa, nem multidão,
Mas carrego no peito a muralha
Que ergui com cicatriz e oração.
Por isso, se ouvir meu canto,
Saiba: é de guerra e de amor,
É da dor que virou acalanto,
É da cruz que virou esplendor.
Hoje canto a vitória mais rara,
Não a fácil, comprada ou banal —
Mas aquela que nasce na cara
Do fundo… e termina imortal.
Queria enfrentar todas as suas batalhas, fazê-la rir e sorrir à vontade. Afastá-la do mundo e ficar com ela só para mim.
Eu queria muito ficar com ela.
Para sempre.
Pensei em escrever porque alguém me perguntou:
“Cadê suas poesias? Tem escrito?”
A resposta veio assim:
Nem todo dia tem poesia.
Tem dia que amanhece seco,
sem metáforas, sem rima, sem vontade.
Tem prosa crua,
comunicado de despejo,
recado na geladeira,
mensagem não lida.
Tem carta escrita às pressas
só pra não dizer que ficou calado.
Palavras que se alinham não pra explicar,
mas pra confundir, provocar, desarrumar.
Nem todo dia tem bons pensamentos.
Tem dia em que o peito pesa,
e os sonhos dormem mais do que a gente.
Tem vontade de sumir,
e tem lembrança que insiste em ficar.
Tem o corpo presente e a alma ausente.
Tem desejo partido,
tem carta de amor rasgada antes de ser enviada.
Tem dia que tem só o silêncio —
mas é um silêncio cheio de barulho por dentro.
Tem dia que o mundo cala,
e mesmo assim, a palavra teima em transbordar.
Sai pelos olhos,
escorre na pele,
explode no papel.
E é nessa bagunça que, às vezes,
sem querer, a poesia volta a acontecer.
Se seu cérebro tivesse dentre suas
pernas, você teria uma mente aberta.
Pena que isso não acontece, então
feche as pernas e abra a mente.
E se for abrir realmente, abra os dois
até mesmo os olhos, cuidado com os
intencionados foque nos interpretativos.
As palavras machucam, você se machuca!
Suas feridas não saram com seus cortes
Sua dor não some com seus cortes
A única coisa que se deve ser cortada é seu sentimento preso
Se liberte, seja você, demonstre que é fraco!Ser fraco não é algo ruim
A fraqueza faz com que nossas defesas sejam maiores
Nossas defesas somos nós mesmos
Só nós entendemos, só nós sentimos
Achar que mais ferimentos serviram como remédios, para a cura de sua alma
Só causaram mais dor e menos alívio.
A grande noite, dobravam as suas delicias ao sentar, exagero que me encantava
Cabelos crespos, mas era liso o seu toque ao lele!
Algodão sinfônico que tocará aos meus ouvidos
Sua voz se intrica na batida formando canção poética
Sambava sobre os racistas, era metódica aos seus próprios deveres
A quem tivesse medo de dar ordens, aquela mulher era sua própria lei, seu próprio chão
Firmeza a todos que seguravam a honestidade na mão!
Dei um punhado da felicidade que um dia tive, ela sorriu e disse até mais tarde seu João
Que menina danada zé! Sobrou-me só os versos, que descreviam todas as poesias já compostas naquele esplendoroso corpo poético.
