Poemas Engracado

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⁠Quando há
falta de justiça
a quem
é inocente
sobram poemas
neste continente
de memória
marcada:
Letras de cela
apertada,
sem ventilação
e ainda
sem ventilador.

O tempo tem
passado lento,
Provocando tudo,
menos o nosso
esquecimento.

O General
anda engolindo
a dor no ombro
pela alta
temperatura
inflamatória,
E a Mãe orante
pelo manto
Virginal
de Coromoto.

Segue esta
trágica situação
vexatória mais
para quem tem
o dever de fazer
e ignora o dever.

Neste tempo
em tempo
de conseguir
fazer justiça,
E encaminhar
a liberdade
em pronto
andamento,
Pois já são
18 meses
sem nenhum
discernimento.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Deste distante torrão
de terra sulino,
Venho escrevendo
poemas feitos
de lágrimas, chamas
e de multidão,...
As FAES são um
capítulo já visto,
Por mim entendido
e por quem nada
entende condenado.

Sul-americanos
versos para clamar
pelo resgate
do continente
em degradação,
Convidando a um
minuto de silêncio
e uma oração:
Pelo miliciano
que covardemente
por paramilitares
foi [tombado],
Peço que prendam
os culpados.

Ah, amada Pindorama,
o Estado Plurinacional
e toda a Abya Yala
neste momento
estão sendo
lambidos pelo fogo,
e a Primavera
tem que ressurgir.

Temo que não
sobre mais nada
para o nosso povo;

Daqui de Rodeio
ando sentindo
o mau cheiro
dos incêndios
das nossas matas,
e a dor continental.

Quero acreditar
nas palavras
do General
dos olhos
de azabache
inabaláveis
que pede por
camaradagem,
solidariedade,
companheirismo,
e mais amizade
ante o bloqueio
e as perturbações,...
Quando
virá
a justa liberdade
do General?

Vamos escrever
novas histórias
no livro da vida?

Vem, e me diga
quando acabará
a pena da tropa?

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Por aqui todos
os poemas
são de minha
responsabilidade,
Mas sozinha
para escrever
creio que
não teria
essa capacidade:
de trazer
à tona frutos
de histórias
que comovem
e me trazem
impressões
transcendentais.

A orquestra
da diáspora
venezuelana
tocou uma
canção que
escorreu pelos
meus olhos:
ela é debutante.

Aprende que
qualquer pedido
só é ouvido com
a delicadeza
necessária
para entrar
no coração
que é
o universo
do outro,
Do General
injustamente preso
e desaparecido
e de cada um
na mesma
condição:
quero fé
de vida
porque tempo
mais não há
para que
seja despacito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Com palavras
que não
são minhas,
Escrevendo
poemas
com páginas
de jornais
e com o clamor
de um povo
que vem
sentindo
o peso da mão
e da covardia
todo o santo dia.

Carniceiro
de Artemísia,
Não dá para
crer que
seja realidade,
Charco
de sangre,
Não consigo
crer em tanta
maldade:
um vale
de lágrimas.

Dizem que
los febreristas
estão divididos,
Enquanto
deveriam
estar unidos
para encontrar
o General,
e outros tantos
desaparecidos
que como
ele estão
até hoje
injustamente
detenidos.

(Os meus clamores não estão sendo ouvidos.)

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Benedito Novo da minha vida,
os teus ribeirões e cachoeiras
valem mais do que meu poemas.

Benedito Novo cheia de belezas,
do africano que buscou a liberdade
assim sagrou-se com nome e mística.

Benedito Novo do meu peito,
amo os teus sabores postos na mesa
e a tua força de encontrar jeito.

Benedito Novo imensa e repartida
com Doutor Pedrinho,
não há quem não louve esta honraria.

Benedito Novo, cidade gentil,
a tua gente ergueu cidade preciosa
no Médio Vale do Itajaí deste Brasil.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Perguntam sempre
se os poemas
que escrevo
são de fato meus,
Quando os mesmos
exibem os seus,
Não faço a mesma
pergunta para eles.

Não preciso disso.

Sou responsável
por cada verso,
rima e texto,
E até por cada
inspiração que
me vem emprestada.

Não preciso disso.

Se houver um dia
algo parecido,
Venha e fale comigo,
Coincidências
poéticas existem,
A vida é cíclica,
e sentimentos
sempre se repetem.

Sempre preciso disso.

Os poetas sempre
hão de ser por
mim homenageados,
Entrelinhas, rimas
e marcadores,
Até mesmo quando
pela memória não
consigo identificá-los.

Sempre preciso disso.

Do mesmo modo
que gosto de ser
lembrada os poetas
por mim sempre
hão de ser homenageados.

Eu preciso disso.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠LXXXV

As revoadas de poemas
que vem desta cidade
para derrubar muralhas
alimentam a liberdade
onde quer que estejam.

Do estradão rumo
aos Caminhos do Frei Bruno
para muitos a paz sempre
acaba fazendo todo sentido.

Neste mundo que
ainda não se libertou
dos velhos hábitos da guerra:
O quê sempre se renova é
o amor que tenho por esta terra.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Desculpa, se os meus
poemas te roubaram
ou te roubam a paz,
Eles passaram
a ser onde os ouvidos
e as bocas
estão fechadas demais.
Numa hora como esta
só vejo um banquete
de ego e de vaidade,
Vamos nos dar
as mãos por mais
união e humanidade.
O diálogo nacional
se avizinha horas
antes do dia que
o Comandante - Eterno -
foi libertado
do cárcere de Yare.
Numa hora como
esta te peço
para deixar
as diferenças de lado
pelo General que
está preso há dois anos
injustamente,
E por todo um
povo que precisa
ser libertado
independentemente
do lado escolhido,
Todos devem se unir
em nome e se permitir
um novo destino.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O General continua
preso injustamente,
Poemas históricos
são meu hábito diário
faz muitos anos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Os meus poemas estão
explodindo todos
os dias no seu coração.

Não adianta apagar
os meus poemas porque
as tuas bombas um dia
acabarão e os meus poemas não.

Traidores deixaram escorrer
Kherson pelos dedos
e para nós não há mais segredos.

Você prefere continuar
condenando 30 milhões abaixo
da linha da miséria
para continuar cometendo
os seus crimes de guerra.

Nestes meus poemas tenho
salvo o máximo o quê consigo
de todas as memórias:
Mykolaiv, Kharkhiv e Odesa
foram pelos ares nestes últimos dias.

Você prefere mergulhar
no orgulho e os outros
na comodidade da covardia,
e eu que sou a parte fraca
da corda o quê posso fazer é poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt


Rodeio Sublime

Você me ama em silêncio,
moro com arte em Rodeio
e escrevo poemas diários
soltos pelo Médio Vale do Itajaí
para fisgar o seu coração
com este rodeense poemário.

Sou eu o teu Ano Novo
mesmo que você não me veja,
eis-me como o sussurro
do Rio Itajaí-Açu
e a tranquilidade da arrozeira.

Você me cativa com devoção
moro com poesia em Rodeio,
você por enquanto ainda não
veio e me endereça o coração.

(Sou eu quem escreveu este
Poemário para a nossa Rodeio
sublime e amor mais que perfeito).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Do Hemisfério Celestial Sul
sou a poetisa romântica
que te cobre de poemas
buscando os esquemas
para o destino no mesmo
caminho nos colocar,
porque forte é a crença
dos pés a cabeça de te amar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Minhas letras,
frases e poemas
por pretensão
serão capazes
de vir a traçar
os esquemas
que me levem
a te pertencer
e sempre tua ser.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Os quadrantes de estrelas
nos meus poemas
trazem tudo a teu respeito,
O festejo do ar fresco
que virá nos aproximar
faço questão de antecipar,
Com a seleção musical
e os beijos a celebrar;
Como poetisa deste
Hemisfério Celestial Sul
não há um dia que não
tenha deixado de cultivar
para o tempo de amor vir e ficar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ser a pérola rara
no teu oceano
de amor encontrada,
Ser o céu de poemas,
refúgio da rotina
e a primavera infinita
dia após dia
por ti cobiçada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No Dia dos Namorados
receber poemas ou Petúnias,
Manifestar ternuras públicas
em tempos que demonstrar
afetos é algo revolucionário,
Entrego mais de mil inspirações
aos apaixonados para que
sigam acordados no amor
e desfrutando de silêncios
apaziguados que sejam
com vocês dois enlaçados.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Tudo o quê tenho pedido
ao Deus do meu destino
neste Hemisfério Sul
é que os meus poemas
sejam imparáveis
alimentando os sonhos
de liberdade dos justos
tais como os frutos
das gentis Capororocas
que alimentam os pássaros.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Cada verso sem dar
um passo em falso
entrega pistas preciosas
em formas de poemas
para tocar na tua
alma que é poesia plena,
Abre a tua janela
e aprecie a Canela-Seiva
neste mundo em guerra,
coloque os pés na terra
e o teu coração em mim.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Escrevo ao Universo
poemas que na verdade
são místicas epístolas,
pétalas esvoaçantes
amarelas das Canafístulas
com beleza enfeitam
a rota que pretendo
seguir contigo até
o impossível e o infinito
onde o amor nos encontre
cúmplices imperturbáveis
em nosso paraíso particular
onde a inequívoca urgência
seja somente amar ou amar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Os poemas de amor
estão guardados
dentro de uma
caixa rústica feita
de Pau-de-Gaiola
e envolvidos
num pedaço
de renda de bilro
feitos por uma
senhora de Laguna,
Espero na próxima
Lua notícias suas.

Inserida por anna_flavia_schmitt