Poemas Emoções
BEIJO DE DEUS
O sopro do vento
Beija suavemente
Nossas emoções .
E com esse frescor
Avançamos o tempo
Que nos faz velejar
Pela ondas da vida.
Sentimos vontades
Vezes com lágrimas
Outras com prazeres...
Algumas na contramão
Diga de sorte ou azar.
Mas a cadência não cessa
Pela força dos desejos
Pela intensidade da fé
Que nos leva sempre além .
Somos o sopro divino
Pelo ar que respiramos...
Sentimos a presença de Deus
No beijo suave do vento
Esse com certeza
É o beijo maravilhoso de Deus !
JOÃO BATISTA BARBOSA
NO PEDÁGIO
No pedágio eu busquei emoções
Vagando nas estradas do sul
Torneando as linhas da vida...
No encontro que se fez retorno
Deslizando tatuagens coloridas.
No pedágio entre vagos mistérios
Na cabine olhos que percebiam
Que a busca era mesmo constante
Não eram inúteis aquele instante!
Mas uma força pulsando no peito
Uma aventura revirando o leito
O desejo de provar daquela fonte
Rio que jorrava no meu coração .
Mas águas que fluem para o mar
Doces, mas que se tornaram amargas
Limites entre sorrisos e lágrimas
Beirando a vontade de beijar
Porém a boca foge sem oraçao .
Nesse pedágio nas bandas de lá
Escondido continua em seu casulo
Fugindo do medo por não amar...
Deixando sangrar-me pelo chão
Espiando sucumbir nesse pedágio
Onde o preço foi grande decepção !
JOÃO BATISTA BARBOSA
MIMOSO DO SUL ES
POESIA E PENSAMENTOS
SEU POETA
Sou poeta do seu coração
Escrevendo desejos e emoções
Buscando delícias no sentimento...
Sou o poeta da sua vida
Misturado numa química linda
No seu suave e tão doce olhar
E sem explicações vou traçando
Linhas dessa grande transformação
Para que verdadeiramente entenda
Que sou poeta do seu coração!
=====
Revelações em maravilhosas cores
O encontro da boca e do beijo
Sem entender esse mistério
Eu sou poeta sem explicação!
AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA
PENSE NISSO E LUTE!
A depressão é os seus sentimentos e suas emoções negativas se transformando em pensamentos sabotadores, tentando te destruir.
Além da Superfície, O Florescer da Força na Delicadeza
A sua alma liberta e as suas emoções fervorosas fazem dela uma arte provocante, que apresenta mais do que beleza, uma essência interessante que faz a sua força florescer na sua delicadeza; e mesmo em uma ocasião passageira, ela consegue ser marcante assim como experiência prazerosa e inesquecível. Então, ver apenas a sua superfície não é o bastante; porém poucos têm a permissão de mergulhar na profundidade do seu íntimo.
Emoções profundas, sonoras, numa intensidade constante com tons de gentileza, passeando entre as teclas de um piano, expressando uma natureza apaixonante que está se movimentando.
Tão expressivas quanto as ondas admiráveis de um mar agitado em um momento calmo, emocionante, desprovido de agressividade, transmitindo desabafo, verdade e romantismo com muita personalidade.
Equilíbrio indispensável da musicalidade, a realidade e a ficção coexistindo, típico de uma arte bastante poderosa, que deixa o coração acelerado, acolhido, equilibrado de um jeito único e muito preciso.
As emoções ganham vida, cores e formas atraentes, quando a tua venustidade aparece diante dos meus olhos e reflete nos meus pensamentos,
reunindo sensações, instintos e sentimentos que me fazem imaginar a tua presença grandiosa em determinados momentos, onde o tempo não importa,
resultando numa inspiração rica, sedutora e intensa, que toma conta por alguns instantes da minha mente, uma bela poesia, cuja euforia desperta inevitavelmente.
Um círculo vital
exala a energia
de emoções coloridas
em mim...
E eu,
arqueira de versos
absorvo o arco-íris
e lanço palavras
matizadas com a poesia...
✍©️@MiriamDaCosta
Ter equilíbrio mental e emocional
em meio ao colapso
de mentes desgovernadas
e emoções em combustão
é um ato de resistência.
Um oásis erguido
no deserto
do descontrole total.
Porque, hoje,
não enlouquecer
já é insurgência.
Manter-se sã e inteira
é quase um crime
numa sociedade
profundamente adoecida,
agressiva e criminosa.
✍@MiriamDaCosta
... o bem viver
não se limita ao pleno proveito
das nossas emoções, tampouco se resume
aos rígidos preceitos da razão; visto que optar
apenas por umlado — emoção ou razão — nos sujeitaria à não resposta de uma súbita
amargura, ou à fria indiferença...
Sofreríamos, sobretudo, das
agrurasde uma vida
'manca'!
Sentir saudade é tão gostoso, não tem por que evitar que o coração sinta mais uma vez as emoções do passado. Ela nos permite reviver aqueles momentos que marcaram nossas vidas.
A melhor maneira de apreciá-la; é permitindo o toque do passado.
Escutar mais uma vez as mesmas palavras, o mesmo toque, ambiente , cenário...
Seja um clima frio ou calor. Siêncio ou o ruído da chuva.
Reviva o que você quiser!
Absolutamente tudo pode acontecer no pensamento.
Na paixão, me perco..
Em emoções a saudade rasga a minha alma,
Num mar revolto de emoções,
a vida, na sua ausência, é um quadro branco, que precisa de tintas e traços,
Você é a cor na minha vida,
Minha musa eterna!
,
Amor em Versos.
No peito pulsa ardente paixão que clama,
Como brasa avivada em noite escura,
Meu coração, em verso, te declama,
Na essência terna da paixão que augura.
Saudade, doce melancolia invade,
O tempo traz lembranças que não vão,
Na alma, ecoa a voz da eternidade,
Suplicando ao destino a tua mão.
Mas
Mulher, és a paleta em meu enredo,
Ah! Como anseio a tua presença amada,
Para pintar a vida com matizes,
Serás minha inspiração e jornada,
A musa que eterniza meus felizes.
Assim, em verso, amor, eu te confesso,
Neste poema, toda a minha sina,
Como se chama a ferramenta para controlar Pensamentos e Emoções?
A ferramenta para controlar os Pensamentos e as Emoções chama-se Atenção!
A Atenção pode ser realizada observando os Pensamentos, as Emoções, os efeitos das Emoções e os movimentos respiratórios!
Sou movido por emoções.
Não sei viver no meio-termo, sou 8 ou 80.
Sinto o mundo com intensidade, porque sentir menos seria deixar de ser eu.
Priscila de Araújo
"Muitas vezes, a nossa vida se resume em colecionar pensamentos e emoções..."
Otávio ABernardes
Goiânia, 26 de setembro de 2026.
Jardim das Emoções
Quando Flávia Encontrou Bruna
Na sala havia muitas crianças, vozes, movimentos e descobertas acontecendo ao mesmo tempo.
Algumas delas tinham desafios maiores para se comunicar, para compreender ou para se acalmar.
Nem sempre o adulto conseguia estar em todos os lugares ao mesmo tempo.
Flávia era uma dessas crianças.
Autista e não verbal, começava, aos poucos, a dizer algumas palavras.
Em casa, a mãe se dedicava com amor, reforçando cada conquista, cada som, cada tentativa.
O jardim era agitado.
A turma era grande, e os desafios também.
Não era falta de cuidado — era a realidade.
E foi ali que a inclusão aconteceu de verdade.
Bruna percebeu Flávia.
Entendeu seus gestos, esperou seu tempo, segurou sua mão quando o barulho era demais.
Sem precisar que alguém mandasse, ela ajudava.
Enquanto os adultos organizavam o possível, as crianças faziam o essencial:
cuidavam umas das outras.
Com Bruna por perto, Flávia se sentia mais segura.
Arriscava novos sons, novos olhares, novas tentativas.
Pequenos passos, grandes conquistas.
Flávia não estava sozinha.
Ela tinha uma amiga.
E, naquele espaço cheio de desafios, a amizade também ensinava.
"A inclusão não pode ser feita apenas de boa vontade; ela precisa de profissionais, recursos e políticas públicas reais."
A criança não deve carregar a responsabilidade que é do sistema.
Finalizo minha apresentação com este apelo. A educação inclusiva não pode ser feita apenas de boa vontade; ela precisa de recursos e respeito à diversidade. Que nosso olhar atento se transforme em ação e luta por uma escola verdadeiramente acolhedora e equitativa."
Diante de tantas confusões,
Vejo tantas emoções,
Destruindo grandes corações,
Por pequenas ambições,
Pessoas andam passando por cima,
De amigos ao longo da vida,
Por motivos de destaques vazios,
Que não levam a ganhos algum.
O que carregam em suas mentes?
Inveja?
Sobrevivência?
Ciúmes?
Dinheiro?
Não sei,
Uma coisa que apenas sei,
Isso pra mim, é uma lei,
Que os sábios sempre diziam,
Que a semente que se planta aqui,
Mais tarde é colhida sim.
E as consequências?
Ah! Meu caro.
Espero que sejam tesouros raros.
