Poemas e versos pequenos
Você é um problema que eu quero ter
Mesmo sabendo que eu não consigo resolver
Eu prometo que não vou te amar
Porque essa promessa eu vou fazer questão de quebrar
Eu já me cansei desse chove, não molha
Das suas desculpas de ter que ir embora,
E que não demora, vai voltar pra mim
Chega de conversa agora vai ou racha,
ou você me solta, ou você me laça
É que não consigo mais viver assim
Eu não vou mais chorar, eu sei, você quer me amar
Eu vou deixar o tempo te mostrar
Que o seu amor sou eu, sou eu
Tá tão difícil de esconder o que eu estou sentindo
Se eu te mostro que é amor pensa que eu tô fingindo
E cada vez eu me apaixono mais, eu me apego mais
Vai que a gente se encontra de novo
Numa balada, no meio do povo
Eu meio travado, coração apertado
Se der um sorriso não vou resistir
Sua boca dizendo: Te quero pra mim
Que me esperou, que tava com saudade, amor
O norte, a morte, a falta de sorte...
Eu tô vivo, tá sabendo?
Vivo sem norte, vivo sem sorte, eu vivo...
Eu vivo, Paulinho.
Aí a gente encontra um cabra na rua e pergunta: ‘Tudo bem?’
E ele diz pá gente: ‘Tudo bem!’
Não é um barato, Paulinho?
É um barato...
Foi, mas não é mais a minha notificação preferida
Já foi, mas não é mais a número um da minha vida
Sinto em te dizer
Mas eu já superei você
Vou beijando esse copo, abraçando as garrafas
Solidão é companheira nesse risca faca
Enquanto cê não volta, eu tô largado às traças
Maldito sentimento que nunca se acaba
Tô tentando te esquecer
Mas meu coração não entende
De novo, eu fechando esse bar
Afogando a saudade num querosene
Tanto amor guardado tanto tempo
A gente se prendendo à toa
Por conta de outra pessoa
Só dá pra saber se acontecer
É e na hora que eu te beijei
Foi melhor do que eu imaginei
Se eu soubesse tinha feito antes
No fundo sempre fomos bons amantes
Qualquer coisa entre nós,
Vem crescendo pouco a pouco
E já não nos deixa sós
Isso vai nos deixar loucos...
Se é amor, sei lá...
Só sei que sem você, parei de respirar
E é você chegar
Pra esse turu, turu, turu, turu, vir me atormentar...
Não posso interferir
Na sua decisão
Mas de nós dois
Eu não abro mão
Quer ficar com ela, fica
Mas fique sabendo
Que eu vou ser seu caso pro resto da vida
Eu quero acordar do seu lado toda manhã
Ouvir seu "Bom dia!", um café, croissant
Duas cópias da gente correndo no quintal
Os altos e baixos de todo casal
Eu quero nós dois bem juntinhos
Até ficar bem velhinhos, bengala e crochê
Até o final: eu e você
Como a paixão engana
Quando eu penso que tá indo
Aí o trem desanda
Vai sofrer assim na casa do caramba
Como é que faz
Quando nenhum dos dois é flor que se cheira?
Quando a malandra se apaixona no tranqueira?
Quando foi sério o que era pra ser brincadeira?
Não vou ouvir o que você falar
O que me fere não vai mais me machucar
Já percebi essa sua fraqueza
E entendi a sua natureza
Um dia você vem com a rosa
No outro com a espada
Um dia pra você, sou tudo
Amanhã sou nada
Já tô perdendo a paciência com você
Agora escuta que eu preciso te dizer
Esse teu tom de voz comigo não combina
Você não vai quebrar a minha autoestima
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