Poemas do Século XIX
Tenho amigos anjos e tenho os demônios. Os anjos me falam o que é errado, os demônios me levam pra conhecer!
As pessoas morrem de senso comum, um momento de cada vez. A vida é um momento, não existe outra vida, faça-a queimar sempre com a chama mais quente.
O único amor consequente, fiel, compreensivo, que tudo perdoa, que nunca nos defrauda e nos acompanha até a morte é o amor-próprio.
Mantenha o amor em seu coração. Uma vida sem ele é como um jardim sem sol, quando as flores estão mortas.
As mulheres se divertem muito mais do que os homens neste mundo; há muito mais coisas proibidas para elas.
Eu tenho aprendido a amar o sigilo. Parece ser a única coisa que pode tornar a vida moderna misteriosa ou maravilhosa para nós. A coisa mais banal pode ser deliciosa, se a escondermos.
Só podemos dar uma opinião imparcial sobre as coisas que não nos interessam; sem dúvida, por isso mesmo, as opiniões imparciais carecem de valor.
"Na luta feroz pela existência, queremos contar com alguma coisa duradoura. E enchemos a mente com bobagens e fatos, na esperança insensata de guardarmos o nosso lugar.''
Em última instância, o combustível de todo companheirismo, seja num casamento ou numa amizade, é a conversa.
O homem nunca é sincero quando interpreta o seu próprio personagem. Dê a ele uma máscara e ele lhe dirá a verdade.
Deles [amigos] não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco.
Gosto de escutar a mim mesmo. É um dos meus maiores prazeres. Converso comigo com frequência e sou tão inteligente que às vezes não entendo uma só palavra do que digo.
Qualquer pessoa pode fazer história. Mas apenas um grande homem pode escrevê-la.
