Poemas de despedida de morte para dedicar a quem partiu
A morte é como um sono profundo, só que ao invés de acordar no mesmo corpo, acorda em outro, e nem se lembra de como dormiu.
Não será a vida que irá me apagar, tampouco a morte que me trará o brilho, é o amor que faz cantar, rir e chorar, nosso tempo não estará muito distante, o que acalma a ilusão são, as verdades escondidas nas mentiras de amar eternamente...
(Patife)
Na hora da luta, você está sozinho, na hora do prêmio você está rodeado e na hora da morte você é valorizado.
O amor é tão forte como a morte;
A tua segurança é como uma armadura, então não se perca por qualquer pensamento indevido;
"A agiotagem é um labirinto de entrada fácil e duas saídas: a escravidão ou a morte. Quem não tem juízo arrisca!"
"A morte não é o fim da história, mas o momento em que ela deixa de ser escrita por nós para ser lida por todos os que nos amaram."
O sentido perpétuo do amor se contrata dia após dia no infinito pois a vida segui depois da morte...
Infelizmente a conexão entre a vida e a morte, a Luz e as Trevas, entre relacionamentos e amizades, não raro, é uma mera linha tênue. Apegue-se a vida, ao amor e não aos pregadores do seu oposto.
O silêncio e a palavra caminham de mãos dadas.O silêncio já salvou pessoas até da morte.E o grito na hora oportuna também já impediu até de mulheres serem vendidas a traficantes de pessoas em aeroportos.Por isso, que a sabedoria não é sempre calar,mas falar na hora certa e às vezes ser sábio é confiar nos instintos e gritar mesmo parecendo ser um louco que luta pela sobrevivência neste mundo cheio de perversidade,mas que ainda habita amor e a esperança.
Seguro de morte!
Compramos uma apólice, pagando um prêmio que garante uma indenização no caso de falecermos! Isso é sinistro!
Os senhores da guerra buscam ostentar o título de guardiães de Paz! Os EUA fabricam a morte, alugam a vida, vendem a paz e compram a verdade!
Pelos filhos separados de seus pais — pelas Agendas, pela Morte ou pela Rejeição — rezemos ao Senhor!
Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitos depressivos vivem à exaustão, de tanto morrer a prestação.
Onde o Estado Paralelo atua, existe até pena de morte; onde o Estado finge atuar, não existe quase pena nenhuma.
A angústia de morte, na maioria dos casos clínicos, não é medo do fim biológico: é a antecipação tardia de uma vida que foi ensaiada, mas não habitada. O que aterroriza não é a cessação — é a suspeita, que se impõe com força crescente, de que não houve começo verdadeiro; que o sujeito passou a existência inteira num modo de adiamento que se disfarçou de prudência. Quando essa percepção se consolida, o silêncio que se instala não é vazio: é a recusa da linguagem diante daquilo que excede a elaboração, daquilo que, ao emergir, já não cabe em palavras porque nunca foi vivido em atos.
